Queijos



Queijos e suas diferenças – Roquefort x Gorgonzola e Camembert x Brie



    Os queijos são verdadeiras iguarias presentes em nosso dia a dia, e impressiona pela variedade existente em todo o mundo. Em cada pequena cidade do mundo, é possível experimentar um tipo de queijo especifico, que pode diferir no tipo de leite usado, na maneira como os animais foram criados, e etc.

     Em um cenário onde apenas na França (considerada a “terra do queijo) são mais de 400 tipos, podemos concluir que é impossível numerar as versões encontradas em todo o mundo. O que mais impressiona ao falar sobre queijos, é que mesmo existindo inúmeras versões, todos são diferentes, e isso pela forte ação do “terroir”, as características que o produto incorpora do lugar onde foi produzido.

    Existem também alguns exemplos de queijos com a mesma receita, porem com nomes diferentes e vindos de regiões distintas. Isso se explica primeiro pelo “terroir” como dito acima, pois mesmo tendo uma receita igual jamais terão o mesmo sabor, e também pela denominação de origem geográfica, onde determinado queijo só pode ser produzido e nomeado se for feito em uma região especifica.

   Alguns dos melhores exemplos para mostrar a diferença entre os queijos são os franceses Camembert, Brie, Roquefort e o italiano Gorgonzola. Esses 4 exemplos podem ser facilmente confundidos, e na maioria das vezes as pessoas não percebem a real identidade ao consumir.


– ROQUEFORT X GORGONZOLA – Queijos similares, mas com receitas e origens diferentes.

    O queijo Roquefort é o mais famoso “blue cheese” do mundo possuindo um mofo natural chamado “Penicilium roqueforti”. Originário da pequena cidade de Roquefort-sur-Souzon na França, leve esse nome apenas os queijos que tiverem maturação da forma tradicional, nas cavernas do monte Combalou ao sul da França. Nesse ambiente é considerado fundamental e indispensável pela umidade e pela circulação de ar, consideradas ideais.

   O Roquefort é produzido com leite cru de ovelha e tem textura bastante cremosa. A massa do queijo depois de pronta passa por um processo que se chama “piquage”, garantindo as condições para o crescimento dos fungos. Depois de todas as etapas de produção do queijo concluídas, a maturação final deve ser de no mínimo cinco meses.

   O queijo gorgonzola é o primo italiano do francês Roquefort, e a diferença mais importante são os leites utilizados na produção. Enquanto o queijo roquefort é produzido com leite de ovelha, o italiano gorgonzola é feito a partir do leite cru da vaca. Ambos são bem cremosos, mas até mesmo pelo leite de ovelha, o roquefort se diferencia pela intensidade do sabor.


  Há quase dois séculos sem ser produzido em sua cidade de origem (Gorgonzola-ITA), é atualmente o terceiro queijo mais consumido da Itália, atrás apenas dos emblemáticos parmegiano reggiano e do grana padano. A produção do Gorgonzola passou por uma modernização ao longo do tempo, e métodos tradicionais foram atualizados.

   Durante seu processo de produção, o queijo é salgado para perder o excesso de soro, e levado para um ambiente chamado “purgatótio” onde irá desidratar. Em seguida, ele é furado para que os fungos cresçam em seu interior, e levado para maturar em um ambiente úmido e com temperatura controlada. Depois de no mínimo 90 dias, momento onde desenvolve características únicas e potencializa os sabores, o queijo gorgonzola estará pronto para consumo.


– QUEIJO CAMEMBERT X BRIE– Receitas iguais, mas regiões diferentes

     Queijo e França são duas palavras que devem sempre andar juntas, em uma relação que impressiona pela variedade, e pela adoração das pessoas pelo produto. Como dito acima, são mais de 400 variedades em difícil tarefa de escolher o melhor. Entre os mais famosos e consumidos estão os queijos camembert e brie, que mesmo tendo nomes diferentes possuem receitas iguais.

    A diferença primordial entre os queijos citados está no local onde são feitos, nos tamanhos e no formato. O Camembert é originário da região da Normandia e feito em formato circular, já o Brie é originário da região que leva seu nome e vendido em formato triangular.


    Produzidos com leite de vaca cru tanto o Camembert quanto o Brie são cremosos, e cobertos por uma casca aveludada e comestível. Essa casca é um tipo de fungo chamado “Penicillium candidum”. Possuem uma textura bastante interessante e podem ser encontrados com diferentes graus de maturação, ou seja, mais ou menos forte ou suave.

   Os 4 exemplos citados acima são classificados em dois grupos diferentes, o Camembert e o Brie são queijos classificados como “pasta mole”, enquanto o gorgonzola e o roquefort são chamados de queijos azuis. O mais importante e fascinante nessa grande mistura de queijos, é que mesmo o método de produção sendo o mesmo jamais os queijos serão iguais, e isso se explica por uma série de fatores (terroir) que vai desde o tipo de leite usado, até a alimentação dos animais que vão produzir o leite.















FONTE: https://www.petitgastro.com.br/queijos-roquefort-x-gorgonzola-camembert-x-brie/

QUÍMICA - Fermentação

A Fermentação

        Uma mudança química em matéria animal e vegetal provocada por leveduras microscópicas, bactérias, ou mofos é  chamada de fermentação. Exemplos de fermentação são o azedamento de leite, o crescimento da massa de pão, e a conversão de açúcares e amidos em álcool. Muitas substâncias químicas industriais e vários antibióticos usados em medicamentos modernos são produzidos através de fermentação sob condições controladas.

        O resultado da fermentação é que uma substância seja  quebrada em compostos mais simples. Em alguns casos a fermentação é usada para modificar um material cuja modificação seria difícil ou muito cara se métodos químicos convencionais fossem escolhidos. A fermentação é sempre iniciada por enzimas formadas nas celas dos organismos vivos. Uma enzima é um catalisador natural que provoca uma mudança química sem ser afetado por isto. 
  
       A levedura comum é um fungo composto de minúsculas células tipo vegetais similares às bactérias. Suas enzimas invertase e zimase quebram  açúcar em álcool e gás carbônico. Elas crescem o pão e transformam suco de uva em vinho. Bactérias azedam o leite produzindo ácidos láctico e buturico. Células do corpo humano produzem enzimas digestivas, como pepsina e renina que transformam comida em uma forma solúvel. 
  
       Os produtos de fermentação foram usados desde a antiguidade. Habitantes das cavernas descobriram que a carne envelhecida tem um sabor mais agradável que a carne fresca. Vinho, cerveja, e pão são tão velhos quanto a agricultura. Queijo, que envolve a fermentação de leite ou creme é outra comida muito antiga. O valor medicinal de produtos fermentados é conhecido de há muito tempo. Os chineses usavam coalho de feijão-soja mofado para curar infecções de pele há 3.000 anos atrás. Os índios da America Central  tratavam feridas infetadas com fungos. 
  
 A verdadeira causa de fermentação, porém, não era compreendida até o século XIX. O cientista francês Louis Pasteur, enquanto estudando problemas dos cervejeiros e vinicultores da França, encontrou que um tipo de levedura produz vinho bom, mas um segundo tipo torna-o azedo. Esta descoberta conduziu à teoria da origem de doenças de Pasteur . 
  
        A química das fermentações é uma ciência nova que ainda está em suas fases mais iniciais. É a base de processos industriais que convertem matérias-primas como grãos, açúcares, e subprodutos industriais em muitos produtos sintéticos diferentes. Cepas cuidadosamente selecionadas de mofos, leveduras e bactérias, e são usadas. 
  
        A Penicilina é um antibiótico que destrói muitas bactérias causadoras de doenças. É derivado de um mofo que cresce em uma mistura fermentativa de substâncias cuidadosamente selecionadas para este propósito. A Penicilina industrial e muitos outros antibióticos se tornaram uma área muito importante da indústria farmaceutica.


        O Ácido cítrico é uma das muitas substâncias químicas produzidas por microorganismos. É usado em limpadores de metal e como um preservativo e agente de sabor em alimentos. O Ácido cítrico é responsável pelo sabor azedo de frutas cítricas. Poderia ser obtido delas, mas necessitaria muitos milhares de frutos para produzir a quantia de ácido cítrico atualmente feita pela fermentação de melado com o mofo Aspergillus niger. 
  
        Um produto de fermentação, Terramicina, é adicionado a rações animais para acelerar o crescimento dos animais e os proteger de doenças. Certas vitaminas são feitas através de fermentação de mofos; e as próprias enzimas, extraídas de vários microorganismos, têm muitos usos na fabricação de alimentos e medicamentos.

 
Extraído da Enciclopédia Interativa Compton, Compton’s NewMedia, Inc.
FONTE: http://penta.ufrgs.br/~julio/pao/aferment.htm

Astronomia - Lua, Super Lua, Eclipse e Lua de sangue.



         Superlua e eclipse total ocorrem ao mesmo tempo na noite deste domingo

   Eclipse poderá ser observado durante mais de uma hora a partir de 23h11. Lua estará em seu ponto mais próximo da Terra.

        Em seu ponto mais próximo da Terra, a Lua, que estará grande e luminosa, se vestirá de vermelho no final deste domingo (27) em um eclipse total, um fenômeno magnífico que só voltará a acontecer em 2033. "As condições convergem para que seja um eclipse espetacular", garantiu o astrônomo Pascal Descamps, do Observatório de Paris, à agência AFP.

       O eclipse total da Lua poderá ser observado durante mais de uma hora, por volta das 23h11 até 0h23 (horário de Brasília), do continente americano até o Oriente Médio. Segundo o astônomo Cassio Barbosa, autor do blog Observatório, o Brasil estará em situação privilegiada para acompanhar o evento.

     A Lua não produz luz própria, aproveitando a que recebe do Sol. No domingo, o astro estará alinhado com o Sol e a Terra.

    "Teremos um eclipse total porque a sombra da Terra engolirá toda a Lua", explicou à AFP Pascal Descamps. "A circunferência de sombra da Terra mede aproximadamente três vezes o tamanho aparente de nosso satélite", afirmou, podendo absorver a totalidade da Lua.

     A Lua vai desaparecer do nosso campo de visão, privada dos raios solares, e reaparecerá pintada de vermelha - por isso, também é conhecida como "lua sangrenta" ou lua de sangue.

   O vermelho se deve a um fenômeno luminoso. É pela refração dos raios solares que atravessam a atmosfera , com exceção dos vermelhos. Estes últimos sofrerão outro fenômeno: a atmosfera os desviará e iluminarão a superfície lunar.


fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/09/superlua-e-eclipse-total-ocorrem-ao-mesmo-tempo-na-noite-deste-domingo.html

ELEIÇÕES 2026 X ESCOLA LAICA

  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...