ANÁLISE DO FILME - O Pianista


O PIANISTA
Filme de 2002 dirigido por Roman Polanski e estrelado por Adrien Brody. É baseado na autobiografia de mesmo nome escrito pelo músico polonês Władysław Szpilman.
Władysław Szpilman, um famoso pianista judeu-polonês que trabalha na rádio de Varsóvia, vê seu mundo ruir com o começo da Segunda Guerra Mundial e a Invasão da Polônia em 1 de setembro de 1939. Após a estação de rádio ser bombardeada pelos alemães, Szpilman vai para casa e descobre que o Reino Unido e a França declararam guerra contra a Alemanha Nazista. Ele e sua família se alegram achando que a guerra vai acabar logo.
Quando a SS assume o controle de Varsóvia após a saída da Wehrmacht, as condições de vida da população judia rapidamente se deterioram e seus direitos são gradualmente retirados: primeiro eles limitam a quantidade de dinheiro para cada família, depois eles devem usar faixas nos braços com a Estrela de Davi para serem identificados e, eventualmente, no Dia das Bruxas de 1940, eles são forçados a ir para o Gueto de Varsóvia. Lá eles enfrentam a fome, perseguição, humilhação e o medo sempre presente de morte e tortura. Os nazistas ficam cada vez mais sadistas e as famílias presenciam muitos horrores infligidos a outros judeus.
A família de Szpilman, junto com outras centenas, é colocada como parte da Operação Reinhard para deportação até um campo de extermínio em Treblinka. Enquanto os judeus são forçados a entrar em vagões de trem, Szpilman é salvo no último segundo por um policial do gueto, que era seu amigo. Separado de sua família e entes queridos, ele consegue sobreviver. Primeiro ele é colocado em uma unidade de reconstrução alemã como um trabalhador escravo. Durante esse tempo, um outro trabalhador judeu confidencia a Szpilman duas informações críticas. Primeira: muitos judeus que estão vivos sabem que os alemães planejam matá-los. Segunda: que um levante contra os alemães está sendo preparado. Szpilman se oferece para ajudar. Ele é colocado para contrabandear armas para dentro do gueto, quase sendo pego em um momento.
Mais tarde, antes do levante começar, Szpilman decide se esconder fora do gueto, contando com a ajuda de não-judeus que ainda se lembram dele, como um antigo trabalhador da rádio. Enquanto se escondia, ele testemunha vários horrores cometidos pela SS. Em 1943, ele finalmente testemunha o Levante do Gueto de Varsóvia que ele ajudou a formar e o que aconteceu a seguir, com a SS entrando no gueto e matando quase todos os judeus. Um ano se passa e a vida em Varsóvia se deteriora. Szpilman é forçado a fugir de seu esconderijo quando o vizinho de seu apartamento descobre sua presença e ameaça delatá-lo. Em seu segundo esconderijo, perto de um hospital militar alemão, ele quase morre deicterícia e desnutrição.
Em agosto de 1944, a resistência polaca monta a Revolta de Varsóvia contra a ocupação alemã. Szpilman testemunha insurgentes poloneses lutarem contra os alemães pela sua janela. Novamente, ele quase morre quando um tanque alemão atira no apartamento em que ele estava se escondendo. Varsóvia é virtualmente arrasada como resultado do conflito. Após a população sobrevivente ser deportada para fora das ruínas da cidade e da SS fugir do avanço do Exército Vermelho, Szpilmam é deixado sozinho. Em prédios ainda em pé, ele procura desesperadamente por comida. Enquanto ele tenta abrir uma lata de picles, Szpilman é descoberto pelo capitão de Wehrmarcht Wilm Hosenfeld. Interrogando Szpilmam, e descobrindo que ele é um pianista, Hosenfeld pede que ele toque algo no piano que ainda sobrevive no prédio. O decrépito Szpilman, apenas uma sobra do grande pianista que ele fora, toca uma versão abreviada da Balada em Sol menor, de Frédéric Chopin.
Hosenfeld deixa Szpilman continuar se escondendo no prédio, dando a ele comida regularmente, salvando sua vida. Algumas semanas se passam e as forças alemãs devem evacuar de Varsóvia devido ao avanço do Exército Vermelho. Antes de ir embora, Hosenfeld pergunta a Szpilman seu nome e, ao ouvi-lo, diz que ele está apto para ser pianista (Szpilman sendo a versão polonesa do alemão Spielmann, que significa "homem que toca"). Ele promete ouvi-lo na rádio de Varsóvia. Ele dá a Szpilman seu casaco da Wehrmacht e vai embora. Mais tarde, esse casaco quase mata Szpilman quando tropas polonesas, libertando as ruínas de Varsóvia, o confundem com um oficial alemão. Ele consegue convencê-los que ele era polonês.
Um grupo de recém libertados prisioneiros de um campo de concentração passam por um grupo de prisioneiros alemães. Um machucado prisioneiro alemão, que era na verdade Hosenfeld, chama os ex-prisoneiros. Ele implora para um deles, um violinista conhecido de Szpilman, para contactá-lo para que possam libertá-lo. Szpilman, que voltou a tocar na Rádio de Varsóvia, vai ao local tarde demais, todos os prisioneiros haviam sido removidos sem deixar rastros. Na última cena, ele toca Grand Polonaise brillante para uma grande plateia em Varsóvia. Antes dos créditos é mostrado que Szpilman continuou a viver em Varsóvia até sua morte em 2000 e que Hosenfeld morreu em 1952 em um campo de prisioneiros da KGB, porém foi postumamente honrado por salvar a vida de Szpilman.
Após assistir ao filme e estudar o resumo, responda as questões propostas. Você poderá fazer pesquisa em diversas fontes, e escrever um texto que melhor responda as questões.
1.     Onde o filme se passa?
2.     Qual o grande conflito mundial retratado no filme?
3.     Quem são os JUDEUS?
4.     Explique o motivo pelo qual os JUDEUS foram tão perseguidos? Fale sobre a origem de ser um Judeu.
5.     Quais as restrições impostas aos Judeus?
6.     O que foi o Gueto de Varsóvia? Como era as condições de vida no Gueto?
7.     Há diferença entre campo de concentração e campo de extermínio? Explique.
8.     Como foi que o conflito acabou em Varsóvia? Explique falando sobre o Exercito Vermelho.
9.     Como as pessoas sabiam quem era Judeu ou não?
10.  Explique por que os alemães maltratavam os judeus.
 A alegria de ensinar
"O nascimento do pensamento é igual de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes dos sonhos."

Rubem Alves 

Ensinaré um exercíciode imortalidade.De alguma formacontinuamos a vivernaqueles cujos olhosaprenderam a ver o mundopela magia da nossa palavra.O professor, assim, não morre jamais...
Rubem Alves

Educação e Cultura

     Nada melhor do que ver com os próprios olhos obras de artes para sentir tudo o que elas pretendem expressar. Viver e aproveitar os momentos de cultura que a vida proporciona, só enriquece e valoriza o homem com ser humano. Quando a arte é vista, ouvida e sentida, ela se torna sua. Conhecimento e experiência que ninguém pode tirar de nós.

    Passeio cultural realizado pela E.M. José Padin Mouta para São Paulo.



  •  Memorial da América Latina


Inaugurado em 18 de março de 1989 na Barra Funda, o Memorial da América Latina foi criado para difundir as manifestações latino-americanas de criatividade e saber, sempre com o objetivo de interagir relações culturais, políticas, econômicas e sociais.
Em uma área com 84.480 m², o arquiteto Oscar Niemeyer projetou o espaço em cima de um projeto cultural desenvolvido pelo sociólogo brasileiro Darcy Ribeiro, que sempre defendeu a integração da América Latina.

O espaço é dividido em ambientes como a Praça Cívica, um espaço aberto onde se encontra um dos maiores símbolos do Memorial, a escultura “A Grande Mão”, simbolizando o sangue derramado pelos povos latino-americanos na luta pela liberdade; o Salão de Atos Tiradentes, com seis painéis que contam a saga da colonização latino-americana; o Auditório Simon Bolívar, famoso por já ter recebido chefes de Estado como Bill Clinton, Fidel Castro e Hugo Chávez, entre outros; a Biblioteca Latino-Americana, com o maior acervo especializado em cultura latino-americana, com cerca de 30 mil volumes; o Pavilhão da Criatividade Popular Darcy Ribeiro, em que há uma maquete com quase mil pequenas peças, criada pelos artistas Gepp e Maia, com os principais pontos turísticos dos paises latino-americanos e cenas como uma do livro de Ernest Hemingway escrita em Cuba, “O Velho e o Mar”. O pavilhão abriga também uma exposição permanente de arte popular latino-americana.
No local há ainda o Anexo dos Congressistas, espaço dedicado a atividades acadêmicas, diplomáticas e pequenas exposições, e a Galeria Marta Traba de Arte Latino-Americana, inaugurada em 1998 e também projetada por Oscar Niemeyer, em um espaço que funcionava originalmente como restaurante especializado em gastronomia latino-americana.
Além de todos esses ambientes, o Memorial destaca-se como um dos principais pontos turísticos da cidade pelos grandes nomes que recebeu até hoje, como Luciano Pavarotti e o Balé de Cuba. Também foi durante anos a sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Lá nasceu o projeto da Universidade de Música e a Orquestra Jazz Sinfônica.
O Memorial recebe grupos para visitas gratuitas e monitoradas. O espaço tem uma grande área ao ar livre, mas a falta de árvores o deixa com o clima árido.
Serviço:

Memorial da América Latina

Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda - Zona Oeste (Metrô Barra Funda)
Tel.: (11) 3823-4600
Horário: De terça a domingo, das 9h às 18h
Grátis




                                         Nome das tribos Indígenas homenageadas na exposição.









  •  Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa, também denominado Estação Luz da Nossa Língua, foi aberto para visitação pública no dia 21 de março de 2006. Ele está situado no antigo prédio da Estação da Luz, localizado no Bairro da Luz, repleto de histórias e fatos marcantes da trajetória da cidade de São Paulo.













  •  Pinacoteca
Em 2004, dando prosseguimento a seu processo de consolidação, a Pinacoteca do Estado de São Paulo incorpora o edifício do Largo General Osório que originalmente abrigava armazéns e escritórios da Estrada de Ferro Sorocabana. Totalmente reformado pelo arquiteto Haron Cohen, o local passa a chamar-se Estação Pinacoteca e recebe parte do extenso programa de exposições temporárias da Pinacoteca do Estado. 

A Estação Pinacoteca abriga a Coleção Nemirovsky, um dos mais importantes acervos de arte moderna do país, fruto de um acordo de cooperação técnica entre a Secretaria de Estado da Cultura e a Fundação José e Paulina Nemirovsky, que permitiu sua instalação no edifício. O Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca do Estado (Cedoc) e a Biblioteca Walter Wey, que apresenta um significativo acervo de artes visuais – com destaque para arte brasileira –, funcionam no primeiro andar da Estação Pinacoteca.

No térreo está instalado o Memorial da Resistência de São Paulo que surgiu com a musealização de parte do edifício que também sediou o Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops/SP), entre os anos 1940 e 1983. A instituição se dedica à preservação das memórias da resistência e da repressão políticas do Brasil republicano. Entre suas realizações estão uma mostra de longa duração e um programa de mostras temporárias.



















Primeira exposição retrospectiva do escultor, pintor e desenhista Alberto Giacometti (1901-1966) apresentada no Brasil.












     Esta semana aconteceu em Praia Grande a Semana da Mata Atlântica com eventos voltados à conscientização da população para a preservação e também conhecimento sobre esta formação vegetal. Contando com uma programação intensa, o evento gratuito foi realizada no Palácio das Artes (na Avenida Presidente Costa e Silva, 1.600, no Boqueirão). Na cerimônia de abertura aconteceu o lançamento do livro “Viajando nos caminhos da Mata Atlântica”, que é a 11º publicação da Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria de Educação de Praia grande, que comemora seus 15 anos de atuação.
     A Semana contou com oficinas de xilogravura, papel reciclado, brinquedos, jogos ecológicos e arte com plantas, além de palestras, plantio de mudas e apresentação de dança indígena. Um dos destaques foi a roda de conversa entre o público e índios guaranis de Praia Grande. O público poderá também apreciar os produtos e trabalhos expostos nas dezenas de estandes de empresas e órgãos ambientais, dentre eles o Instituto Florestal, Polícia Ambiental, Fundação Florestal, Museu Florestal Octávio Vecchi, Sabesp entre outros. 
           E os alunos da rede municipal não podiam ficar de fora deste evento. Os alunos do EJA da E.M. José Padim Mouta estiveram presentes nas palestras oferecidas no período da noite, conferiram os estandes e ganharam com isso muita cultura e informação.
Confira a programação :
23/05 – quarta-feira
15h – Abertura oficial e lançamento do livro “Viajando nos Caminhos da Mata Atlântica”.
19h – Palestra “Serviços Ambientais da Mata Atlântica” – engenheiro Luis Alberto Bucci, pesquisador do Instituto Florestal e coordenador da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo.
24/05- quinta-feira
14h30 às 15h30 – Roda de conversa com os índios guaranis de Praia Grande.
19h00 – Palestra “ Aves da Serra do Mar: diversidade e ameaças” – professor Fábio Schunck, biólogo, pesquisador da Universidade Santo Amaro (UNISA-SP), especialista em ornitologia (estudo de aves).
25/05 – sexta-feira
19h – Palestra “As borboletas e sua importância para a manutenção da Mata Atlântica” – professor Ronaldo Bastos Francini, da Universidade Católica de Santos (UniSantos), especialista em ecologia.
26/05 – Sábado
Palestras dos expositores
09h30 às 10h30 – “Como cultivar orquídeas” – Moriharu Higa, orquidófilo.
14h às 15h – “A importância das abelhas na Mata Atlântica” – José Gomes dos Santos, apicultor.
16h às 17h – Palestra “A energia das plantas da Mata Atlântica” – Paulo de Tarso, ervanário credenciado pelo Conselho Brasileiro de Fitoterapia.
27/05 – Domingo
11h – Apresentação de dança dos índios guaranis e plantio de mudas da Mata Atlântica.
14h às 16h – Oficinas – xilogravura, papel reciclado, brinquedos, jogos ecológicos, arte com plantas.

Expositores
– Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande, SP
– Secretaria de Educação: Coordenadoria de Educação Ambiental
– Secretaria de Serviços Urbanos:Divisão de Praças e Áreas Verdes
– Secretaria de Urbanismo: Departamento de Meio Ambiente
– Museu Florestal Octávio Vecchi – Governo do Estado de São Paulo
– Reserva da Biosfera – Cinturão Verde da Cidade de São Paulo – RBCV
– Parques Estaduais: Serra do Mar e do Xixová-Japuí
– Tribo Indígena Guarani
– Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo
– 2º Grupo de Artilharia Antiaérea Fortaleza de Itaipu
– Secretaria de Estado do Meio Ambiente – Coordenadoria de Educação Ambiental
– Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp
– Comitê das Bacias Hidrográficas da Baixada Santista – CBH-BS
Biopesca
– ECOVIVER
– Ervanário
– Apicuário




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  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...