Água - Tratamento de Água



  


   Tratamento de Água é um conjunto de procedimentos físicos e químicos que são aplicados na água para que esta fique em condições adequadas para o consumo, ou seja, para que a água se torne potável. O processo de tratamento de água a livra de qualquer tipo de contaminação, evitando a transmissão de doenças.

    Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas:



- Coagulação: quando a água na sua forma natural (bruta) entra na ETA, ela recebe, nos tanques, uma determina quantidade de sulfato de alumínio. Esta substância serve para aglomerar (juntar) partículas sólidas que se encontram na água como, por exemplo, a argila.



- Floculação - em tanques de concreto com a água em movimento, as partículas sólidas se aglutinam em flocos maiores.


- Decantação - em outros tanques, por ação da gravidade, os flocos com as impurezas e partículas ficam depositadas no fundo dos tanques, separando-se da água.


- Filtração - a água passa por filtros formados por carvão, areia e pedras de diversos tamanhos. Nesta etapa, as impurezas de tamanho pequeno ficam retidas no filtro.



- Desinfecção - é aplicado na água cloro ou ozônio para eliminar microrganismos causadores de doenças.


- Fluoretação - é aplicado flúor na água para prevenir a formação de cárie dentária em crianças.

- Correção de PH - é aplicada na água uma certa quantidade de cal hidratada ou carbonato de sódio. Esse procedimento serve para corrigir o PH da água e preservar a rede de encanamentos de distribuição.




Video sobre a Estação de tratamento de água em Limeira - SP


FONTE: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/tratamento_agua.htm




Queijos



Queijos e suas diferenças – Roquefort x Gorgonzola e Camembert x Brie



    Os queijos são verdadeiras iguarias presentes em nosso dia a dia, e impressiona pela variedade existente em todo o mundo. Em cada pequena cidade do mundo, é possível experimentar um tipo de queijo especifico, que pode diferir no tipo de leite usado, na maneira como os animais foram criados, e etc.

     Em um cenário onde apenas na França (considerada a “terra do queijo) são mais de 400 tipos, podemos concluir que é impossível numerar as versões encontradas em todo o mundo. O que mais impressiona ao falar sobre queijos, é que mesmo existindo inúmeras versões, todos são diferentes, e isso pela forte ação do “terroir”, as características que o produto incorpora do lugar onde foi produzido.

    Existem também alguns exemplos de queijos com a mesma receita, porem com nomes diferentes e vindos de regiões distintas. Isso se explica primeiro pelo “terroir” como dito acima, pois mesmo tendo uma receita igual jamais terão o mesmo sabor, e também pela denominação de origem geográfica, onde determinado queijo só pode ser produzido e nomeado se for feito em uma região especifica.

   Alguns dos melhores exemplos para mostrar a diferença entre os queijos são os franceses Camembert, Brie, Roquefort e o italiano Gorgonzola. Esses 4 exemplos podem ser facilmente confundidos, e na maioria das vezes as pessoas não percebem a real identidade ao consumir.


– ROQUEFORT X GORGONZOLA – Queijos similares, mas com receitas e origens diferentes.

    O queijo Roquefort é o mais famoso “blue cheese” do mundo possuindo um mofo natural chamado “Penicilium roqueforti”. Originário da pequena cidade de Roquefort-sur-Souzon na França, leve esse nome apenas os queijos que tiverem maturação da forma tradicional, nas cavernas do monte Combalou ao sul da França. Nesse ambiente é considerado fundamental e indispensável pela umidade e pela circulação de ar, consideradas ideais.

   O Roquefort é produzido com leite cru de ovelha e tem textura bastante cremosa. A massa do queijo depois de pronta passa por um processo que se chama “piquage”, garantindo as condições para o crescimento dos fungos. Depois de todas as etapas de produção do queijo concluídas, a maturação final deve ser de no mínimo cinco meses.

   O queijo gorgonzola é o primo italiano do francês Roquefort, e a diferença mais importante são os leites utilizados na produção. Enquanto o queijo roquefort é produzido com leite de ovelha, o italiano gorgonzola é feito a partir do leite cru da vaca. Ambos são bem cremosos, mas até mesmo pelo leite de ovelha, o roquefort se diferencia pela intensidade do sabor.


  Há quase dois séculos sem ser produzido em sua cidade de origem (Gorgonzola-ITA), é atualmente o terceiro queijo mais consumido da Itália, atrás apenas dos emblemáticos parmegiano reggiano e do grana padano. A produção do Gorgonzola passou por uma modernização ao longo do tempo, e métodos tradicionais foram atualizados.

   Durante seu processo de produção, o queijo é salgado para perder o excesso de soro, e levado para um ambiente chamado “purgatótio” onde irá desidratar. Em seguida, ele é furado para que os fungos cresçam em seu interior, e levado para maturar em um ambiente úmido e com temperatura controlada. Depois de no mínimo 90 dias, momento onde desenvolve características únicas e potencializa os sabores, o queijo gorgonzola estará pronto para consumo.


– QUEIJO CAMEMBERT X BRIE– Receitas iguais, mas regiões diferentes

     Queijo e França são duas palavras que devem sempre andar juntas, em uma relação que impressiona pela variedade, e pela adoração das pessoas pelo produto. Como dito acima, são mais de 400 variedades em difícil tarefa de escolher o melhor. Entre os mais famosos e consumidos estão os queijos camembert e brie, que mesmo tendo nomes diferentes possuem receitas iguais.

    A diferença primordial entre os queijos citados está no local onde são feitos, nos tamanhos e no formato. O Camembert é originário da região da Normandia e feito em formato circular, já o Brie é originário da região que leva seu nome e vendido em formato triangular.


    Produzidos com leite de vaca cru tanto o Camembert quanto o Brie são cremosos, e cobertos por uma casca aveludada e comestível. Essa casca é um tipo de fungo chamado “Penicillium candidum”. Possuem uma textura bastante interessante e podem ser encontrados com diferentes graus de maturação, ou seja, mais ou menos forte ou suave.

   Os 4 exemplos citados acima são classificados em dois grupos diferentes, o Camembert e o Brie são queijos classificados como “pasta mole”, enquanto o gorgonzola e o roquefort são chamados de queijos azuis. O mais importante e fascinante nessa grande mistura de queijos, é que mesmo o método de produção sendo o mesmo jamais os queijos serão iguais, e isso se explica por uma série de fatores (terroir) que vai desde o tipo de leite usado, até a alimentação dos animais que vão produzir o leite.















FONTE: https://www.petitgastro.com.br/queijos-roquefort-x-gorgonzola-camembert-x-brie/

QUÍMICA - Fermentação

A Fermentação

        Uma mudança química em matéria animal e vegetal provocada por leveduras microscópicas, bactérias, ou mofos é  chamada de fermentação. Exemplos de fermentação são o azedamento de leite, o crescimento da massa de pão, e a conversão de açúcares e amidos em álcool. Muitas substâncias químicas industriais e vários antibióticos usados em medicamentos modernos são produzidos através de fermentação sob condições controladas.

        O resultado da fermentação é que uma substância seja  quebrada em compostos mais simples. Em alguns casos a fermentação é usada para modificar um material cuja modificação seria difícil ou muito cara se métodos químicos convencionais fossem escolhidos. A fermentação é sempre iniciada por enzimas formadas nas celas dos organismos vivos. Uma enzima é um catalisador natural que provoca uma mudança química sem ser afetado por isto. 
  
       A levedura comum é um fungo composto de minúsculas células tipo vegetais similares às bactérias. Suas enzimas invertase e zimase quebram  açúcar em álcool e gás carbônico. Elas crescem o pão e transformam suco de uva em vinho. Bactérias azedam o leite produzindo ácidos láctico e buturico. Células do corpo humano produzem enzimas digestivas, como pepsina e renina que transformam comida em uma forma solúvel. 
  
       Os produtos de fermentação foram usados desde a antiguidade. Habitantes das cavernas descobriram que a carne envelhecida tem um sabor mais agradável que a carne fresca. Vinho, cerveja, e pão são tão velhos quanto a agricultura. Queijo, que envolve a fermentação de leite ou creme é outra comida muito antiga. O valor medicinal de produtos fermentados é conhecido de há muito tempo. Os chineses usavam coalho de feijão-soja mofado para curar infecções de pele há 3.000 anos atrás. Os índios da America Central  tratavam feridas infetadas com fungos. 
  
 A verdadeira causa de fermentação, porém, não era compreendida até o século XIX. O cientista francês Louis Pasteur, enquanto estudando problemas dos cervejeiros e vinicultores da França, encontrou que um tipo de levedura produz vinho bom, mas um segundo tipo torna-o azedo. Esta descoberta conduziu à teoria da origem de doenças de Pasteur . 
  
        A química das fermentações é uma ciência nova que ainda está em suas fases mais iniciais. É a base de processos industriais que convertem matérias-primas como grãos, açúcares, e subprodutos industriais em muitos produtos sintéticos diferentes. Cepas cuidadosamente selecionadas de mofos, leveduras e bactérias, e são usadas. 
  
        A Penicilina é um antibiótico que destrói muitas bactérias causadoras de doenças. É derivado de um mofo que cresce em uma mistura fermentativa de substâncias cuidadosamente selecionadas para este propósito. A Penicilina industrial e muitos outros antibióticos se tornaram uma área muito importante da indústria farmaceutica.


        O Ácido cítrico é uma das muitas substâncias químicas produzidas por microorganismos. É usado em limpadores de metal e como um preservativo e agente de sabor em alimentos. O Ácido cítrico é responsável pelo sabor azedo de frutas cítricas. Poderia ser obtido delas, mas necessitaria muitos milhares de frutos para produzir a quantia de ácido cítrico atualmente feita pela fermentação de melado com o mofo Aspergillus niger. 
  
        Um produto de fermentação, Terramicina, é adicionado a rações animais para acelerar o crescimento dos animais e os proteger de doenças. Certas vitaminas são feitas através de fermentação de mofos; e as próprias enzimas, extraídas de vários microorganismos, têm muitos usos na fabricação de alimentos e medicamentos.

 
Extraído da Enciclopédia Interativa Compton, Compton’s NewMedia, Inc.
FONTE: http://penta.ufrgs.br/~julio/pao/aferment.htm

Astronomia - Lua, Super Lua, Eclipse e Lua de sangue.



         Superlua e eclipse total ocorrem ao mesmo tempo na noite deste domingo

   Eclipse poderá ser observado durante mais de uma hora a partir de 23h11. Lua estará em seu ponto mais próximo da Terra.

        Em seu ponto mais próximo da Terra, a Lua, que estará grande e luminosa, se vestirá de vermelho no final deste domingo (27) em um eclipse total, um fenômeno magnífico que só voltará a acontecer em 2033. "As condições convergem para que seja um eclipse espetacular", garantiu o astrônomo Pascal Descamps, do Observatório de Paris, à agência AFP.

       O eclipse total da Lua poderá ser observado durante mais de uma hora, por volta das 23h11 até 0h23 (horário de Brasília), do continente americano até o Oriente Médio. Segundo o astônomo Cassio Barbosa, autor do blog Observatório, o Brasil estará em situação privilegiada para acompanhar o evento.

     A Lua não produz luz própria, aproveitando a que recebe do Sol. No domingo, o astro estará alinhado com o Sol e a Terra.

    "Teremos um eclipse total porque a sombra da Terra engolirá toda a Lua", explicou à AFP Pascal Descamps. "A circunferência de sombra da Terra mede aproximadamente três vezes o tamanho aparente de nosso satélite", afirmou, podendo absorver a totalidade da Lua.

     A Lua vai desaparecer do nosso campo de visão, privada dos raios solares, e reaparecerá pintada de vermelha - por isso, também é conhecida como "lua sangrenta" ou lua de sangue.

   O vermelho se deve a um fenômeno luminoso. É pela refração dos raios solares que atravessam a atmosfera , com exceção dos vermelhos. Estes últimos sofrerão outro fenômeno: a atmosfera os desviará e iluminarão a superfície lunar.


fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/09/superlua-e-eclipse-total-ocorrem-ao-mesmo-tempo-na-noite-deste-domingo.html

Química - Íons


     Para um átomo ser eletricamente neutro ele precisa ter a mesma quantidade de prótons e elétrons, mas como nem sempre isso ocorre, surge então os compostos denominados de íons. Íons são átomos que perderam ou ganharam elétrons em razão de reações, eles se classificam em ânions e cátions: 

Ânion: átomo que recebe elétrons e fica carregado negativamente. 
Exemplos: N-3, Cl-, F-1, O-2. 

Cátion: átomo que perde elétrons e adquire carga positiva. 
Exemplos: Al+3, Na+, Mg+2, Pb+4. 

Quando ocorrem ligações entre íons positivos e negativos denominamos de Ligações Iônicas. 

Um exemplo prático de ligação iônica é a que ocorre na formação de Cloreto de sódio, o nosso sal de cozinha cuja fórmula é NaCl, veja a reação: 

Na+ + Cl- → NaCl 
Só para relembrar: 

Ânions – íons negativos; 
Cátions – íons positivos. 

Vamos então resolver alguns problemas que envolvem íons e prótons: 

Primeiro é preciso destacar que ÂNIONS possuem número de elétrons maior que o número de prótons, e CÁTIONS o contrário: o número de elétrons é menor que o número de prótons. 

15P → 15P-3 
Átomo neutro recebe 3 elétrons 

Observe que o átomo de fósforo (P) possuía Z = 15 (número atômico), mas ele ganhou 3 elétrons e então passou a se apresentar como um Ânion. 

12Mg → 12Mg2+ 
Átomo neutro perde 2 elétrons 

O átomo de Magnésio (Mg) possuía Z = 12 (número atômico), como ele perdeu 2 elétrons passou a ser um cátion. 

A espécie química Mg2+ é chamada cátion bivalente ou íon bivalente positivo. Outro exemplo deste tipo de nomenclatura é o F-, denominado de ânion monovalente ou íon monovalente negativo.




http://www.brasilescola.com/quimica/ions.htm
Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

A Organização dos Seres Vivos

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Existe uma grande variedade de seres vivos. A maioria deles apresenta algumas características em comum, como composição química, metabolismo, ciclo de vida e organização celular

Composição química

Os seres vivos têm uma composição química semelhante. Algumas substâncias, como água, açúcares, gorduras, proteínas, vitaminas e ácidos nucleicos, fazem parte dessa composição química. 
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Metabolismo

Todos os seres vivos obtêm energia por meio do metabolismo. Metabolismo é um conjunto de processos químicos que permite todo ser vivo adquirir energia dos alimentos ingeridos. Essa energia será utilizada para realizar funções vitais, tais como a respiração, o crescimento e a reprodução. 

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Ciclo de vida

Todo ser vivo tem um ciclo de vida. O ciclo de vida é o conjunto das fases da vida de um ser vivo, que geralmente inclui as seguintes etapas: nascimento, crescimento, reprodução, envelhecimento e morte. A reprodução permite que os seres vivos deem origem aos seus próprios descendentes.

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A reprodução pode ser assexuada ou sexuada

Na reprodução assexuada, um ser vivo dá origem a outro ser, com características idênticas. Ocorre em microrganismos e em algumas espécies de plantas e de animais. 

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Na reprodução sexuada, ocorre a combinação do gameta feminino com o gameta masculino para gerar um novo ser vivo. A maioria das espécies de plantas e de animais se reproduz sexuadamente.

http://www.ciencianamedida.com.br/2018/04/o-paradigma-da-reproducao-assexuada-em.html
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Organização celular

Todo ser vivo, com exceção dos vírus, é formado por pequenas estruturas vivas chamadas células. A célula é a unidade fundamental dos seres vivos, capaz de realizar as reações químicas que compõem o metabolismo. 
Alguns seres vivos são formados por apenas uma célula e, por isso, são chamados unicelulares, por exemplo, a ameba. Seres formados por duas ou mais células são chamados pluricelulares

Na maioria dos seres pluricelulares, as células que apresentam estruturas e funções semelhantes estão agrupadas, formando tecidos. Os diferentes tecidos podem reunir-se e constituir um órgão. Um conjunto de sistemas que agem de forma integrada constitui um organismo. 

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Apostila UNO – Ensino Fundamental 7, página5-7, editora GrupoSantillana

A Célula

  

   Os seres vivos diferem da matéria bruta porque são constituídos de células.

   Todos os seres vivos são feitos de estruturas microscópicas, conhecidas como células.

   A célula é a menor unidade estrutural de um ser vivo, capaz de existir de maneira independente e se reproduzir.

  Foi descoberta em 1665 pelo inglês Robert Hooke. O cientista utilizou o termo célula para designar as pequenas cavidades de um pedaço de cortiça – tecido vegetal morto – observadas por ele com um microscópio. Os microscópios de maior resolução permitiram novos avanços no estudo das células: entre 1838 e 1839, o botânico Matthias J. Schleiden e o fisiologista Theodor Schwann concluem que tanto os animais quanto os vegetais são constituídos por células.

  

 Alguns organismos, como as bactérias e amebas, são unicelulares, isto é, consistem apenas de uma única célula. Mas a maioria dos organismos, incluindo humanos, são feitos de bilhões de células, ou seja, são pluricelulares.

  Quando as células se agrupam, formam os tecidos. O tecido pode ser definido como um conjunto de células semelhantes, adaptadas a uma determinada função.

A organização de uma célula

 Na maioria dos seres vivos, as células são constituídas por três partes básicas: membrana plasmática, citoplasma e material genético.

  A célula é a menor parte dos seres vivos com forma e função definidas. Por essa razão, afirmamos que a célula é a unidade estrutural dos seres vivos. A célula - isolada ou junto com outras células - forma todo o ser vivo ou parte dele. Além disso, ela tem todo o "material" necessário para realizar as funções de um ser vivo, como nutrição, produção de energia e reprodução.

 As células que formam o organismo da maioria dos seres vivos apresentam uma membrana envolvendo o seu núcleo, por isso, são chamadas de células eucariotas, e aquelas sem esta membrana são as procariotas. 

 Desta forma, quanto à estrutura celular, os seres vivos podem ser classificados em eucariontes e procariontes.

Célula Procariota ou procarionte

As células procariontes não apresentam a membrana nuclear envolvendo o material genético. Bactérias e cianofíceas são exemplos de seres vivos procariontes.

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Bactérias
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Células Eucariótica ou eucarionte

 Os eucariontes apresentam células constituídas por três partes fundamentais: membrana, citoplasma e núcleo, e compreendem a quase totalidade dos organismos.


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  Cada célula do nosso corpo tem uma função específica. Mas todas desempenham uma atividade "comunitária", trabalhando de maneira integrada com as demais células do corpo. É como se o nosso organismo fosse uma imensa sociedade de células, que cooperam umas com as outras, dividindo o trabalho entre si. Juntas, elas garantem a execução das inúmeras tarefas responsáveis pela manutenção da vida.





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