Mostrando postagens com marcador professores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador professores. Mostrar todas as postagens

Volta às Aulas


Resultado de imagem para volta a s aulas

Mais um ano letivo se inicia. 
Que seja muito produtivo!

          Todo início de ano escolar é uma festa, para os pais... para muitos alunos também. Rever os colegas e compartilhar os momentos das férias é sempre muito prazeroso, porém estou aqui para lembrar que a ESCOLA é muito mais do que isso.

 Escola é
 ... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.

O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.

E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede, Indiferente, frio, só.

Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade, É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!

Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil! Estudar, trabalhar, crescer, 
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.


(Paulo Freire)

Imagem relacionada

            



Novos modelos de sala de aula

     Nós professores estamos em constante estudo e aprimoramento. E em uma das minhas pesquisas e leituras, encontrei o texto do professor da USP, José Moram, que publicou na Revista Educatrix um trabalho sobre novos modelos de sala de aula. 
     Sabemos que o mundo está mudando e que é necessário rever os modelos de educação. Então, vou disponibilizar este trabalho para que todos que procuram novas perspectivas para a sala de aula.
Imagem relacionada

Novos modelos de sala de aula José Moran Professor da USP. Orientador de projetos inovadores na educação
 www2.eca.usp.br/moran 
Publicado na Revista Educatrix, n.7, Editora Moderna, p. 33-37


     "A sala de aula tradicional é asfixiante para todos, principalmente para os mais novos. Está trazendo pressões insuportáveis para todos: Crianças e jovens insatisfeitos, professores estressados e doentes, porque há questões mais profundas que exigem novos projetos pedagógicos. Insistimos num modelo ultrapassado, centralizador, autoritário com professores mal pagos e mal preparados para ensinar um conjunto de assuntos, que os destinatários – os alunos – não valorizam. Se não mudarmos o rumo rapidamente, caminhamos para tornar a escola pouco interessante, relevante, só certificadora.       Não basta aumentar o número de horas na escola (período integral) se mantivermos uma estrutura fragmentada de ensinar cada assunto, matéria, área de conhecimento. Quando insistimos em melhorar os processos sem mudar o modelo convencional, ele não nos serve para um mundo que exige pessoas muito mais competentes em lidar com a mudança, com a complexidade, com a convivência em projetos diferentes e com pessoas de culturas e formações diferentes. A escola padronizada, que ensina e avalia a todos de forma igual e exige resultados previsíveis, ignora que a sociedade do conhecimento é baseada em competências cognitivas, pessoais e sociais, que não se adquirem da forma convencional e que exigem proatividade, colaboração, personalização e visão empreendedora.       A sala de aula se amplia, dilui, mistura com muitas outras salas e espaços físicos, digitais e virtuais, tornando possível que o mundo seja uma sala de aula, que qualquer lugar seja um lugar de ensinar e de aprender, que em qualquer tempo possamos aprender e ensinar, que todos possam ser aprendizes e mestres, simultaneamente, dependendo da situação, que cada um possa desenvolver seu ambiente pessoal de aprendizagem (PLE) compartilhando-o com outros e neste compartilhamento, enriquecendo-se mutuamente. Este novo cenário pressiona o conceito de sala de aula tradicional. Não é necessário ir sempre a um mesmo lugar para aprender, não precisamos estar sempre com um especialista para aprender, e mesmo quando estamos num espaço convencional como a sala de aula, podemos modificar o que acontece nela: a utilização do espaço de diversas formas, a diversificação de atividades (individuais, grupais e coletivas), as analógicas e as digitais, as de profunda interação física e as de profunda interação virtual. 
     É impossível hoje falar das diferentes salas de aula porque o que está mudando é o mundo, o acesso e compartilhamento de informações e construção individual e coletiva do conhecimento. Se mudamos como aprendemos a sala de aula, esta nunca será mais a mesma (mesmo quando não muda de lugar).
    As escolas que nos mostram novos caminhos estão mudando o modelo disciplinar por modelos mais centrados em aprender ativamente com problemas, desafios relevantes, jogos, atividades e leituras, combinando tempos individuais e tempos coletivos; projetos pessoais e projetos de grupo. Isso exige uma mudança de configuração do currículo, da participação dos professores, da organização das atividades didáticas, da organização dos espaços e tempos."


   Acesse aqui o artigo: Trabalho na íntegra.

É hora de estudar!


O que fazer quando seu filho não gosta de uma matéria?

Quando a criança vai mal em uma matéria, pais e escolas devem se reunir para analisar os motivos e encontrar soluções.

                                                                                              Texto Adriana Carvalho

É possível fazer com que seu filho passe a gostar de determinadas matérias. Atividades lúdicas e exemplo dos pais aproximam os pequenos dos conteúdos. Seu filho torce o nariz para Matemática? Diz que não vê nenhuma graça em História? Não suporta Ciências? Quando a criança mostra dificuldades ou resistências com uma ou mais matérias, prejudicando o seu rendimento escolar, a primeira ideia que pode passar pela cabeça dos pais é que é necessário procurar ajuda de um professor particular ou do reforço escolar. Porém, antes de recorrer a essa solução, primeiro é necessário investigar os motivos da dificuldade do aluno. 


A raiz do problema pode estar nas mais diversas causas, desde a dificuldade de compreensão do conteúdo, passando por falta de disciplina para estudar e até mesmo por problemas de relacionamento com o professor. “Pais e escola devem ter sempre o olhar atento para perceber quando o aluno apresenta problema com uma matéria. Quando isso acontece, é necessário que ambas as partes se reúnam para analisar causas e possíveis soluções”, afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. Ela acrescenta que não se pode deixar de ter uma boa conversa com a criança, para entender seus motivos. Esse diálogo não será o momento de cobrar da criança bons resultados, mas sim de procurar oferecer ajuda para superar o problema. “O papel do professor também é muito importante e por vezes é necessário dedicar uma atenção individual maior ao aluno quando ele apresenta baixo rendimento”, explica Valéria.

Além disso, há a questão das aptidões: desde cedo dá para notar as preferências e a vocação das crianças para determinadas disciplinas. “Ter preferências é normal em qualquer dimensão nossa vida: temos uma cor preferida, um livro, um amigo. E isso é comum nos estudos também, onde os alunos mostram suas preferências e habilidades em determinadas áreas. Mas cabe aos adultos aproximá-los de todas as áreas para que eles tenham um amplo repertório de conhecimentos. Muitas vezes o estímulo pode até fazer com que eles passem a gostar da área que diziam não gostar”, afirma. 


Seja qual for o motivo de o seu filho não gostar de uma matéria, o importante é mostrar para a criança que ela está em uma fase em que precisa se desenvolver em todas as áreas para que tenha uma base sólida de conhecimentos. Segundo Valéria Galego, despertar o interesse das crianças por cada uma das disciplinas ensinadas na escola pode ser mais simples do que se pensa. “Há muita coisa em nosso cotidiano que pode aproximar as crianças dos estudos. Nem precisamos sair de casa para encontrar pistas de biologia, da física, da matemática. O que precisamos é mudar o foco do olhar”, diz Valéria. Uma simples chuva que cai pode ser um objeto de estudo de ciências. “Da mesma forma, ao montar a mesa para o jantar podemos falar sobre as influências da cultura no modo como nos alimentamos ou podemos entrar nas questões matemáticas do tempo e das quantidades utilizadas para o preparo”, explica ela. 

Há também uma série de atividades que podem despertar o gosto por disciplinas diversas, conforme ressalta Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix: “Os pais também podem levar os filhos a museus, a teatros, ao cinema, para que garantam uma maior percepção da realidade e do mundo. Também podem ler livros, ouvir música. Com essas atividades a criança vai despertar sua criatividade e vivência em várias áreas de estudo”.

Para romper as resistências que os filhos possam ter com uma matéria, outro ponto crucial é que os pais não deem o mau exemplo. “Quase sempre escuto pais dizendo ‘meu filho não gosta de Matemática, eu não gostava, minha esposa muito menos’. Quando os pais mudam o discurso, tudo fica mais simples e claro para os filhos”, diz Valéria Galego. Segundo ela, é preciso direcionar o olhar das crianças para o que está acontecendo a sua volta. “Dessa forma elas vão descobrir que além dos muros da escola também se aprende”, afirma a orientadora.

1. O que fazer quando seu filho não gosta de Matemática

Para gostar de qualquer disciplina, inclusive da Matemática, considerada assustadora para muita gente, é preciso entender a sua utilidade e a sua lógica. Quando uma matéria é imposta como algo que demanda apenas decorar um sem número de fórmulas e cálculos sem sentido, não é possível aprender com prazer. Segundo Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix, em São Paulo, os pais podem estimular a criança a gostar da Matemática, fazendo-a perceber onde ela está presente em seu dia a dia em atividades bem simples. Podem, por exemplo, ensinar os conceitos de fração ao pedir que o filho corte 1/4 do pedaço do bolo ou ajudem a conferir se o caixa da loja entregou o troco correto. "Eles também podem fazer com que os filhos participem do orçamento familiar. Por exemplo, podem mostrar aos filhos quanto se gasta no mercado ou com atividades de lazer. Ao dar a mesada ao filho, podem falar que ele poderia guardar 10% e ajudar a criança a fazer o cálculo", diz ela.

2. O que fazer quando seu filho não gosta de Língua Portuguesa

Uma arma muito importante para gostar da Língua Portuguesa é a leitura, conforme pontua afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. "A leitura aproxima todos nós da língua de forma prazerosa. Se seu filho resiste a ler, leia para ele. Deixe que a leitura faça parte da sua rotina diária. Ou ainda, escolha um dia e um horário para que todos em sua casa parem o que estão fazendo para ler, assim como param para assistir um programa de TV", orienta ela. Mas atenção: leitura não deve ser imposição, deve ser um prazer. Como diz a escritora Adélia Prado, "livros devem ser oferecidos como uma caixa de bombons". Por isso, deixe que ele escolha seus "sabores preferidos". Um passeio à livraria ou à biblioteca de sua cidade pode abrir a ele um leque de oportunidades de leitura. Já para estimular a escrever bem, que tal ajudar seu filho a montar um blog na internet? Ele pode escolher o assunto que quiser e exercitar escrever textos e fazer argumentações sobre o tema eleito.

3. O que fazer quando seu filho não gosta de Idiomas estrangeiros

Saber se comunicar em um idioma estrangeiro como inglês ou espanhol é muito importante não só para o futuro profissional como também em atividades do dia a dia das crianças. "Os pais podem ajudar o filho a perceber a utilidade e o prazer de aprender um idioma estrangeiro mostrando as situações em que ele se depara com esses idiomas", afirma Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix. Mostre para seus filhos cartazes, propagandas, rótulos de produtos com palavras ou expressões em inglês ou espanhol. Pesquise com ele na internet em quantos países no mundo se fala inglês ou espanhol e a influência desses idiomas em nossas vidas. Você também pode fazer atividades divertidas para exercitar o estudo dos idiomas, como assistir a filmes e ouvir músicas. Escolha um artista ou banda que seu filho goste, pesquise com ele a letra da música. Cante junto para exercitar a pronúncia e procure fazer a tradução para entender a letra. Ele gosta de vídeo games e jogos de computador? Eis outra grande oportunidade para que ele exerça o domínio do idioma inglês, já que muitos desses passatempos demandam conhecer expressões estrangeiras.

4. O que fazer quando seu filho não gosta de História

Para estimular o gosto pela História, a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego sugere que os pais comecem por analisar junto com o filho sua própria história e a de sua família. "Mostre fotos antigas, conte histórias da família, mostra a importância de objetos que pertenceram a seus antepassados. Comece a resgatar a história que está próxima de seu filho. Deixe que ele conheça episódios da infância dos pais ou dos avós", orienta ela. Depois disso, vocês podem explorar juntos a História que está além da sua casa e da sua família. Isso pode ser feito fazendo visitas a lugares históricos da cidade onde você mora. Também vale programar visitas a museus e assistir filmes baseados em histórias reais.

5. O que fazer quando seu filho não gosta de Geografia

O estudo e a importância da Geografia vão muito além de decorar nomes de países e suas capitais. A geografia está presente quando percebemos as diferenças de vegetação em diferentes paisagens, como na cidade ou na praia. Está quando observamos as características diferentes entre as áreas mais ricas e mais pobres de uma cidade. Quando a família vai viajar, por exemplo, os pais podem mostrar ao filho um mapa do local, indicar a ele a localização da cidade em relação a sua casa, sua posição dentro do país. "Podem também refletir juntos sobre a economia local, como vivem os habitantes, qual o tipo de relevo, etc", diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego.

6. O que fazer quando seu filho não gosta de Ciências

Assim como as demais disciplinas, as Ciências também englobam uma série de conhecimentos essenciais para nosso dia a dia. É por meio do estudo dela que podemos entender como e porque a chuva cai. Da mesma forma, se não estudássemos Ciências não poderíamos entender a maneira correta de nos alimentar ou a importância de proteger e preservar o meio ambiente. 

Para estimular o filho no estudo de Ciências os pais devem aguçar a curiosidade que já é natural entre as crianças sobre os fenômenos que acontecem a sua volta. "Por que às vezes chove granizo?", "Para onde vai o Sol depois que ele se põe"?, "Por que alguns animais nascem de ovos e outros da barriga da mãe?". "O estudo das Ciências é muito envolvente e vai bem além das lições de casa", diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego.






















http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/filho-nao-gosta-materia-783066.shtml?utm_source=redesabril_educar&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_educar

Família e educação




9 contribuições da neurociência para a Educação de seu filho

Especialistas dão dicas de como pais podem ajudar a desenvolver plenamente o potencial do cérebro de seu filho

Texto Iana Chan

http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/contribuicoes-neurociencia-educacao-791927.shtml?utm_source=redesabril_educar&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_educar

    Não há receita para educar os filhos, mas a Ciência tem apontado caminhos para a difícil tarefa de fazer com que os pequenos tenham uma vida plena,saudável e bem-sucedida. Nas últimas décadas, o estudo do cérebro trouxe várias contribuições para o trabalho de pais e de professores.

   Conhecer como funciona o cérebro não é pouca coisa. Esse órgão de 1,5 kg comanda nosso desenvolvimento físico, social, emocional, linguístico e cognitivo. Personalidade, emoção, linguagem, memória, pensamento... Está tudo lá. E a chamada neurociência já descobriu alguns mecanismos que contribuem para o desenvolvimento saudável do cérebro. "Ao revelar essa coreografia cerebral, a neurociência nos mostra a melhor forma de interferir", diz Elvira Souza Lima, pós-doutorada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e pesquisadora em desenvolvimento humano, com formação em Neurociência, Psicologia, Antropologia e Música. 

   Um desenvolvimento cerebral saudável, dizem os especialistas, precisa de estímulo e proteção. "As experiências no começo da vida formam a base para todo o desenvolvimento posterior", explica diretor do Centro para o Desenvolvimento Infantil de Harvard, nos Estados Unidos, Jack Shonkoff, que defende a importância da interação das crianças com a família e a proteção contra o chamado estresse tóxico. "Precisamos assegurar ambientes acolhedores, estáveis e estimulantes para as crianças", afirma.


Nota: as falas de Elvira Souza Lima foram coletadas durante o XVII Seminário de Educação Infantil, organizado pelo Centro de Estudos do Colégio Santa Maria, em São Paulo, enquanto as de Jack Shonkoff foram proferidas durante o Seminário Interativo pela Primeira Infância, na Câmara Municipal de São Paulo. 

Veja algumas contribuições que a neurociência trouxe para a Educação:


1. Seu filho não nasce com uma quantidade fixa de inteligência

  Diferente do que se costumava pensar, o cérebro nunca para de se desenvolver. Ele é um órgão que se reorganiza e forma conexões entre neurônios ao longo da vida inteira. É o que os neurocientistas chamam de plasticidade cerebral: a capacidade que o cérebro tem de criar novas conexões e de se adaptar a partir das necessidades. 

"O desenvolvimento humano não depende de raça ou de condição socioeconômica. Todos podem aprender muito, mas só se tiverem oportunidade de serem ensinados e de praticar", diz a pesquisadora Elvira Souza Lima. 

   Isso quer dizer que seu filho não nasce inteligente ou burro. Ele nasce com capacidade de aprender como qualquer outra criança. E seu estímulo desde os primeiros dias de vida é fundamental neste processo.

2. Os primeiros anos são determinantes na vida de seu filho

   O cérebro nunca deixa de se desenvolver, mas com o passar do tempo fica cada vez mais difícil aprender coisas novas. "Quanto mais velho for o indivíduo, mais custoso será mudá-lo, pois a energia necessária para que o cérebro se ajuste, se adapte ou aprenda novos comportamentos será muito maior", diz o diretor do Centro para o Desenvolvimento Infantil de Harvard, nos Estados Unidos, Jack Shonkoff.

   Está provado que no início do desenvolvimento cerebral, nos primeiros anos de vida, as possibilidades são bem maiores. "Por isso, aprender uma língua estrangeira ou a tocar um instrumento musical é tão mais fácil para crianças pequenas", explica a pesquisadora em desenvolvimento humano, Elvira Souza Lima. Com o passar do tempo, as redes neuronais utilizadas tornam-se cada vez mais fortes e mais difíceis de serem alteradas, enquanto as não utilizadas acabam sendo "podadas" pelo cérebro. 

  Para a sociedade, não investir em Educação nos primeiros anos de vida também é ruim. Jack Shonkoff diz que a sociedade paga um preço mais caro por não ter investido na formação de seus cidadãos nos primeiros anos de vida. "Promover mudanças sempre é possível, mas é mais fácil e mais efetivo investir em uma boa base na primeira infância do que pagar os custos de reparo mais tarde", diz.

   Essa é a razão pela qual Shonkoff defende que os gestores públicos foquem na primeira infância. "O desenvolvimento saudável nos primeiros anos de vida cria uma base para todas as necessidades de uma sociedade saudável, não só na área da Educação, mas também da Economia, da Saúde, da Segurança, da Cidadania...", diz.


3. O desenvolvimento do cérebro depende de experiências e estímulos

  As experiências literalmente moldam o cérebro. Experiências e estímulos contínuos aumentam as chamadas sinapses, isto é, a conexão entre diferentes neurônios para a propagação dos impulsos nervosos. Quando uma criança ouve uma canção diferente, brinca de algo novo ou desenha, por exemplo, o cérebro está se exercitando, criando redes de neurônios capazes de fazer ligações cada vez mais rapidamente. "O desenvolvimento cerebral depende da riqueza de vivências e de experiências de um indivíduo", explica Elvira Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano.

  Quando essa rede neuronal se forma, além de fixar o conhecimento relacionado, cria uma facilidade para outros aprendizados. Por exemplo, uma criança que aprende uma segunda língua entra em contato com diferentes lógicas, já que cada língua possui seu próprio modo de funcionar. "Isso amplia as redes neuronais para o pensamento lógico, criando uma disposição para outros aprendizados ligados a ele", diz Elvira. 

   Toda a aprendizagem depende da ação do cérebro e todos somos capazes de aprender. Nascemos com um potencial de 100 bilhões de neurônios, mas o desenvolvimento depende da cultura, da vivência, que determinam quais serão os aprendizados a partir desse leque enorme de possibilidades. "Há tribos no deserto de Albuquerque, no Novo México, por exemplo, que desenvolvem o olfato de maneira incrível - eles conseguem sentir o cheiro da tempestade duas horas antes de ela chegar, enquanto nós não desenvolvemos esse sentido, porque não é algo da nossa cultura", diz a pesquisadora.


4. O desenvolvimento do cérebro também é biológico e não pode ser adiantado

   Apesar de ser "movido" a estímulos, o desenvolvimento do cérebro também obedece a uma ordem de amadurecimento. Sabe aquela frase tudo tem seu tempo? "O cérebro demora por volta de 20 anos para amadurecer e ele segue uma ordem dada pela genética, que não podemos adiantar", explica Elvira Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano. 

   É muito importante conhecer os marcos do desenvolvimento cerebral para ajustar as expectativas em relação às crianças, sabendo o que é próprio ou não para cada idade. 

  Por exemplo, se você der um lápis grafite para uma criança de 4 anos, ela vai ter dificuldade em utilizá-lo e provavelmente vai quebrar a ponta. "Ela não tem a possibilidade motora e biológica de usar o lápis, o cérebro não está preparado ainda para esse refinamento", explica Elvira. 

  Pais precisam entender que a criança quer agradar, quer responder aos anseios dos adultos a sua volta. Na hora de interagir, os pais devem tomar cuidado para não estressar demais a criança. "Se há uma expectativa que a criança não possa cumprir, é o começo do desastre. Muitas vezes, ela não tem estrutura cerebral para satisfazer esses desejos e pode acabar desenvolvendo comportamentos que mais tarde serão entendidos como patologias e, em última medida, acabam sendo medicadas. Isso é um equívoco e o prejuízo é muito grande", aconselha.


5. Estresse em excesso nos primeiros anos prejudica o desenvolvimento para toda a vida

   Como vimos, as experiências que acontecem cedo na vida da criança afetam o aprendizado e a saúde futura. Para o bem e para o mal. 

  Pense em um momento no qual você se sentiu mais estressado do que nunca, tente se lembrar da sensação física: suores, nó no estômago, boca seca... "Essa é a maneira como o seu corpo o prepara para lidar com ameaças, seja uma ameaça física, seja uma ameaça como um problema inesperado no trabalho. Ela foca sua atenção, fortalece seus músculos. Nós temos muita sorte em ter um sistema de resposta ao estresse, ele nos deixa alerta para enfrentar ou perigo ou para fugir dele", explica Jack Shonkoff, diretor do Centro para o Desenvolvimento Infantil de Harvard, nos Estados Unidos 

  O problema é quando há uma ativação constante desse sistema, que foi feito para atuar em situações específicas e não o tempo todo. Quando a criança sofre abuso e negligência contínuos, ocorre o chamado estresse tóxico, que prejudica seu desenvolvimento cerebral. "Quando não há um adulto acolhedor perto da criança, o estresse tóxico pode reduzir o número de conexões neuronais em regiões importantes do cérebro, num período em que as crianças deveriam estar desenvolvendo conexões novas", explica Shonkoff. 

  O estresse tóxico tem um impacto a longo prazo na aprendizagem, no comportamento e na saúde física e mental. Um estudo mostrou que os maus-tratos sofridos na infância aumentam as chances de desenvolver problemas cardiovasculares quando adultos. Outros estudos também relacionam as experiências adversas nos primeiros anos de vida ao maior uso de álcool e drogas na vida adulta. "O corpo não esquece. Esses adultos não necessariamente continuaram a sofrer depois da infância, mas seus corpos guardaram uma memória biológica dessa experiência", diz o professor. 

   Há duas maneiras de proteger os efeitos do estresse tóxico nas crianças: a presença de adultos que ajudam a amortecer os efeitos do estresse e de adultos que eduquem e mostrem para as crianças como elas próprias podem lidar com o estresse. "O objetivo não deve ser livrar as crianças de estresse, mas ensiná-las a tolerar e lidar com o estresse", explica Jack Shonkoff. 

   Se depois de ler essa informação, você está decidido a proteger seu filho de qualquer frustração ou estresse, vá com calma. O estresse tóxico não é algo pontual, mas uma situação prolongada e excessiva em que a criança não tem apoio de um adulto capaz de protegê-lo. "Se você tem uma relação interativa com seu filho, os efeitos do estresse tóxico são amortecidos. Pais não precisam se culpar ou se desesperar por seus filhos em viverem em situações de estresse - a menos que você deixe seu filho em frente a televisão o dia todo. Se esse é o caso, isso precisa ser mudado", orienta Jack Shonkoff.


6. A Educação Infantil deveria ser o ponto central do processo educativo

  Além de ser a fase em que o cérebro é mais plástico e sensível aos estímulos, é entre os três e os seis anos que são formadas as estruturas cerebrais relacionadas à função simbólica. "É a capacidade que só nós, humanos, temos de simular, de representar na nossa mente, percepções, pensamentos e experiências", explica a pesquisadora em desenvolvimento humano Elvira Souza Lima. Quer ver isso em ação? Quando você ouve a palavra cachorro, o desenho de um cachorro "aparece" na sua cabeça, certo? 

   "É a função mais importante da espécie, porque permite reorganizar dados e imagens que temos em nossa memória em novas ideias", diz ela. A função simbólica é a base para todo o aprendizado posterior. Por isso, a Educação Infantil é considerada hoje o ponto central do processo educativo. "Os pais deveriam investir em Educação Infantil, no desenvolvimento do cérebro da criança. A diversificação de experiências nessa fase forma estruturas cerebrais que vão valer para a vida toda e o resultado desse investimento vai aparecer lá na frente", explica Elvira. 

   A escrita, por exemplo, acontece a partir da função simbólica. A criança pode aprender a desenhar letras sem saber escrever, pois para dominar a escrita, é preciso entender a correspondência entre a forma das palavras e seu sentido. "É semelhante ao caso da criança que aprendeu a contar, mas não consegue aplicar essa informação. Ela pode contar até mil e não saber o que aquilo significa. O aluno lê um problema e depois pergunta "é de mais ou de menos?"", diz a pesquisadora. 

   Todo mundo desenvolve a função simbólica, porém sua riqueza e dimensão dependerão da qualidade e da diversidade das experiências que as crianças vivenciam. "Atividades como brincadeira, música e desenho são ótimas: é quando a criança cria sua própria realidade, constrói significados, faz ligações de sentido…", orienta.


7. A imitação é a principal estratégia de desenvolvimento até os 6 anos

  Você já ouviu a frase "uma ação vale mais do mil palavras"? Pois a neurociência tem a prova científica de que isso funciona - ao menos para as crianças. 

   Quando elas observam os adultos, o cérebro está a mil. "O que a criança vê está sendo trabalhado e fixado pelo cérebro", explica a pesquisadora em desenvolvimento humano Elvira Souza Lima. Os responsáveis por esse feito são os chamados neurônios espelho. "Eles leem o comportamento e não o discurso. Se você mostrar a língua para um bebê, ele mostra a língua em seguida, mesmo ainda sem ter consciência de seu próprio corpo", explica. 

  É importante que pais se lembrem de que as crianças estão formando comportamentos a todo momento e que façam parte desse momento tão rico para o aprendizado. "Separe tempo para os filhos. Pode ser breve afinal, sabemos que ninguém muda de um dia pro outro. Tenham tempo para a conversa e, principalmente, para a escuta", orienta Elvira. 

 Ela recomenda estabelecer um tempo para trocar a televisão por uma atividade prazerosa. "Não precisa ser uma atividade que envolva dinheiro: ir ao parque, ouvir uma música, ler um livro... Atividades manuais, como brincar com massinha ou fazer brigadeiro, também são boas para o desenvolvimento cerebral", diz.


8. As crianças precisam de interação com adultos

   Quando um adulto interage com o bebê, diversos neurônios no cérebro do pequeno formam novas conexões entre si. "Você sorri, a criança sorri. Você faz um barulho, a criança faz um barulho. É esse jogo de ação e reação que literalmente molda a arquitetura do cérebro", explica o diretor do Centro para o Desenvolvimento Infantil de Harvard, nos Estados Unidos, Jack Shonkoff. 

   A interação com os adultos é o principal ingrediente para o desenvolvimento saudável das crianças, pois elas não conseguem aprender sozinhas automaticamente. Quando lemos para as crianças, mesmo que elas ainda não saibam ler, estamos trabalhando a área do cérebro relacionada à linguagem. "O cérebro começa a fazer associações, de que há algo entre aquelas sons e as linhas e as páginas", explica Shonkoff. 

   A necessidade do estímulo aparece muito na questão da leitura, aliás. Um estudo mostrou que crianças de 3 anos já possuem diferenças grandes em relação ao número de palavras que conhecem. "Esse dado depende do estímulo em casa, ele varia se o ambiente é alfabetizador, se os adultos conversam com as crianças", diz Shonkoff, mostrando que as barreiras para o sucesso educacional aparecem cedo, já que o tamanho do vocabulário é um indicador da facilidade com que ela aprenderá a ler. "Temos de intervir muito antes de elas começarem a ir para a escola. Daí a importância do estímulo da família no desenvolvimento das crianças. É preciso conversar com elas, explicar para elas o que está acontecendo e não apenas repetir ‘’Não faça isso ou não faça aquilo’’", alertou.


9. A tecnologia não substitui o estímulo presencial

   A experiência concreta da criança no espaço é fundamental. "Muitos desses brinquedos mais caros e tecnológicos são enrijecidos e fechados: não possibilitam que a criança possa imaginar e transformá-los". Os melhores brinquedos são aqueles não muito estruturados, que dão liberdade para a criança fazer o seu faz de conta. "Massinhas, fantoches e até caixas de papelão encapadas são ótimos!", aconselha Elvira Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano. 

  As crianças adoram o tablet, claro. Mas muitas vezes, os pais não têm informação sobre os benefícios e os riscos da tecnologia. "Muitos acham que estão contribuindo para o desenvolvimento da criança ao oferecer dispositivos como o iPad, porém, quando substituem o face a face pela tecnologia, estão tirando da criança a oportunidade de interação, que é muito importante", explica Elvira. "O cérebro que recebe diretamente um olhar e que experimenta o face a face se desenvolve de maneira diferente daquele que só recebe estímulo por meio de algum dispositivo tecnológico", afirma. 

  Esse prejuízo aparece no futuro. "Há jovens bem formados que não conseguem gerenciar pessoas, porque não desenvolveram habilidades emocionais necessárias para lidar com o outro", aponta Elvira.

YouTube


Olá galerinha!!

Este é meu canal no YouTube: www.youtube.com/user/solcspc

Nele vocês irão encontrar trabalhos realizados por seus colegas e apresentações feitas por mim. è um canal com conteúdo educacional, cultural e de entretenimento. Espero que gostem!

Até mais.

Poesia

    
     A criatividade precisa ser cultivada. É preciso ter um jeitinho todo especial para envolver os alunos a soltar a criatividade. Pois ela está ali, precisando apenas de estímulo para florir. E esta é a tarefa do professor em sala de aula. Criar caminhos para trazer a tona a criatividade dos alunos.


    Falar de poesia para os alunos de hoje não é fácil. Muitos nunca tiveram contato com livros de poesia fora da escola e poucos se interessam, Há muita rebeldia e desinteresse.
      Mas para tudo nessa vida tem jeito, e sem desistir, fui eu falar de poesia com alunos de 6°, 7° e 9° anos da escola "Edna Teresa Fiório" de Santa Gertrudes - SP. A poesia em questão era de Vinícius de Moraes, Soneto de Aniversário. Passei a poesia na lousa, expliquei o que é um soneto e juntos fomos tentando identificar a relação dos versos com o tema aniversário. E depois pedi que cada um deixasse sua criatividade fluir, leve como a poesia e criasse seus versos.

       Surpresa com o resultado, aqui estão os trabalhos destes fabulosos poetas.













 












Fonte

http://www.releituras.com/viniciusm_aniversario.asp

E eu aqui???

Ensino médio no Brasil tem déficit de pelo menos 32,7 mil professores

TCU aponta que área de exatas tem maior déficit e só em Física faltam 9 mil docentes no País; São Paulo e Roraima se negaram a fazer auditoria.


BRASÍLIA - O Brasil tem hoje um déficit de pelo menos 32,7 mil professores no ensino médio, concentrado especialmente na área de exatas - faltam mais de 9 mil docentes apenas em Física. Ao mesmo tempo, as redes têm 46 mil docentes sem formação específica, que poderiam ser capacitados, e 61 mil fora das salas, cedidos para áreas administrativas. As conclusões são de auditoria especial do Tribunal de Contas da União (TCU).

Déficit de professores pode ser ainda maior, já que houve simplificações nos cálculos - Agência Brasil/Divulgação
A análise feita pelo TCU e Tribunais de Contas de 24 Estados e do Distrito Federal - as exceções foram Roraima e São Paulo, que não aceitaram participar - investigou cobertura, professores, gestão e financiamento do ensino médio. "Boa parte desse déficit poderia ser resolvido com melhoria de gestão", afirmou o ministro Valmir Campello, relator da auditoria.
O déficit de professores pode ser maior, uma vez que houve algumas simplificações nos cálculos para evitar superdimensionamento - por exemplo, professores que dão aulas em duas disciplinas foram registrados como dois docentes.
A investigação apurou grande número de contratos temporários. Em média, 30% dos professores do País têm contratação precária - o índice passa de 60% no Espírito Santo (66,6%), em Mato Grosso (64,8%) e em Mato Grosso do Sul (61%). "É expressivo para um tipo de contratação que deveria ser excepcional. Pode ser a maneira de alguns municípios e Estados fugirem da lei de responsabilidade fiscal", disse Campello.
Recursos. A auditoria encontrou discrepâncias significativas entre o que os Estados informam como investimento em educação no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope), do Ministério da Educação, e outros sistemas.
Os Estados analisados e o Distrito Federal informam investimento de R$ 13,3 bilhões a mais ao MEC do que ao Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO), de acompanhamento da Lei de Responsabilidade Fiscal. "Há problemas substantivos sobre qualidade e confiabilidade dos recursos aplicados na educação", afirmou Campello. A auditoria, com recomendações, será enviada ao MEC e aos Estados.

   Agora diga-me...por que estou desempregada. por que envio meu curriculo cheio de experiências, prêmios, cartas de recomendação e não sou chamada sequer para uma entrevista. Será que as escolas particulares querem mesmo professores de verdade? Acho que não, eles preferem "QI", filhos de ex-professores, gente da sociedade, brotinhos recém-formados, querem pessoas que podem ser manipuladas. Pois verdadeiros professores, aqueles que lutam pela educação melhor não se permite ser fantoche de sistemas de ensino que engessam as atitudes e criatividade do professor.

    e aí, me vem esta reportagem do ESTADO DE SÃO PAULO dizendo que há carência de professores?! Me poupem...há professores sim, mas estes são barrados por imensas pilhas de papel e exames a fazer, cursos preparatórios e etc. E muitos ainda saem com o resultado de não aptos por serem obesos. O que isso atrapa no processo de ensino e aprendizagem?? Digam-me. 


QUE BRASIL É ESSE?


#INDIGNAÇÃO




P.S. Estou aqui a espera de um trabalho.



Fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/vida,ensino-medio-no-brasil-tem-deficit-de-pelo-menos-32-7-mil-professores,1142781,0.htm

ANÁLISE DO FILME - O Dia Depois de Amanhã


O Dia depois de Amanhã

O dia depois de amanhã

   The Day After Tomorrow é um filme estadunidense de 2004, do gênero ação, aventura e ficção científica pós-apocalíptico, dirigido por Roland Emmerich e estrelado por Dennis Quaid, Jake Gyllenhaal, Emmy Rossum e Ian Holm. 

Data de lançamento: 28 de maio de 2004 (EUA)
Direção: Roland Emmerich
Canção original: More than a Million Miles
Música composta por: Harald Kloser, Thomas Wanker


  A Terra sofre alterações climáticas que modificam drasticamente a vida da humanidade. Como exemplo surge uma série de acontecimentos climáticos incomuns: caí neve em Nova Délhi, ventos com força de furacão fustigam o Havaí, uma chuva de granizo com pedras do tamanho de carros caiem sobre Tóquio e vários tornados atingem Los Angeles. Ao mesmo tempo, na outra costa dos EUA, a maior cheia de todos os tempos inunda Manhattan, seguida de uma diminuição vertiginosa da temperatura. Furacões, que só se formam sobre o mar, aparecem em terra firme; ondas gigantescas engolem prédios em Nova York; pessoas na Escócia simplesmente são congeladas vivas em segundos. É o aquecimento global que provoca o arrefecimento global.

     Enquanto isso, um climatologista descobre que o aquecimento global pode levar o nosso planeta a uma nova era do gelo, mas ao levar a informação aos principais chefes de estado, é ignorado. Não só as suas previsões se tornam realidade, como mais rápido do que o previsto, estes enormes eventos climáticos passam a assolar várias áreas do planeta. O vice-presidente norte-americano, por exemplo, afirma que assinar o protocolo de Kyoto (que regula as emissões de dióxido de carbono no planeta) seria “amarrar” a economia do seu país. Hall já havia previsto essa reviravolta, mas não imaginava que ela viria tão cedo e de forma tão brusca.


Após assistir ao filme “O Dia Depois de Amanhã”, REFLITA sobre as questões abaixo:
  • Como seria possível a formação do fenômeno que ocorreu em Manhattan? 
  • Quais instrumentos científicos foram importantes para identificar a alteração da temperatura do oceano mostrado no filme? 
  • O filme tem uma temática central, identifique-a. 
  • Caracterize as consequências da separação de um pedaço de gelo das calotas geladas da Antártida, que deu início a uma série de fenômenos meteorológicos cada vez mais severos pelo globo terrestre. 
  • O climatologista tentou alertar chefes de Estado sobre uma catástrofe ambiental iminente. Por que ele não foi ouvido? 
  • Qual explicação foi dada para as ocorrências climáticas bruscas que levaram a uma mudança climática maciça? 
  • Relembre os acontecimentos incomuns que tomaram conta do mundo e colocaram em pânico a população. 
  • Após detectar exatamente o que estava acontecendo os Estados Unidos da América tomaram uma forte decisão. Que decisão foi essa? 
  • Segundo o filme, quais eram os outros continentes que estavam na mesma situação? 
  • O que você acha que pode estar causando o aquecimento global? 
  • Enumere possíveis soluções para resolver o problema do aquecimento global. 
  • Descreva a relação entre efeito estufa e aquecimento global. 
  • Quais são as conseqüências positivas e negativas do efeito estufa? 
  • Que relação existe entre aquecimento global e formação de uma nova era glacial? 
  • Como podemos amenizar as conseqüências do efeito estufa?
https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Dia_depois_de_Amanh%C3%A3

ELEIÇÕES 2026 X ESCOLA LAICA

  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...