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Hiperrealismo

       Quando o tema é comida todo mundo fica com água na boca, mesmo se estamos discutindo a digestão destes alimentos. Mas hoje irei lhes mostrar sobre como os alimentos influenciam a obra de muitos artistas. 

     
     A expressão “encher os olhos” talvez case perfeitamente com o trabalho desenvolvido pelo artista holandês Tjalf Sparnaay. Seus quadros, pintados a óleo, seguem o estilo “megarrealista” e, de fato, parecem pratos prontos para serem devorados. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
   No entanto, os cheeseburgueres, batatas e sobremesas pintadas pelo artista podem alcançar um preço bem mais salgado do que o produto real: alguns quadros chegam a 45 mil euros.
    Sparnaay investiu os últimos 25 anos aperfeiçoando seu ofício, pintando alimentos diariamente com um realismo espetacular. “Eu crio os temas para minhas telas com base na realidade do dia a dia, utilizando itens triviais ou mundanos. Minha intenção é dar a estes objetos uma alma, uma presença”, explicou o artista de 58 anos.
   Tjalf é considerado um dos mais importantes pintores no segmento do megarrealismo, que é parte do hiper-realismo, movimento global de arte. Ele afirmou que pretende criar um trabalho com o qual o espectador encontre algo acessível e simples. “Espero que minhas pinturas permitam ao espectador a ‘re-experiência’ da realidade, o redescobrimento da essência das coisas que se tornaram tão comuns, do seu DNA até o nível universal da estrutura, em toda a sua beleza. Eu chamo a beleza do lugar-comum contemporâneo”, comentou.
    O artista disse ainda que, em uma era saturada de imagens, onde qualquer coisa pode ser reproduzida, em qualquer lugar e em quantidade ilimitada, “tornou-se evidente que as imagens raras, únicas e poderosas passaram a ser admiradas com mais profundidade”.

http://culinaria.terra.com.br/receitas/cozinha/artista-cria-imagens-megarrealistas-de-comida-veja-fotos,1773823252afa310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html



HISTÓRIA - Escultura - Arte Mesopotâmica

           É muito bom saber das coisas, entender o mundo, as pessoas, os fenômenos naturais. Porém, para saber sobre qualquer coisa é preciso estudar, vivenciar. A escola não precisa ser chata, mas tem que ser reinventada. E eu, como professora, procuro fazer o melhor que posso.
           Estudando HISTÓRIA com os alunos do 6°ano do ensino fundamental da E.M. Isabel Figueroa Bréfere, foi possível conhecer um pouco sobre os povos que viveram na região chamada Mesopotâmia, suas características e um pouco da sua arte. Em uma aula na sala de informática, eu, juntamente com a POENTE Rosângela, mostramos aos alunos imagens de algumas esculturas de autoria dos povos suméricos e babilônicos.
           Os alunos trouxeram para escola argila ou massa de modelar e foi proposto a eles que reproduzissem a obra que mais haviam gostado, dando-lhes a oportunidade de desenvolver novas habilidades. Abaixo está o resultado deste aprendizado contínuo.

























Venerador Sumério
 
Deusa Babilônica

Bloco de argila com pictogramas - escrita cuneiforme

Bloomsday - 16 de Junho

      

   O Bloomsday é um feriado comemorado em 16 de Junho na irlanda em homenagem ao livro Ulisses, de James Joyce. É o único  feriado em todo o mundo dedicado a um livro, excetuando-se a Bíblia.
      O Bloomsday é comemorado pelos amantes da literatura com d
iversos eventos oficiais e não oficiais. Também é comemorado todos os anos em vários lugares e em várias línguas. Em comum entre os muitos dedicados entusiastas e simpatizantes envolvidos nestas comemorações há o esforço por relembrar os acontecimentos vividos pelos personagens de Ulisses pelas dezenove ruas da cidade de Dublin.
     Ulisses relata a odisséia do personagem Leopold Bloom durante 16 horas do dia 16 de junho de 1904 e é considerada um dos marcos da literatura contemporânea ocidental.
     Hoje o Bloomsday é uma efeméride inserida no calendário cultural de vários países que não é nem um pouco restrita ao círculo dos leitores das cerca de 900 páginas da obra Ulisses. É uma festa que pode acontecer em qualquer lugar onde se leia ou se discuta James Joyce e o Ulisses.

Ulisses - A saga de 24 horas na vida de um homem comum é o alicerce deste livro que mudou os paradigmas da narrativa moderna.


"Um romance para acabar com todos os romances." Foi assim que parte dacrítica literária recebeu o lançamento de Ulisses em Paris, em 1922. Depois de quase oito anos debruçado sobre o livro, o irlandês James Joyce (1882-1941) finalmente lançava a versão integral da sua grande obra. A publicação seriada na Little Review, de Chicago, havia sido embargada dois anos antes pela Corte Suprema dos Estados Unidos, que acusou o romance de ser "imoral e obsceno". 

Mais que um escândalo institucional ou o "fim do romance", Joyce tinha criado uma epopeia moderna. Baseando-se na Odisseia de Homero, ele metamorfoseava o herói clássico Odisseu, ou Ulisses, em Leopold Bloom, um judeu de meia-idade que trabalha como agente publicitário em Dublin, na Irlanda, e é casado com uma mulher infiel. Segundo Antônio Houaiss, quem primeiro verteu o romance para o português, Joyce quis em Ulisses mostrar como "o fluxo de cada vida é tão heroico ou vulgar como o mito de Ulisses ou Ulisses mesmo". 

O enredo das quase mil páginas do romance acompanha as 24 horas do dia 16 de junho de 1904 na vida de Bloom. Ele acorda, toma café, vai ao trabalho, comparece ao enterro de um amigo, almoça, vai à biblioteca, ouve música em um pub, caminha à beira-mar, vai a um bordel e volta para casa. O que pode parecer um dia enfadonho na vida de um homem nada especial é transformado por Joyce em um universo simbólico e palco para reflexões filosóficas, debates religiosos e de consciência. 

Formalmente, a obra se divide em 18 episódios agrupados em três partes que remetem às epopeia de Homero. A Telemaquia, primeira seção do poema grego, que narra a viagem do filho de Ulisses em sua busca pelo pai, corresponde aos três primeiros capítulos de Ulisses, que descrevem cenas do cotidiano do professor de história Stephen Dedalus. 

O personagem, protagonista de Um Retrato do Artista quando Jovem, obra anterior de Joyce, é mostrado como um jovem perturbado pela busca de um pai, já que o seu abandonou a família. O professor encontra a figura paterna em Bloom, que não por acaso havia perdido prematuramente o filho. Nas horas do dia em que se conhecem e dialogam, Bloom e Dedalus se completam, um em sua busca, outro em sua carência. 

Na segunda parte do romance, começam as ser narrados os percalços do cotidiano do irlandês. Essa seção corresponde à segunda parte da Odisseia, quando o herói grego enfrenta inúmeros desafios ao longo dos dez anos que o separam de Ítaca. Vários episódios do dia-a-dia de Bloom narrados nesse segmento encontram paralelos com os desafios de Ulisses. O enterro de seu amigo Paddy Dignam pode ser associado à descida de Odisseu ao território de Hades, o mundo subterrâneo dos gregos, e a visita ao bordel, escrita na forma de uma peça teatral, remete à estada do grego na ilha da deusa Circe.

Cultura é Tudo!

    Galerinha ligada em artes e que curte apreciar qualquer forma da expressão artística mas não pode ir a todos os museus que existe no mundo e no Brasil, pode se deliciar com as visitas virtuais. Pois é, abaixo, estão sites que proporcionam a você um super visão de obras de grandes artistas do mundo. É só entrar e conferir!!



http://mv.vatican.va/3_EN/pages/MV_Visite.html
http://www.louvre.fr/en/visites-en-ligne
http://www.eravirtual.org/pt/
http://www.googleartproject.com/pt-br/


ELEIÇÕES 2026 X ESCOLA LAICA

  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...