Dinossauros


         Para incrementar as aulas sobre a origem dos seres vivos. Os alunos montaram modelos de dinossauros em papel.










          A situação de aprendizagem aborda conhecimentos sobre moléculas de DNA e formação dos primeiros seres vivos. 
           Com a exibição o filme Parque dos Dinossauros que mostra de forma clara e interessante sobre a importância dos fósseis, os alunos puderam perceber a importância da pesquisa científica para a construção do conhecimento.

Sinopse do filme: Um parque construído por um milionário (Richard Attenborough) tem como habitantes dinossauros diversos, extintos a sessenta e cinco milhões de anos. Isto é possível por ter sido encontrado um inseto fossilizado, que tinha sugado sangue destes dinossauros, de onde pôde-se isolar o DNA, o código químico da vida, e, a partir deste ponto, recriá-los em laboratório. Mas, o que parecia ser um sonho se torna um pesadelo, quando a experiência sai do controle de seus criadores.

Data de lançamento: 13 de junho de 1993 (Brasil)

Direção: Steven Spielberg
Música composta por: John Williams
Canção original: Theme From Jurassic Park
Autor: Michael Crichton

Elenco: Sam Neill, Laura Dern, Jeff Goldblum
Gêneros: Aventura, Ficção científica
Nacionalidade: EUA
Título original: Jurassic Park
Distribuidor: UNIVERSAL PICTURES

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        Neste mesmo ano, 2015, enquanto abordávamos o tema dinossauros e origem da vida, o Shopping de Piracicaba promoveu uma exposição sobre os dinossauros. 












Os microrganismos e a produção de alimentos - 2015

     Para desenvolver o conhecimento de seres vivos associados a tecnologias, os alunos da Escola Estadual profa. Leontina Silva Busch se envolveram no estudo de como os microrganismos são usados na produção de alguns alimentos. 
       
        Desta forma, eles trabalharam com a análise de várias receitas culinárias que fazem uso do fermento, e prepararam uma receita de pão doce.












              Nesta aula prática os alunos puderam observar a ação do fermento sobre algumas substâncias e entender como ocorre o crescimento da massa.





Fonte: Caderno do Aluno - 7° ano - Governo do Estado de São Paulo.

Microrganismos - Experimento

      Os alunos do 7° ano da Escola Estadual Prof. Leontina Silva Busch desenvolveram um experimento para "caçar" os microrganismos. Em grupos, os alunos prepararam um meio de cultura, isto é, uma preparação ideal para cultivar e manter os microrganismos vivos. 
       O meio de cultura pode ser sólida, liquida ou gelatinosa e deve conter energia e todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento desses seres vivos. Os alunos preparam um meio gelatinoso, usando gelatina incolor, açúcar e caldo de carne. 
           Preparado o meio de cultura, os alunos esfregaram uma haste flexível de algodão em locais da escola onde acreditavam existir muitos microrganismos e depois passaram levemente sobre a superfície de suas placas com o meio de cultura, fechando com filme plástico.
            O experimento ficou em repouso em local seco e arejado por 5 dias.








          Após coletada as amostras de microrganismos, os recipientes foram fechados com filme plástico e foram colocados em local seco e arejado. Assim os microrganismos se desenvolveram.



 
 
 






Fonte: Caderno Do Aluno - 7°ano - Governo do Estado de São Paulo.

Biotecnologia


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Os seres humanos descobriram a muito tempo atrás que seres vivos microscópios podem ser utilizados na produção de alguns alimentos. Até hoje, tal função é estudada por pesquisadores do mundo todo. 

Neste post trago alguns trechos de artigos publicados por pesquisadores sobre o tema Biotecnologia e a ação dos microrganismos na produção de alimentos.

No artigo "MICRORGANISMOS DE USO BIOTECNOLÓGICO" de  Rosemary Neves dos Santos, Aldenir de Oliveira Alves e Elineide Barbosa da Silveira, os pesquisadores afirmam que a biotecnologia é a aplicação de organismos e de sistemas biológicos na produção de bens e serviços. Tradicionalmente, a aplicação da biotecnologia na indústria de alimentos se restringia à produção de pães, queijos, álcool, vinagre e iogurte. Mais recentemente, houve um aumento do interesse pelo uso dessa tecnologia na extração e produção de ingredientes não nutritivos, biologicamente ativos. Existem muitos progressos nas técnicas de produção de alimentos e bioingredientes por fermentação, por processos enzimáticos e por engenharia genética a partir de sistemas biológicos derivados do DNA recombinante. Segundo Tortora et al. [3], a produção em larga escala de microrganismos, células ou componentes celulares e seus produtos são o resultado da biotecnologia. Há centenas de anos, as pessoas têm consumido alimentos que são produzidos pela ação de microrganismos. Mas, só a pouco mais de cem anos, os cientistas demostraram que os microrganismos são responsáveis pela produção de muitos produtos, podendo ser usado como matéria-prima barata e abundante, a temperaturas e pressões normais, evitando a necessidade de sistemas pressurizados, caros e perigosos e, de modo geral, não produzem resíduos tóxicos. Esse desenvolvimento rápido levou a uma melhor compreensão das relações entre microrganismos específicos e seus produtos e atividades. Indústrias específicas tornaram-se ativas em pesquisas microbiológicas e os selecionaram pelas suas qualidades especiais.

Por exemplo, o professor Anthony Sinksey, do Massachusetts Institute of Technology, e seu antigo aluno Oliver Peoples desenvolveram uma tecnologia patenteada do MIT para fazer plástico de milho. O projeto teve início quando Peoples começou a sequenciar o gene da bactéria R. eutropha no laboratório de Sinskey. Esse gene codifica uma enzima que permite à bactéria produzir polihidroxialcanoato (PHA) — uma forma natural de poliéster. Ela precisa apenas de luz do sol, água e uma fonte de carbono para sintetizar o material que utiliza para armazenar carbono e energia. A ideia, a partir dessa descoberta, era aumentar a capacidade de produção da bactéria para que ela pudesse ser usada para fins comerciais. No processo de engenharia metabólica desenvolvido por eles, diferentes genes de diferentes bactérias são incorporados na espécie E. coli, criando uma raça que produz PHA em níveis muito maiores que em bactérias naturais.O uso de materiais agrícolas ajuda a reduzir a quantidade de petróleo utilizada para fazer plásticos tradicionais. Atualmente, segundo os pesquisadores, são necessários dois milhões de barris de petróleo por dia para fabricar plásticos.

Diante do progresso que a biotecnologia vem desenvolvendo na fabricação de produtos e serviços com impacto na vida do produtor e consumidor, os pesquisadores Rosemary Neves dos Santos, Aldenir de Oliveira Alves e Elineide Barbosa da Silveira reuniram informações visando a importância da biotecnologia. Nas informações obtidas, foram abordadas a utilização dos microrganismos em processos biotecnológicos e seus benefícios para o homem e o meio ambiente. 


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A fermentação por microrganismos é a tecnologia de bioprocessamento mais antiga e também a mais conhecida. Os produtos da fermentação eram originalmente derivados de uma série de reações catalisadas pelas enzimas que eles utilizavam no metabolismo da glicose. Neste processo para obtenção de energia, os microrganismos sintetizam produtos secundários que são amplamente utilizados, a citar: dióxido de carbono, para a fermentação de pães; etanol, na fabricação de vinhos e cerveja; ácido lático, na de iogurtes; ácido acético (vinagre), para conservação de alimentos; entre outros . 

Estes microrganismos são utilizados na produção de antibióticos, aminoácios, hormônios, vitaminas, solventes industriais, pesticidas, agentes processadores de alimentos, pigmentos, enzimas, inibidores e fármacos. As bactérias lácticas (BL), Gram-positivas e anaeróbias facultativas, são capazes de converter açúcar em ácido lático, estando associadas ao preparo de iogurtes, queijos, leites, pães, manteiga, vinhos, carnes, embutidos, picles e silagem. Uma atividade probiótica exercida pelas BL’s é higienizar o tubo digestivo, que hospeda uma microbiota abundante, defendendo o hospedeiro de infecções digestivas causadas por bactérias patogênicas. As vitaminas também podem ser sintetizadas por microrganismos, como por exemplo a riboflavina, cobalamina, ácido ascórbico, β-caroteno e ergosterol. Uma outra forma de utilização é na produção de vacinas de DNA, que consiste em um vetor de expressão, no qual se insere uma construção genética com o gene codificador do antígeno, um promotor eucarionte, sequências acentuadoras e um gene seletivo (marcador). Oferece vantagens por não possuir riscos de causar infecção, seus plasmídeos podem ser desenhados para carrear vários genes e a imunidade adquirida persiste por um longo período. Tortora et al. [3] relata que todos os antibióticos eram originalmente produtos do metabolismo microbiano. Hoje são selecionados os mais produtivos por manipulação genética e nutricionais. A extração do antibiótico é dificultada pela baixa concentração do produto (1 a 2%) de caldo fermentado, sensibilidade dos antibióticos ao pH, temperatura e a presença de vários outros materiais dissolvidos ou em suspensão no caldo fermentado. As três fases básicas do processo de extração de antibióticos são: retirada de sólidos, extração ou fracionamento, concentração e purificação do antibiótico. A diversidade de enzimas microbianas úteis é quase sem limite e pode trazer um futuro bastante promissor. O desenvolvimento dos métodos de fermentação para produção de enzimas por microrganismos não tem assegurado um suprimento potencialmente ilimitado, mas tornou possível a gênese de novos sistemas enzimáticos que não puderam ser obtidos das fontes animais e vegetais. 

Sendo assim, os microrganismos têm sido amplamente úteis para a humanidade, mesmo quando era desconhecida sua existência, hoje representam uma tecnologia promissora em diversos ramos da biotecnologia. São necessários mecanismos legais para proteger a riqueza biológica do Brasil, assegurando dividendos, promovendo a conservação da biodiversidade e permitindo o treinamento de pesquisadores comprometidos com o país. 



Referências 

www.eventosufrpe.com.br/jepex2009/cd/resumos/R0122-3.pdf

http://eco4planet.com/blog/plastico-biodegradavel-e-feito-de-milho/

Microrganismos


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    Os Microrganismos são uma forma de vida que não pode ser visualizada sem auxílio de um microscópio. Estes seres diminutos podem ser encontrados no ar, no solo, e, inclusive, no homem.Com relação ao seu contato com o homem, este pode ocorrer de forma positiva e indispensável à vida (bactérias nitrificantes) ou bastante negativa, neste caso, os efeitos prejudiciais à saúde, e, até mesmo à vida do homem, se dá pelo contato com Microrganismos patogênicos (causadores de doenças).


Estes seres tão minúsculos não são todos iguais, eles podem ser muito diferentes em tamanho e modo de vida. Contudo, todos têm em comum uma estrutura bastante simples e a impossibilidade de serem vistos sem o uso de microscópio.


O conhecimento deste tipo de vida se deu graças a descobertas ocorridas ao longo de muitos anos. O ápice destas descobertas ocorreu em 1878, quando Pasteur apresentou a "Teoria dos Germes", a partir daí, deu-se início a chamada Era Bacteriológica.


As pesquisas de Pasteur foram acompanhadas por um grande número de cientistas e médicos. Alguns deles, impressionados pelas descobertas, promoveram mudanças bastante significativas em seus métodos de trabalho.


 Além dos Microrganismos já identificados e classificados (bactérias, fungos, parasitas), havia uma outra categoria que só pôde ser observada após a invenção do microscópio eletrônico. Tratava-se de um ser de estrutura organizacional bastante simples e de existência já presumida: o vírus.

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Importância da invenção do microscópio


 Somente após a invenção do microscópio, foi possível identificar uma grande variedade de seres vivos. A partir daí, eles passaram a fazer parte da classificação dos seres vivos em reinos. 


Eles compõem o Reino Monera (seres unicelulares como bactérias e algas azuis), Protista (seres unicelulares como protozoários e algas eucariontes) e Fungi ( seres uni ou pluricelulares como fungos elementares e fungos superiores).





Fonte:http://www.todabiologia.com/microbiologia/microorganismos.htm

Reprodução

Reprodução Sexuada

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      A reprodução faz parte do ciclo de vida dos seres vivos. Através dela, os organismos adultos produzem descendentes, "filhos". Para realizar esta função, os seres vivos podem utilizar-se de dois meios de reprodução: 
  • Reprodução Assexuada Leia mais
  • Reprodução Sexuada
      Sobre a  reprodução assexuada, você clica no link "Leia mais" para os detalhes, pois este post será sobre a reprodução sexuada.

     Na reprodução sexuada é necessário o envolvimento de dois seres vivos, pois ela acontece da união de duas células especiais, chamadas gametas. Cada indivíduo neste envolvimento libera seus gametas, que se fundem formando um novo indivíduo.
      Os gametas são também chamadas de células sexuais.
     Os seres vivos do sexo feminino, produzem células sexuais femininas. E os do sexo masculino, produzem células sexuais masculinas.

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      Com exceção dos vírus e bactérias, todos os demais seres vivos utilizam dessa via reprodutiva para perpetuação da espécie. 
      A união dos gametas é chamada de fecundação ou fertilização. Por esse processo os gametas, de uma mesma espécie, se fundem para originar a célula ovo (zigoto) que dará origem a um novo indivíduo.
      Durante a fusão, os núcleos gaméticos se unem, havendo uma mescla do conteúdo cromossômico, do DNA presente em cada gameta. Assim, esse mecanismo torna-se importante, porque existe o compartilhamento de material genético, o que aumenta a variabilidade genética.
    Nos animais, por exemplo, na espécie humana, os espermatozoides (gameta masculino) são células pequenas e móveis, enquanto o óvulo (gameta feminino) é uma célula grande e sem mobilidade própria.
Os organismos com reprodução sexuada podem receber as seguintes denominações de acordo com a complexidade da estrutura reprodutiva:
Organismos Dioicos → aqueles que apresentam sexos separados conforme o gênero (macho e fêmea);
Organismos Monoicos → aqueles que possuem os dois sexos, o masculino e o feminino, consequentemente produzem os dois tipos de gametas na mesma unidade estrutural (hermafroditas).
Alguns indivíduos monoicos se reproduzem por fecundação cruzada, nesse caso propiciando variabilidade genética (com enorme frequência em plantas e Oligochaetas / minhoca). Outras utilizam a autofecundação como artifício reprodutivo, uma forma evolutivamente prejudicial à espécie por não causar fluxo gênico entre os indivíduos de uma população (pode ser observado em cultivares de feijão).
Por Krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia
Fontes: http://brasilescola.uol.com.br/biologia/sexuada.htm

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