Cultura é Tudo!

    Galerinha ligada em artes e que curte apreciar qualquer forma da expressão artística mas não pode ir a todos os museus que existe no mundo e no Brasil, pode se deliciar com as visitas virtuais. Pois é, abaixo, estão sites que proporcionam a você um super visão de obras de grandes artistas do mundo. É só entrar e conferir!!



http://mv.vatican.va/3_EN/pages/MV_Visite.html
http://www.louvre.fr/en/visites-en-ligne
http://www.eravirtual.org/pt/
http://www.googleartproject.com/pt-br/


BACTÉRIAS - A Ameaça Invisível

"A ameaça invisível

Bactérias se tronam resistentes a medicamentos, assustam a humanidade e desafiam a ciência a encontrar armas para combatê-las.

     (...) Apesar de todo aparato que a medicina dispõe para manter o homem vivo, a ciência ainda não conseguiu vencer inimigos microscópicos, mas com poder de fogo devastador. Vírus, bactérias e outros microrganismos continuam a matar em todo o mundo e se transformaram em um dos maiores desafios para o próximo milênio. (...)
     A penicilina foi o primeiro dos antibióticos, os únicos remédios realmente capazes de eliminar uma bactéria. Descoberta em 1928 pelo bacteriologista inglês Alexander Fleming, foi considerada o achado do século. Os antibióticos são poderosos porque atuam sobre as partes vitais da bactéria, ou seja, danificam as estruturas que as mantém vivas. (...)
    O uso indiscriminado desses medicamentos promove a eleição das cepas. 'É o princípio da seleção natural. As sensíveis morrem e as mais fortes permanecem', explica o infectologista Marcos Buolos, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Essas sobreviventes geram descendentes ainda mais fortalecidos e dão início a um processo de replicação. Isso não significa que ao tomar um antibiótico os germes ficarão sempre resistentes. A questão está em como e quando usá-lo. Lançar mão do medicamento para uma simples gripe, por exemplo, é incorrer em dois erros. Primeiro, porque em geral a pessoa se automedica. Segundo, a doença na maioria das vezes é causada por vírus - para o qual o antibiótico é ineficiente. Em vez de combatê-los, o remédio vai atacar as bactérias naturais existentes no organismo. Como não havia uma infecção a ser eliminada, morrem as cepas sensíveis. Se houver alguma falha no sistema imunológico, que mantém em equilíbrio a ação dos microrganismos, as bactérias vão se disseminar e não haverá remédio eficiente para combatê-las.
     O uso indiscriminado, entretanto, nem sempre está associado à automedicação. Muitas vezes, por falta de conhecimento suficiente ou insegurança, o próprio médico receita o que não devia. (...)
     De fato, dosagens inadequadas são perigosas porque radicalizam o processo de seleção natural, além de trazer efeitos colaterais.
    Abusos, pouca informação, mitos. Os antibióticos estão cercados desses problemas em todo o mundo. Na maioria das vezes, os idosos e as crianças, que têm as defesas mais suscetíveis à ação dos germes, são as principais vítimas. Uma pesquisa realizada pela prof Lucia Ferro Bricks, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, mostrou que as crianças tomam antibióticos em excesso e de forma inadequada.
    As razões para essa situação são várias. uma delas é o fato de que, muitas vezes, os remédios são ministrados antes de se saber exatamente o diagnóstico da moléstia. E os pais também têm sua parcela de culpa. 'Muitos ficam ansiosos e, se um médico não dá um remédio, eles vão a outro até conseguir uma receita', diz Lucia. (...)"

GLOSSÁRIO

CEPA: Tipo de determinada bactéria.
SELEÇÃO NATURAL:  é um processo da evolução proposto por Charles Darwin para explicar a adaptação e especialização dos seres vivos conforme evidenciado pelo registro fóssil.
DISSEMINAR: espalhar.
SUSCETÍVEIS: de fácil aceitação, de fácil recebimento.
MOLÉSTIA: doença.




TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS




      tabela periódica dos elementos químicos é a disposição sistemática dos elementos, na forma de uma tabela, em função de suas propriedades.


Dmitri Mendeleive


   A tabela periódica consiste num ordenamento dos elementos conhecidos de acordo com as suas propriedades físicas e químicas, em que os elementos que apresentam as propriedades semelhantes são dispostos em colunas. Este ordenamento foi proposto pelo químico russo Dmitri Mendeleiev , substituindo o ordenamento pela massa atômica. Ele publicou a tabela periódica em seu livro: Princípios da Química em 1869, época em que eram conhecidos apenas cerca de 60 elementos químicos.
     Em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de 33 elementos químicos. Embora Lavoisier tenha agrupado os elementos em gásesmetaisnão-metais e terras, os químicos passaram o século seguinte à procura de um esquema de construção mais precisa. Em 1829, Johann Wolfgang Döbereiner observou que muitos dos elementos poderiam ser agrupados em tríades (grupos de três) com base em suas propriedades químicas. Lítiosódio e potássio, por exemplo, foram agrupados como sendo metais suaves e reativos. Döbereiner observou também que, quando organizados por peso atômico, o segundo membro de cada tríade tinha aproximadamente a média do primeiro e do terceiro. Isso ficou conhecido como a lei das tríades. O químico alemão Leopold Gmelin trabalhou com esse sistema e por volta de 1843 ele tinha identificado dez tríades, três grupos de quatro, e um grupo de cinco. Jean Baptiste Dumas publicou um trabalho em 1857 descrevendo as relações entre os diversos grupos de metais. Embora houvesse diversos químicos capazes de identificar relações entre pequenos grupos de elementos, não havia ainda um esquema capaz de abranger todos eles.
Antoine Lavoisier
    O químico alemão August Kekulé havia observado em 1858 que o carbono tem uma tendência de ligar-se a outros elementos em uma proporção de um para quatro. O metano, por exemplo, tem um átomo de carbono e quatro átomos de hidrogênio. Este conceito tornou-se conhecido como valência. Em 1864, o também químico alemão Julius Lothar Meyer publicou uma tabela com os 49 elementos conhecidos organizados pela valência. A tabela revelava que os elementos com propriedades semelhantes frequentemente partilhavam a mesma valência.
    O químico inglês John Newlands publicou uma série de trabalhos em 1864 e 1865 que descreviam sua tentativa de classificar os elementos: quando listados em ordem crescente de peso atômico, semelhantes propriedades físicas e químicas retornavam em intervalos de oito, que ele comparou a oitavas de músicas. Esta lei das oitavas, no entanto, foi ridicularizada por seus contemporâneos.
    Com o desenvolvimento da modernas teorias mecânica quânticas de configuração de elétrons dentro de átomos, ficou evidente que cada linha (ou período) na tabela correspondia ao preenchimento de um nível quântico de elétrons. Na tabela original de Mendeleiev, cada período tinha o mesmo comprimento. No entanto, porque os átomos maiores têm sub-níveis, tabelas modernas têm períodos cada vez mais longos na parte de baixo da tabela. O professor de química russo Dmitri Ivanovich Mendeleiev e Julius Lothar Meyer publicaram de forma independente as suas tabelas periódicas em 1869 e 1870, respectivamente. Ambos construíram suas tabelas de forma semelhante: listando os elementos de uma linha ou coluna em ordem de peso atômico e iniciando uma nova linha ou coluna quando as características dos elementos começavam a se repetir. O sucesso da tabela de Mendeleiev surgiu a partir de duas decisões que ele tomou: a primeira foi a de deixar lacunas na tabela quando parecia que o elemento correspondente ainda não tinha sido descoberto. Mendeleiev não fora o primeiro químico a fazê-lo, mas ele deu um passo adiante ao usar as tendências em sua tabela periódica para predizer as propriedades desses elementos em falta, como o gálio e o germânio. A segunda decisão foi ocasionalmente ignorar a ordem sugerida pelos pesos atômicos e alternar elementos adjacentes, tais como o cobalto e o níquel, para melhor classificá-los em famílias químicas. Com o desenvolvimento das teorias de estrutura atômica, tornou-se aparente que Mendeleev tinha, inadvertidamente, listado os elementos por ordem crescente de número atômico
Julius Lothar Meyer
    Em 1913, através do trabalho do físico inglês Henry G. J. Moseley, que mediu as frequências de linhas espectrais específicas de raios X de um número de 40 elementos contra a carga do núcleo (Z), pôde-se identificar algumas inversões na ordem correta da tabela periódica, sendo, portanto, o primeiro dos trabalhos experimentais a ratificar o modelo atômico de Bohr. O trabalho de Moseley serviu para dirimir um erro em que a Química se encontrava na época por desconhecimento: até então os elementos eram ordenados pela massa atômica e não pelo número atômico.
    Nos anos que se seguiram após a publicação da tabela periódica de Mendeleiev, as lacunas que ele deixou foram preenchidas quando os químicos descobriram mais elementos químicos. O último elemento de ocorrência natural a ser descoberto foi o frâncio (referido por Mendeleiev como eka-césio) em 1939. A tabela periódica também cresceu com a adição de elementos sintéticos etransurânicos. O primeiro elemento transurânico a ser descoberto foi o netúnio, que foi formado pelo bombardeamento de urânio com nêutrons num ciclotron em 1939.

     Os alunos do 3° ano do Ensino Médio do EJA, na EM José Padin Mouta, estudaram neste semestre os nutrientes e suas funções no organismo, a importância de uma boa alimentação e o funcionamento do Aparelho Digestório. Para finalizar as atividades, os alunos realizaram a montagem de um mural com as tabelas nutricionais de diferentes alimentos e observando seus nutrientes, classificaram em grupos. E nesta observação foi possível perceber quais alimentos são mais ricos em nutrientes do que outros.









     

EVOLUÇÃO - Teorias da Evolução

TEORIAS DA EVOLUÇÃO

Várias teorias evolutivas surgiram, destacando-se , entre elas, as teorias deLamarck e de Darwin. Atualmente, foi formulada a Teoria sintética da evolução, também denominada Neodarwinismo, que incorpora os conceitos modernos da genética ás ideias essenciais de Darwin sobre seleção natural.
A teoria de Lamarck
Jean-Baptiste Lamarck ( 1744-1829 ), naturalista francês, foi o primeiro cientista a propor uma teoria sistemática da evolução. Sua teoria foi publicada em 1809, em um livro denominado Filosofia zoológica.
Segundo Lamarck, o principio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais:
Lei do uso ou desuso: o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem. 
Lei da transmissão dos caracteres adquiridos : alterações provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e desuso, são transmitidas aos descendentes.
Lamarck utilizou vários exemplos para explicar sua teoria. Segundo ele, as aves aquáticas tornaram-se pernaltas devido ao esforço que faziam no sentido de esticar as pernas para evitarem molhar as penas durante a locomoção na água. A cada geração, esse esforço produzia aves com pernas mais altas, que transmitiam essa característica à geração seguinte. Após várias gerações, teriam sido originadas as atuais aves pernaltas.
A teoria de Lamarck não é aceita atualmente, pois suas ideias apresentam um erro básico: as características adquiridas não são hereditárias.
Verificou-se que as alterações em células somáticas dos indivíduos não alteram as informações genéticas contida nas células germinativas, não sendo, dessa forma, hereditárias.
A teoria de Darwin
Charles Darwin ( 1809-1882 ), naturalista inglês, desenvolveu uma teoria evolutiva que é a base da moderna teoria sintética: a teoria da seleção natural. Segundo Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados são, portanto, selecionados para aquele ambiente.
Os princípios básicos das ideias de Darwin podem ser resumidos no seguinte modo:
·         Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, indenticos entre si.
·         Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta.
·         O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações.
·         Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atingem a maturalidade, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie.
·         Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis.
·         Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas.
·         Assim , ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.



22 de Abril - Dia da Terra


DIA DA TERRA

O Dia da Terra vem ganhando cada vez mais importância desde que foi criado timidamente no início da década de 1970.A data foi criada nos Estados Unidos por Gaylord Nelson, senador e ativista ambiental. Além de criar a data, o senador lutou pela divulgação e promoção dos objetivos desta data. 
A data foi criada com o propósito de abrir discussões em todo mundo sobre a importância da preservação dos recursos naturais do planeta Terra. Além disso, tinha como objetivo criar uma consciência mundial sobre os problemas da contaminação, destruição da biodiversidade, uso não sustentável dos recursos naturais, desmatamentos e outros problemas que ameaçam a vida em nosso planeta.

A primeira manifestação aconteceu nos Estados Unidos em 22 de abril de 1970. Participaram milhares de pessoas, principalmente estudantes de universidades e escolas. A pressão sobre o governo norte-americano foi grande e este criou a Agência de Proteção Ambiental. 

O Dia da Terra é uma data comemorativa que não é controlada ou organizada por uma entidade específica. Ela pertence a humanidade e, por isso, pode ser comemorada livremente no mundo todo, adequando-se a realidade de cada região.

CORPO HUMANO - Cérebro

CÉREBRO


Esquema do cérebro.
O cérebro é a parte do Sistema Nervoso Central que fica dentro do crânio. É a parte mais desenvolvida e a mais volumosa do encéfalo, pesa cerca de 1,3 kg e é uma massa de tecido cinza-róseo. Quando cortado, o cérebro apresenta duas substâncias diferentes: uma branca, que ocupa o centro, e outra cinzenta, que forma o córtex cerebral. O córtex cerebral está dividido em mais de quarenta áreas funcionalmente distintas. Cada uma delas controla uma atividade específica. A presença de grande áreas cerebrais relacionadas ao controle da face e das mãos explica por que essas partes do corpo têm tanta sensibilidade. No córtex estão agrupados os neurônios.

Componentes do cérebro

O cérebro é composto por cerca de 100 bilhões de células nervosas, conectadas umas às outras e responsáveis pelo controle de todas as funções mentais. Além das células nervosas (neurônios), o cérebro contém células da glia (células de sustentação), vasos sangüíneos e órgãos secretores.
Ele tem três componentes estruturais principais: os grandes hemisférios cerebrais, em forma de abóbada (acima), o cerebelo, menor e com formato meio esférico (mais abaixo à direita), e o tronco cerebral (centro).
No tronco cerebral, destacam-se a medula alongada ou bulbo raquiano (o alargamento central) e o tálamo (entre a medula e os hemisférios cerebrais).
  • Os hemisférios cerebrais são responsáveis pela inteligência e pelo raciocínio.
  • O tronco encefálico, formado pelo mesencéfalo, pela ponte e pela medula oblonga, conecta o cérebro à medula espinal, além de coordenar e entregar as informações que chegam ao encéfalo. Controla a atividade de diversas partes do corpo.
  • O mesencéfalo recebe e coordena informações referentes ao estado de contrações dos músculos e à postura, responsável por certos reflexos.
  • O cerebelo ajuda a manter o equilíbrio e a postura.
  • O bulbo raquiano está implicado na manutenção das funções involuntárias, tais como a respiração.
  • A ponte é constituída principalmente por fibras nervosas mielinizadas que ligam o córtex cerebral ao cerebelo.
  • O tálamo age como centro de retransmissão dos impulsos elétricos, que viajam para e do córtex cerebral.
Mais em: http://www.webciencia.com/11_04cerebro.htm#ixzz1salMdmyH

Apresentação de maquete pelos alunos do 8° ano A e B da Escola M. Isabel Figueroa Bréfere.






ELEIÇÕES 2026 X ESCOLA LAICA

  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...