terça-feira, 24 de abril de 2012

     Os alunos do 3° ano do Ensino Médio do EJA, na EM José Padin Mouta, estudaram neste semestre os nutrientes e suas funções no organismo, a importância de uma boa alimentação e o funcionamento do Aparelho Digestório. Para finalizar as atividades, os alunos realizaram a montagem de um mural com as tabelas nutricionais de diferentes alimentos e observando seus nutrientes, classificaram em grupos. E nesta observação foi possível perceber quais alimentos são mais ricos em nutrientes do que outros.









     

segunda-feira, 23 de abril de 2012

EVOLUÇÃO - Teorias da Evolução

TEORIAS DA EVOLUÇÃO

Várias teorias evolutivas surgiram, destacando-se , entre elas, as teorias deLamarck e de Darwin. Atualmente, foi formulada a Teoria sintética da evolução, também denominada Neodarwinismo, que incorpora os conceitos modernos da genética ás ideias essenciais de Darwin sobre seleção natural.
A teoria de Lamarck
Jean-Baptiste Lamarck ( 1744-1829 ), naturalista francês, foi o primeiro cientista a propor uma teoria sistemática da evolução. Sua teoria foi publicada em 1809, em um livro denominado Filosofia zoológica.
Segundo Lamarck, o principio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais:
Lei do uso ou desuso: o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem. 
Lei da transmissão dos caracteres adquiridos : alterações provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e desuso, são transmitidas aos descendentes.
Lamarck utilizou vários exemplos para explicar sua teoria. Segundo ele, as aves aquáticas tornaram-se pernaltas devido ao esforço que faziam no sentido de esticar as pernas para evitarem molhar as penas durante a locomoção na água. A cada geração, esse esforço produzia aves com pernas mais altas, que transmitiam essa característica à geração seguinte. Após várias gerações, teriam sido originadas as atuais aves pernaltas.
A teoria de Lamarck não é aceita atualmente, pois suas ideias apresentam um erro básico: as características adquiridas não são hereditárias.
Verificou-se que as alterações em células somáticas dos indivíduos não alteram as informações genéticas contida nas células germinativas, não sendo, dessa forma, hereditárias.
A teoria de Darwin
Charles Darwin ( 1809-1882 ), naturalista inglês, desenvolveu uma teoria evolutiva que é a base da moderna teoria sintética: a teoria da seleção natural. Segundo Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados são, portanto, selecionados para aquele ambiente.
Os princípios básicos das ideias de Darwin podem ser resumidos no seguinte modo:
·         Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, indenticos entre si.
·         Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta.
·         O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações.
·         Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atingem a maturalidade, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie.
·         Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis.
·         Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas.
·         Assim , ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.



domingo, 22 de abril de 2012

22 de Abril - Dia da Terra


DIA DA TERRA

O Dia da Terra vem ganhando cada vez mais importância desde que foi criado timidamente no início da década de 1970.A data foi criada nos Estados Unidos por Gaylord Nelson, senador e ativista ambiental. Além de criar a data, o senador lutou pela divulgação e promoção dos objetivos desta data. 
A data foi criada com o propósito de abrir discussões em todo mundo sobre a importância da preservação dos recursos naturais do planeta Terra. Além disso, tinha como objetivo criar uma consciência mundial sobre os problemas da contaminação, destruição da biodiversidade, uso não sustentável dos recursos naturais, desmatamentos e outros problemas que ameaçam a vida em nosso planeta.

A primeira manifestação aconteceu nos Estados Unidos em 22 de abril de 1970. Participaram milhares de pessoas, principalmente estudantes de universidades e escolas. A pressão sobre o governo norte-americano foi grande e este criou a Agência de Proteção Ambiental. 

O Dia da Terra é uma data comemorativa que não é controlada ou organizada por uma entidade específica. Ela pertence a humanidade e, por isso, pode ser comemorada livremente no mundo todo, adequando-se a realidade de cada região.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

CORPO HUMANO - Cérebro

CÉREBRO


Esquema do cérebro.
O cérebro é a parte do Sistema Nervoso Central que fica dentro do crânio. É a parte mais desenvolvida e a mais volumosa do encéfalo, pesa cerca de 1,3 kg e é uma massa de tecido cinza-róseo. Quando cortado, o cérebro apresenta duas substâncias diferentes: uma branca, que ocupa o centro, e outra cinzenta, que forma o córtex cerebral. O córtex cerebral está dividido em mais de quarenta áreas funcionalmente distintas. Cada uma delas controla uma atividade específica. A presença de grande áreas cerebrais relacionadas ao controle da face e das mãos explica por que essas partes do corpo têm tanta sensibilidade. No córtex estão agrupados os neurônios.

Componentes do cérebro

O cérebro é composto por cerca de 100 bilhões de células nervosas, conectadas umas às outras e responsáveis pelo controle de todas as funções mentais. Além das células nervosas (neurônios), o cérebro contém células da glia (células de sustentação), vasos sangüíneos e órgãos secretores.
Ele tem três componentes estruturais principais: os grandes hemisférios cerebrais, em forma de abóbada (acima), o cerebelo, menor e com formato meio esférico (mais abaixo à direita), e o tronco cerebral (centro).
No tronco cerebral, destacam-se a medula alongada ou bulbo raquiano (o alargamento central) e o tálamo (entre a medula e os hemisférios cerebrais).
  • Os hemisférios cerebrais são responsáveis pela inteligência e pelo raciocínio.
  • O tronco encefálico, formado pelo mesencéfalo, pela ponte e pela medula oblonga, conecta o cérebro à medula espinal, além de coordenar e entregar as informações que chegam ao encéfalo. Controla a atividade de diversas partes do corpo.
  • O mesencéfalo recebe e coordena informações referentes ao estado de contrações dos músculos e à postura, responsável por certos reflexos.
  • O cerebelo ajuda a manter o equilíbrio e a postura.
  • O bulbo raquiano está implicado na manutenção das funções involuntárias, tais como a respiração.
  • A ponte é constituída principalmente por fibras nervosas mielinizadas que ligam o córtex cerebral ao cerebelo.
  • O tálamo age como centro de retransmissão dos impulsos elétricos, que viajam para e do córtex cerebral.
Mais em: http://www.webciencia.com/11_04cerebro.htm#ixzz1salMdmyH

Apresentação de maquete pelos alunos do 8° ano A e B da Escola M. Isabel Figueroa Bréfere.






CORPO HUMANO - Medula Espinhal

MEDULA ESPINHAL

É o órgão mais simples do Sistema Nervoso Central, localizado dentro do canal vertebral (não o ocupando totalmente) e que mede aproximadamente 45 cm. Trata-se de uma estrutura que pouco se modifica desde sua formação embrionária. É um órgão aproximadamente cilíndrico, porém levemente achatado anteriormente. A Medula Espinhal (ME) e seus nervos associados têm imensa importância funcional.

Essas estruturas atuam para:
  • Receber fibras aferentes, oriunda de receptores sensoriais de tronco e membros.
  • Controlar os movimentos de tronco e membros.
  • Fornecer inervação autonômica para a maioria das vísceras.
  • Também é um centro reflexo.

Apresentação de maquete realizada pelo 8° ano B da Escola Mun. Isabel Figueroa Bréfere.




quarta-feira, 18 de abril de 2012

AR - Composição e Propriedades

AR
Nosso planeta está envolvido por uma camada imensa de gases, a atmosfera. Ela esta ao redor da Terra e é mantida através da atração da gravidade. Possui cerca de 1000 km de espessura.
ATMOSFERA
É a camada de ar que envolve a Terra.
Alguns fatos ilustram esta existência de um espaço que contém ar a partir do solo:
- quando respiramos, retiramos o gás oxigênio desta camada;
- quando um avião decola, ele deve ter velocidade suficiente para poder sustentar-se no ar;
- quando os aviões a jato, em altas altitudes ficam estabilizados porque estão num nível da atmosfera que há pouca turbulência.
A atmosfera é muito importante para a vida no planeta. Ela ameniza os efeitos da radiação solar sobre a Terra, contribui na manutenção de uma temperatura ideal para o desenvolvimento da vida, impede que nosso planeta seja diretamente atingido por grandes meteoritos.



COMPOSIÇÃO DO AR
O ar atmosférico é formado por vários gases, vapor d água, microorganismos e impurezas (poeira e fuligem).
Observe a tabela a seguir:
GÁS
QUANTIDADE EM %
OXIGÊNIO
21
GASES NOBRES
0,91
NITROGÊNIO
78
GÁS CARBÔNICO
0,03
Observando o gráfico, podemos ver que na atmosfera há vários gases: oxigênio, gases nobres (hélio, neônio, argônio, criptônio, radônio, xenônio), nitrogênio e gás carbônico. Podemos ver a quantidade (percentagem) de cada gás na atmosfera, sendo o nitrogênio em maior quantidade. Estes são os componentes constantes no ar atmosférico.
A quantidade de vapor d água, microorganismos e impurezas dependem de alguns fatores como, por exemplo, o clima, a poluição e os ventos. Então estes são componentes variáveis do ar atmosférico.
Componentes Constantes do Ar
Nitrogênio - É o gás mais abundante do ar (78%). Sua fórmula química é N2, ou seja, uma molécula de nitrogênio é formada por dois átomos de nitrogênio.
Os animais e as plantas não aproveitam o nitrogênio do ar, mas existem alguns seres vivos que conseguem aproveitá-lo e transformá-lo em sais nitrogenados, como os nitratos. Estes seres vivos são as bactérias que vivem em raízes de plantas leguminosas (feijão, soja e ervilha).
O ciclo começa com o gás nitrogênio penetrando no solo. As bactérias o absorvem, transformando em nitratos que são cedidos, em partes para as plantas. Estas plantas utilizam os nitratos para produzir proteínas, que fazem parte do corpo vegetal. Animais herbívoros comem estas plantas adquirindo para si as proteínas. Animais carnívoros comem os herbívoros, transferindo para eles as suas proteínas. Quando um animal morre é decomposto por bactérias e fungos, que retornam ao solo e mais tarde absorvidos por outra planta. E assim, iniciando o ciclo do nitrogênio novamente.
Oxigênio – Cerca de 21% do ar da atmosfera é de gás oxigênio. Nosso organismo não consegue ficar muito tempo sem respirar. Precisamos do ar atmosférico porque contém oxigênio, responsável para a respiração. O oxigênio atua na “queima” dos alimentos, produzindo energia necessária para o funcionamento dos nossos órgãos assim, eles conseguem se manter em atividade.
Também serve como gás comburente, que alimenta a combustão (queima).
Quando um ser vivo utiliza o gás oxigênio para a respiração damos o nome de seres aeróbicos (plantas e animais).
Quando não usam o gás oxigênio para a respiração ou “queimar” seus alimentos, damos o nome de seres anaeróbicos (algumas bactérias).
O O2 pode, no entanto, causar danos ao homem. Quando entra em contato com o ferro (Fe) provoca a chamada ferrugem, que destrói carros, máquinas portões, navios e etc.
4Fe +3 O2   →2 Fe2O3

Gás Carbônico – Este gás, com fórmula química CO2, é essencial para a vida dos vegetais na realização da fotossíntese, que produz glicose e energia.
A glicose é armazenada em forma de amido e pode ser utilizada na produção de celulose.
Para a realização da fotossíntese é necessário: 
- clorofila (substância de cor verde que absorve energia luminosa);
- luz do Sol;
- água;
- gás carbônico
Quando há presença de luz solar (absorvida pela clorofila), o gás carbônico do ar e a água do solo retirado pelas raízes é levada até as folhas se transforma em glicose e gás oxigênio. A glicose é usada como fonte de energia ou para fazer outra substância e o oxigênio é liberado para o meio ambiente.
Gases Nobres – Dificilmente se combinam com outras substâncias, por isso são nobres. São eles: hélio (He), Neônio (Ne), Argônio (Ar), criptônio (Kr), Xenônio (Xe) e Radônio (Rn). São isolados e utilizados pelo homem:
- em flashes, máquinas fotográficas (Xe);
- em letreiros luminosos (Ne, Kr);
- para encher balões (He);
- em aparelhos utilizados para tratamento de câncer (Rn);
- no interior de lâmpadas (Ar).
O gás Hélio é muito leve.
O gás neônio também é chamado de gás-neon. Ele produz luz vermelha e laranja. O criptônio produz uma luz verde-azulada.

Componentes Variáveis do Ar
Vapor d água – O vapor d água da atmosfera vem da evaporação da água dos mares, rios e lagos; respiração dos seres vivos; transpiração das plantas; evaporação da água do solo e evaporação da água de dejetos (fezes e urina de animais).
Esta umidade (vapor d água) é importante para os seres vivos porque ajuda na formação das nuvens. Em alguns locais, onde há baixa umidade, muitas pessoas apresentam dificuldade na respiração. É o caso da região centro-oeste do Brasil. Nestes casos, é recomendado colocar recipientes com água perto da cama. Isto acontece para que o vapor d água umedeça a mucosa das vias respiratórias (nariz, faringe).

Poeira – é formada por várias partículas sólidas que se depositam nos móveis, utensílios domésticos, estradas, telhados, etc.
Na atmosfera, é possível ver a poeira.
Fumaça – Quem mais produz fumaça com fuligem são as fábricas que não em filtros nas suas chaminés.
A fuligem, que tem cor escura, é formada por substâncias como chumbo (Pb). Causa sérios danos ao aparelho respiratório.
A fumaça que sai de automóveis, ônibus e caminhões contêm dióxido de enxofre (SO2), monóxido de carbono (CO), dióxido de nitrogênio (NO2) e hidrocarbonetos.



PROPRIEDADES DO AR
Não se pode pegar ou ver o ar, mas sabemos que ele existe. Através de suas propriedades é possível comprovar a sua existência.
O ar é matéria e ocupa todo o espaço do ambiente que não exista outra matéria. Por exemplo, em uma garrafa com água pela metade, o ar ocupa a outra metade (superior) desta garrafa.
O ar tem massa. Na Terra, tudo o que tem massa também tem peso, ou seja, é atraído pela gravidade terrestre, que é a força que puxa todas as coisas para o seu centro.
O ar é compressível. Apresenta então compressibilidade. É a propriedade que o ar tem de diminuir de volume quando comprimido. Podemos demonstrar esta propriedade fazendo a experiência da seringa. Quando tapamos o seu orifício fica difícil de empurra o êmbolo até o fim. Mas podemos ver que o ar dentro da seringa diminui de volume, comprovando a sua compressibilidade.

O ar tem elasticidade. Quando tapamos o orifício da seringa e depois soltamos o êmbolo observamos que este êmbolo tende a voltar à posição inicial. Então, o ar volta ao seu volume inicial e assim está comprovada a elasticidade do ar.
Elasticidade é a propriedade que o ar tem de voltar ao seu volume inicial, quando para a compressão.
O ar se expande. Possui a propriedade da expansibilidade. Quando uma substância volátil (que se transforma em gás) entra em contato com o ar, sentimos seu cheiro. Isto ocorre porque essa substância se expande e mistura com o ar atmosférico ocupando um volume maior.
A expansibilidade do ar é a propriedade que o ar tem de aumentar de volume, ocupando todo o lugar disponível.
O ar exerce pressão. A massa de ar atmosférico exerce pressão sobre a superfície da Terra, que é a pressão atmosférica. 
Em geral, não sentimos os efeitos da pressão atmosférica porque o ar atmosférico penetra no nosso organismo. Dos pulmões ele passa para o sangue e outros líquidos do corpo, exercendo de dentro para fora uma pressão igual à pressão atmosférica.

sábado, 14 de abril de 2012

EVOLUÇÃO - Filme: Criação



    A história de “Criação” compreende o período em que Darwin já havia voltado de sua viagem ao redor do mundo. O período anterior a viagem somente é mostrado em alguns “flashbacks”. Sendo assim, para quem achava que ia encontrar Darwin coletando ou passando por aventuras dentro do Beagle vai ficar decepcionado. Mas acredito que por pouco tempo. 

O filme mostra as crises de consciência que Darwin teve durante a interpretação dos dados coletados e do começo da redação de “A Origem das espécies”. Em alguns momentos, o filme fica mais próximo das ciências humanas do que das ciências biológicas. As crises existenciais e, em alguns momentos, os surtos de Darwin. O filme se prende muito ao duelo entre acreditar ou não em Deus. Um exemplo disso é que a única aparição Huxley (no início de filme) é marcada pelo tentativa do Buldogue de convencer Darwin de que a publicação de sua obra acaba por matar Deus. E aí mesmo que nosso querido naturalista entra em parafuso, pois se vê em uma sociedade altamente regulada pela Igreja, além sua esposa, Emma, ser extremamente religiosa.

Em seus surtos mais fortes, ele conversa com sua falecida filha Annie (que pela conversa com minha noiva que é psicóloga, seria uma representação artística de seu alter-ego). Nas conversas, Annie pressiona seu pai a escrever o livro, representando assim, o Darwin livre de suas questões religiosas. Além dela, seu amigo, Joseph Dalton Hooker, se mostra outro entusiasta de que Darwin escreva logo o livro. Entretanto, Darwin somente volta com todo o gás para terminar sua obra quando se trata psicologicamente com os primórdios do que viria a ser a psicanálise. Um parenteses para admirar como a ciência se desenvolvia de maneira primorosa, pois os primórdios de linhas de pensamento atuais tão importantes das ciências humanas e biológicas nasceram naquela época.

Porém, antes de seu tratamento psicológico, Darwin recebe a carta de Alfred Russel Wallace. Nesta parte tenho que contar que cheguei a rir: Darwin sentado em um banco no jardim lê a carta e diz que Wallace conseguiu resumir em 20 páginas o que ele vinha tentando fazer em 250 e não tinha terminado. Sendo este também um dos fatores que fez ele procurar tratamento e, assim,conseguir terminar seu livro.

Resumindo, o filme é muito legal, porém se fixa mais no homem Charles Darwin e não no cientista ou nas suas histórias ao redor do mundo. Quem acha que vai aprender sobre seleção natural vendo o filme, pode esquecer. Por mais que o filme não apresente erros conceituais, pelo contrário, nas partes onde Darwin aparece tentando explicar sua teoria são bem interessantes, mas poucas. Faltou também a reunião na sociedade Lineana, onde foram lidos os trabalhos de Wallace e Darwin. Entretanto, nada disso tira o encantamento de pode assistir uma produção tão bem feita de parte da vida de uma pessoa que mudou a maneira com que o homem se enxerga na economia da natureza. Assistam!

EVOLUÇÃO - Filme: O Desafio de Darwin

Charles Robert Darwin; (12 de fevereiro de 1809 - 19 de Abril 1882)
Foi um naturalista Inglês. Ele estabeleceu que todas as espécies da vida desceram ao longo do tempo a partir de ancestrais comuns, e propôs a teoria científica que este padrão de ramificação da evolução. resultou de um processo que ele chamou de seleção natural.

Darwin publicou sua teoria com provas convincentes para a evolução em seu livro de 1859 Sobre a Origem das Espécies, superando a rejeição científica dos conceitos anteriores de transmutação de espécies. Na década de 1870 a comunidade científica e grande parte do público em geral aceitou evolução como um fato. No entanto, muitos favoreceram explicações concorrentes e não foi até o surgimento da síntese evolutiva moderna dos anos 1930 aos anos 1950 que um amplo consenso desenvolvido em que a seleção natural foi o mecanismo básico da evolução. Em forma modificada, descoberta científica de Darwin é a teoria unificadora das ciências da vida, explicando a diversidade da vida.

Interesse precoce de Darwin na natureza o levou a negligenciar sua educação médica da Universidade de Edimburgo, em vez disso, ele ajudou a investigar invertebrados marinhos. Estudos da Universidade de Cambridge incentivou sua paixão pela ciência natural. Sua viagem de cinco anos no HMS Beagle estabeleceu-o como um eminente geólogo cujas observações e teorias apoiado idéias uniformitarianos Charles Lyell, e publicação de seu diário da viagem o fez famoso como um autor popular.


Sinopse:

O filme conta a história por trás da divulgação da teoria científica mais importante de todos os tempos, a teoria da evolução por seleção natural de Charles Darwin. 

Darwin, passou anos desenvolvendo suas ideias e redigindo o que ele chamou de seu "grande livro". 

Mas, assolado pelo conflito dos valores religiosos da sua época, ele relutou em publicá-lo, até que uma carta de Alfred Wallace o obrigou.

Em 1858, Darwin soube que Wallace havia publicado ideias parecidas às suas. 

Darwin estava num dilema: atrasar ainda mais a publicação seria condenar seu maior trabalho ao esquecimento, a tese que ele construíra com provas de sua viagem no Beagle, suas aventuras nos Andes, os fósseis estranhos da Patagônia, os tentilhões e tartarugas gigantes de Galápagos, assim como do interior inglês. 

Mas apresentar suas ideias implicaria se arriscar à fúria da Igreja e talvez a separação com sua dedicada esposa, Emma, que era uma cristã devota.

O Desafio de Darwin" é um filme comovente sobre o surgimento de uma teoria inovadora visto através da inspiração e do sofrimento pessoal do seu criador.

Elenco: Henry Ian Cusick, Francês O'Connor
Gênero: Drama






Link para assistir o filme no You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=HpSLxrLV1B4

quinta-feira, 12 de abril de 2012

EVOLUÇÃO - APOSTILA PARA O 7° ANO

OS SERES VIVOS
A evolução dos seres vivos

            Jean-Baptiste Lamarck (1744-1829), cientista francês, acreditava que os seres vivos tinham de se transformar para melhor se adaptarem ao ambiente. Assim, ele explicava que as girafas, no passado, tinham pescoço curto e, à medida que escasseava o alimento mais rasteiro, eram forçadas a esticar o pescoço para comer as folhas do alto das árvores. Com isso, o pescoço foi se desenvolvendo pelo uso freqüente e a característica adquirida (pescoço cada vez mas longo) foi se transmitindo aos descendentes, de geração em geração. Depois de séculos, as girafas tinham, então, o longo pescoço que observamos nas girafas atuais.
            Essa hipótese, para explicar como se desenvolveu o longo pescoço das girafas, não é aceita pela ciência. Você verá a seguir por que ela é considerada incorreta.
            Os últimos dinossauros desapareceram há cerca de 65 milhões de anos e os primeiros seres da nossa espécie só surgiram no planeta há aproximadamente 200 mil anos. Nenhum ser humano, portanto, jamais conviveu com os dinossauros.
Os dinossauros dominaram a Terra
            Os dinossauros dominaram a Terra durante aproximadamente 140 milhões de anos. Tinham formas e tamanhos diferentes. Alguns viviam em manadas. Uns eram herbívoros, outros carnívoros. 
            O Tyrannosaurus rex, era um temido predador. Com seus quinze metros de comprimento e dentes serreados de até dezoito centímetros, pertencia ao grupo dos terópodes. Os terópodes eram carnívoros e andavam sobre as duas patas posteriores. Suas patas anteriores (braços) eram curtas e a cabeça grande suportava longas mandíbulas.
            Com a cabeça ocupando um terço do corpo, o Triceratops pesava até cinco toneladas e tinha nove metros de comprimentos. Era o maior dinossauro do grupo dos ceratopsídeos, dinossauros com chifres e um folho no pescoço. Os ceratopsídeos eram herbívoros e andavam em manadas.
            Com 26 metros de comprimento e quinze toneladas de peso, o Diplodocus pertencia ao grupo dos saurópodes, os maiores animais que já habitaram a Terra. Eles eram herbívoros.
            Os estegossauros pertenciam ao grupo de dinssauros que possuíam fileiras de placas nas costas e enormes espinhos na causa. Tinham cabeça e cérebro muito pequenos em relação ao corpo e também eram herbívoros.
Outros animais e plantas do passado
            Além dos dinossauros, temos conhecimento da existência de outros animais e plantas do passado, como, por exemplo, o Arqueópterix, as samambaias gigantes e os ictiossauros. Os cientistas ainda tem dúvidas se o Arqueópterix foi um réptil do passado, um dinossauro com asas ou uma ave primitiva. A primeira hipótese é a que parece ser a mais provável.
O que é um fóssil?
            Hoje podemos conhecer paisagens e seres vivos da Terra primitiva reconstituídos em histórias fantásticas de filmes e revistas. Mas, cientificamente, como podemos saber se esses seres existiram mesmo? Quais eram as suas formas e os seus tamanhos?
            A descoberta de ossos, dentes ou esqueletos inteiros de animais extintos, enterrados no solo ou incrustados em rochas, é que tornou possível esse conhecimento.
             A esse tipo de restos ou simples vestígios (exemplo: pegadas) de seres vivos chamamos fóssil. Estudando os fósseis, podemos descobrir como eram esses seres e como viviam.
            Raramente são encontrados fósseis de animais ou plantas inteiros. Em geral, só partes duras, como ossos, conchas e carapaças, ficam incrustadas na rocha. Algumas vezes, os poros dos ossos são preenchidos por minerais como a calcita, por exemplo, mantendo-se assim a forma original. Em outros casos, ocorre a substituição completa do material original por minerais como a sílica.
            Há também outro tipo de fossilização muito importante, que é a preservação dos próprios animais e de plantas em âmbar. Esses organismos foram englobados pela resina de um certo tipo de planta há milhões de anos. Claro que só animais menores foram fossilizados dessa forma, pois não conseguiram escapar das gotas de resina. Mesmo pequenos vertebrados, no entanto, já foram encontrados dentro das pedras amarelas e translúcidas de âmbar.


video

A importância dos fósseis
            Estudando os fósseis e comparando-os com os seres atuais, os cientistas descobriram que os animais e os vegetais foram se modificando através dos tempos. Enquanto alguns tipos se extinguiram, outros sofreram transformações, dando origem aos que conhecemos atualmente.
            O estudo dos fósseis auxilia a compreensão das modificações sofridas pelas espécies de seres vivos através dos séculos.
Seres vivos e adaptação
            O rato-canguru é um pequeno roedor que vive no deserto. Durante o dia, esconde-se em tocas profundas e relativamente frias, saindo apenas à noite em busca do alimento. As fezes desse rato são relativamente secas e seus rins produzem uma urina muito concentrada, com pouca água. Não possuem glândulas sudoríparas e, portanto, não suam.
            Nos desertos, o dia costuma ser muito quente e a disponibilidade de água é pequena. Escondendo-se de dia em tocas frias e perdendo pouca água através de fezes secas e de urina concentrada, além de não suar, o rato-canguru consegue viver e se reproduzir no deserto. Diz-se, então, que ele está adaptado às condições desérticas, isto é, possui uma série de características que contribuem para a sua sobrevivência e reprodução naquele ambiente.
            Da mesma maneira, as raposas do Ártico estão adaptadas para viver naquele ambiente, onde o frio é muito intenso. Entre outras características, esses animais possuem muitos pêlos longos e lanosos e uma grossa camada de gordura sob a pele. Esses pêlos e a camada gordurosa dificultam muito as perdas de calor para o meio, contribuindo para a manutenção de temperatura do corpo.
            Mas ratos-cangurus provavelmente não sobreviveriam no Ártico, nem raposas-árticas no deserto. Na natureza, s seres vivos estão adaptados ao ambiente em que vivem. Num outro ambiente ou quando o ambiente em que vivem muda, as mesmas características que lhe eram favoráveis podem se mostrar inúteis e até mesmo prejudiciais.
            Por isso quando vemos informações através dos meios de comunicação que uma região vai ser inundada, por exemplo, para a construção de uma usina hidrelétrica e que o meio-ambiente sofrerá conseqüências, estamos falando que os animais adaptados àquela região provavelmente irão morrer em razão da mudança de habitat e condições climáticas.
O conceito de seleção natural
            Em uma cidade inglesa chamada Manchester, em meados do século XIX, antes da industrialização da cidade, viviam mariposas de uma certa espécie: algumas claras e outras escuras. Mas o número de mariposas claras era muito maior.
            Depois que a cidade se industrializou, verificou-se o contrário: o número de mariposas escuras passou a ser muito maior. O que teria acontecido? 
            Antes da industrialização da cidade, o ar não era poluído. Não havia fuligem escura das fábricas; os troncos das árvores eram recobertos por liquens claros. Nesse ambiente de "fundo claro", as mariposas claras passavam mais despercebidas do que as escuras, quando posavam, por exemplo, numa árvore. Assim, pássaros insetívoros visualizavam melhor e devoravam mais as mariposas escuras. Dai, o grande números  de mariposas claras em relação às escuras. A coloração clara era, portanto, uma característica favorável para as mariposas que viviam naquele ambiente.
            Mas veio a industrialização. E o ambiente mudou. A poluição praticamente eliminou os claros liquens que recobriam o tronco das árvores. A fuligem contribuiu para dotar o ambiente de um "fundo escuro". Nessa nova situação, eram as mariposas escuras que passavam mais despercebidas; as claras, facilmente identificadas pelos pássaros, eram mas devoradas. O número de mariposas escuras, então, se tornou maior e a sua coloração passou a representar a característica favorável.
            Pelo exposto acima, podemos concluir que as mariposas apresentavam uma variabilidade de cores: algumas eram claras e outras eram escuras. O ambiente atuou selecionando essa variabilidade: antes da industrialização da cidade, as mariposas claras eram as mais bem adaptadas ao meio; tinham maiores chances de sobreviver e de gerar um maior número de descendentes. Depois da industrialização da cidade, o ambiente mudou e o critério de seleção também mudou: as mariposas escuras é que passaram a ser as mais bem adaptadas ao meio.
            Chama-se seleção natural esse mecanismo de o ambiente selecionar os organismos que nele vivem; os indivíduos portadores de características favoráveis tem maior chance de sobreviver e deixar descendentes férteis, enquanto os portadores de características desfavoráveis tendem a ser eliminados, pois terão menos chances.
            O conceito de seleção natural foi idealizado pelo cientista inglês Charles Darwin. A teoria da evolução tornou-se realmente aceitável para o mundo científico somente depois do trabalho desse cientista.

O que é evolução?
            O processo de transformação pelo qual passam os seres vivos, incluindo a origem de novas espécies e a extinção de outras através dos tempos, chama-se evolução. Esse processo vem acontecendo desde que a vida surgiu na Terra.
            Como vimos no capítulo anterior, acredita-se que os primeiros seres vivos surgiram no mar há mais ou menos 3,5 bilhões de anos. Eram seres relativamente simples, unicelulares e heterotróficos.
            Milhões de anos depois surgiram os seres unicelulares que já fabricavam seus próprios alimentos, usando a luz como fonte de energia. Muito tempo depois é que apareceram os seres pluricelulares, como as plantas e os animais.
            Mas como surgem as diferentes características existentes entre uma espécie e outra de seres vivos? Mesmo entre seres de uma mesma espécie, por que, por exemplo, algumas mariposas são claras e outras escuras?
            As várias características de um ser vivo são determinadas pelo material genético existente em suas células. Esse material genético compreende o conjunto dos genes que esse ser vivo possui. Os genes são formados pro substâncias chamadas de ácidos nucléicos. Simplificando, podemos dizer que temos, por exemplo, genes que determinam a cor dos nossos olhos, genes responsáveis pela cor de nossa pele, etc.
            Acontece que os vários genes de um indivíduo podem ter sua estrutura alterada de maneira espontânea ou pela ação, por exemplo, de certas substâncias. Essas alterações que o material genético pode sofrer são chamadas de mutações.
            As mutações permitem, então, o surgimento de características novas, que podem ser favoráveis ou não para a adaptação de um organismo no ambiente em que vive. Por meio da seleção natural, o ambiente modela uma determinada espécie, preservando os organismos que possuem características favoráveis para viver nele e permitindo que essas características sejam transmitidas a seus descendentes.
Reprodução sexuada e variabilidade genética
            Não só as mutações proporcionam variabilidade genética. A reprodução sexual também propicia uma grande mistura genética. Um indivíduo (macho ou fêmea) tem capacidade de produzir muitos tipos diferentes de gametas. Cada gameta irá unir-se - misturar seu material genético - a outro, que terá outra cominação genética, e assim por diante.
            Pense numa cadela, por exemplo, que tenha várias ninhadas, cada uma de um pai, um macho, diferente. Resultado: poderão nascer filhotes muito diferentes uns dos outros, quanto ao tamanho, cor, tipo de pêlos, etc.
Conclusão:
·          Os seres vivos se transformam ao longo dos séculos. As mutações e a reprodução sexuada, por exemplo, podem alterar as suas características; estas podem ser transmitidas de geração a geração.
·         O ambiente seleciona os seres que nele vivem. Indivíduos de uma determinada espécie, que possuam características favoráveis, tendem a sobreviver e deixar descendentes férteis, enquanto outros, que não têm essas características, tendem a ser eliminados, pois terão menores chances.
http://www.portalbrasil.net/educacao_seresvivos_evolucao.htm

ÁGUA

   
   A água é uma das substâncias mais comuns em nosso planeta. Toda a matéria (ou a substância) na natureza é feita por partículas muito pequenas, invisíveis a olho nu, os átomos.
     Cada tipo de átomo pertence a um determinado elemento químico. Os átomos de oxigênio, hidrogênio, carbono e cloro são alguns exemplos de elementos químicos que formam as mais diversas substâncias, como a água, o gás carbônico, etc.
  Os grupos de átomos unidos entre si formam moléculas. Cada molécula de água, por exemplo, é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. A molécula de água é representada pela fórmula química H2O.
  Em cada 1 g de água há cerca de 30 000 000 000 000 000 000 000 (leia: "trinta sextilhões") de moléculas de água.
Representação da molécula de água com os dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio.
 As cores são meramente ilustrativas e o tamanho não segue as proporções reais.

ÁGUA - Estados Físicos da Água

     Os estados físicos da água se dividem em líquida,sólido e gasoso.

Líquida: se encontra na maior quantidade no planeta. A água no estado líquido, não possui forma própria. Outra curiosidade é que a quantidade de água não muda quando transferida de um local para outro. A temperatura é um fator responsável por manter ou transformar a água em seus três estados físicos mais disponível para os seres vivos.

Sólido: é característico por possuir uma forma definida, por exemplo, a de um cubo de gelo. É importante saber que a água pura se congela à temperatura de zero grau Celsius, quando a pressão atmosférica é normal, ou seja, encontrada a nível do mar. Se pudéssemos enxergar as pequeníssimas partículas que compõem a água, notaríamos que estão bem juntas umas das outras e ocupando posições fixas, característica esta do estado sólido.

Gasoso: somos levados a pensar que a água no estado gasoso é qualquer forma de vapor-d'água. Na verdade, o vapor- d'água é diferente de água no estado gasoso. No estado gasoso, as partículas ficam muito afastadas umas das outras e não formam pequenas gotas como no vapor. A água no estado gasoso, bem como no de vapor-d'água, ocupa espaço, como no estado líquido, que se adapta aos recipientes em que se encontra. A diferença está no fato de que, se não tamparmos o recipiente que contém água neste estado físico, a água escapará para a atmosfera e ocupará um maior espaço.Então além de não ter forma definida, o estado gasoso pode também ocupar espaços ou volumes diferentes.


      Portanto, no estado sólido as moléculas de água vibram em posições fixas. No estado líquido, as moléculas vibram mais do que no estado sólido, mas dependente da temperatura do líquido (quanto mais quente, maior a vibração, até se desprenderem, passando para o estado gasoso, em um fenômeno conhecido como ebulição). Consequentemente, no estado gasoso (vapor) as moléculas vibram fortemente e de forma desordenada.

     Em consequência das mudanças de temperatura, a água sofre transformações, podendo passar de um estado para outro. Cada mudança de estado é um processo de transformação física da matéria e recebe nome distintos.

         Vaporização: mudança do estado líquido para o estado gasoso. 
      Essa mudança pode ocorrer quando aumenta-se a temperatura do líquido, chamando então ebulição, ou pela ação do vento, naturalmente, chamando-se de evaporação.
     Quando tomamos banho e enxugarmos nosso corpo, nossa toalha fica bem molhada. Passadas algumas horas, podemos perceber que a toalha secou, ou seja, a água acumulada evaporou, deixando-a seca. O mesmo acontece com as roupas lavadas, estendidas no varal. A ação do vento e o calor do sol favorecem a evaporação da água.

        Liquefação: passagem do estado gasoso para o estado líquido.
       É o caso que ocorre nas tampas das panelas. Podemos perceber que quando quentes, elas ficam cheias de água acumulada. Isso acontece porque o vapor da água se acumulam ali, fazendo com que voltem ao estado líquido. As nuvens são vapor de água condensado, acumulado.

        Fusão: passagem do estado sólido para o estado líquido. 
        Isso acontece em virtude do aumento da temperatura, ou seja, o gelo estava em um lugar muito frio e passou para um lugar mais quente.


          Sublimação: a mudança do estado sólido para o estado gasoso, sem passar pelo estado líquido. A naftalina, assim como o iodo são bons exemplos de substâncias sublimáveis.