KOZ PALMA


     
      Koz Palma, analista de sistemas, formado pelo Mackenzie, aprendeu tudo sobre cores e composição com o avô, José Palma Cuadros. Em 1996, devido às crises da época, precisou escolher outra profissão, quando teve contato com o primeiro software de imagem. Levou a arte em paralelo até 2007, quando percebeu que não podia fugir do seu legado. E começou a se aprofundar na arte digital, buscando um estilo que mantém as texturas do clássico com as características e sugestões da arte contemporânea.
      O artista plástico Koz Palma expõe pela primeira vez na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos, e traz para o público 26 obras em pintura digital e 2 obras em metal gravado, além de um biombo e um painel, obras luminosas e impressionantes. Não há razão para arrependimento. Quem passar pela Pinacoteca Benedicto Calixto, nas próximas semanas, vai ter a oportunidade de conhecer a obra de um dos jovens artistas mais criativos da atualidade.       
Com uma temática marcante e técnica inovadora, Koz Palma representa uma geração de criadores que eleva a arte brasileira a patamares internacionais.
   Todas as peças foram produzidas, desenhadas e pintadas, no computador utilizando softwares que emulam as ferramentas tradicionais de pintura e posteriormente imprimem em canvas – tradicionais telas de pintura – em alta definição. A coletânea inclui as séries Kozmismo e Contornos, que traduzem sentimentos e acontecimentos vividos pelo autor.


Aberta ao público de 12 de abril a 12 de maio de 2013, de terça a domingo, das 9h00 às 18h00, no Casarão Branco
Visitação livre e gratuita



http://www.usp.br/agen/?p=121730
http://www.saatchionline.com/kozpalma
http://www.pinacotecadesantos.org.br/dia/

Imagem Invertida

    As aulas de Artes devem propiciar aos alunos o desenvolvimento de habilidades manuais no uso da régua, lápis, tesoura e cola, além de orientar o desenvolvimento de técnicas de pintura com lápis de cor, aquarela, guache entre outras. Com material escolar básico, o professor de Artes deve exercitar a sua criatividade para elaborar atividades interessantes a seus alunos.
     Objetivando apenas o uso de lápis, régua, tesoura e cola, eu apresentei aos alunos a atividade "Imagem Invertida" e abaixo estão alguns dos trabalhos.

     

 








Astronomia - Estações do Ano

  


O planeta Terra não permanece estático, realizando, portanto, uma série de movimentos. A rotação, por exemplo, é responsável pela alternância entre dias e noites. Já a translação (deslocamento da Terra em torno do Sol) provoca uma variação da radiação solar que atinge a superfície terrestre durante o ano.

No movimento de translação, o eixo da Terra apresenta uma inclinação de 23°27’ em relação ao plano orbital. Esse fenômeno, juntamente com a translação, é responsável pelas quatro estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.

Cada estação apresenta características peculiares, sendo que o verão é marcado por dias mais longos que as noites; e o inverno, por noites mais longas que os dias. No início do outono e durante a primavera, os dias e as noites têm a mesma duração.

Essa diferenciação na radiação solar durante o ano influencia diretamente na reprodução dos animais, nos aspectos da cobertura vegetal, na temperatura, nas chuvas, na agricultura entre outros fatores. Esse ciclo é de fundamental importância para a manutenção da vida na Terra, proporcionando uma variação dos elementos climáticos e belas paisagens.

Se a Terra não se inclinasse em seu eixo, não existiriam as estações. Cada dia teria 12 horas de luz e 12 horas de escuridão. E como o eixo do planeta terra forma um ângulo com seu plano orbital, existe o verão e o inverno, dias longos e dias curtos. Durante o Verão, os dias amanhecem mais cedo e as noites chegam mais tarde. Ao longo dos três meses desta estação, o sol se volta, lentamente para a direção norte e os raios solares diminuem sua inclinação. No início do Outono, os dias e as noites têm a mesma duração: 12 horas. Isso é porque a posição do sol está exatamente na linha do Equador.

Porém, o sol, vai continuar se distanciando aparentemente para norte. A partir daí, os raios solares atingem o mínimo de inclinação no início do Inverno, e, ao contrário do Verão, os dias serão mais curtos e as noites mais longas.

Então, o Sol vai começar a se deslocar na direção sul. Começando então a Primavera e os dias e as noites terão a mesma duração.

Portanto, as estações do ano e a inclinação dos raios solares variam com a mudança da posição da Terra em relação ao Sol. Quando o Pólo Norte se inclina em direção ao Sol, o hemisfério Norte se aquece ao calor do verão. Seis meses mais tarde, a Terra percorreu metade de sua órbita. Agora o Pólo Sul fica em ângulo na posição do Sol. É verão na Austrália e faz frio na América do Norte.
















Bilbiografia:


BRANCO, S. M.;Um passeio pelas estações do ano. Editora Moderna. 48p.


http://www.smartkids.com.br/pergunte/estacoes/


http://planeta.terra.com.br/arte/observatoriophoenix/k_ensaios/24_k04.htm


http://astro.if.ufrgs.br/tempo/mas.htm


http://www.techs.com.br/meimei/historias/historia55.htm


Maria Sibylla Merian

    

    A página inicial do Google homenageia nesta terça-feira (2), a ilustradora científica e naturalista Maria Sibylla Merian, no seu 366º aniversário. Ela estudou insetos e plantas fazendo pinturas detalhadas sobre eles.


   Maria Sibylla Merian nasceu no dia 2 de abril de 1647, na cidade de Frankfurt. Ela é filha do gráfico suíço Matthäus Merian The Elder, que acabou falecendo com Maria ainda criança. Após a morte de seu pai, a mãe da naturalista se casou com o pintor Marrel Jacob. Depois de aprender a desenhar com seu padastro e passar dois anos em Amsterdã, Maria Sibylla viajou ao Suriname, onde observou a metamorfose das borboletas e as desenhou em detalhes, publicando "Metamorphosis insectorum Surinamensium" na volta à Europa - a obra exibia outros insetos latino-americanos. Durante o tempo na colônia holandesa, a entomologista também criticou a escravatura e a maneira como índios e negros eram tratados no Suriname.







Ovos Pintados




    Na história do povo ucraniano sempre esteve presente uma tradição de colorir ovos na época em que o Sol voltava triunfante, eliminando a neve que cobria a rica terra negra da Ucrânia. Em escavações arqueológicas, foram encontrados indícios desta arte a mais de 3.000 anos antes de Cristo, sendo que naquela época, eram utilizadas ferramentas muito rústicas para se confeccionar uma pêssanka. A explicação para o interesse do ser humano antigo pelo ovo, está no fato do mesmo possuir uma magia incrível, pois de uma forma simples e rude, surgiria a vida.

    Com o passar dos anos, as ferramentas gradativamente evoluíram e com elas o homem conseguiu melhorar suas condições materiais e também os resultados da suas pinturas em ovos, surgindo melhores definições daquilo que desejava expressar.
 
    Os ucranianos, em paridade com todos os povos antigos, veneravam a natureza e os regentes dos elementos. Assim como outros povos antigos veneravam o Sol com Apolo e seu carro puxado por leões, os ucranianos reconheciam no mesmo astro, o Dajbóh, e à ele ofereciam homenagens, pois novamente traria luz e calor para a Terra. O verde substituiria o branco da neve, as flores voltariam a desabrochar, as árvores ofereceriam seus frutos novamente e o povo poderia trabalhar a terra para obter seu sustento.

    A antiga e tradicional Festa da Primavera, transformou-se na Páscoa cristã, por se tratar da mesma época. O povo continuava com os antigos festejos, mas mudava-se gradativamente o sentido da ocasião festiva. As pêssankas, continuaram existindo, o povo não deixou o costume de colorir ovos para expressar seus sentimentos, mas o clero religioso fez com que se abandonassem as crenças nos entes da natureza, deviam ser extintos os costumes tidos como pagãos.

    As pessoas passaram então a fazer pêssankas para dar aos parentes e amigos respeitados, na época da Páscoa, para demonstrar tudo aquilo que desejavam para seus entes queridos. As pequenas obras de arte também passaram a aparecer em datas importantes, como casamentos e nascimentos, como materialização das boas intenções que se queria expressar.

Leia mais: http://historiofobia.blogspot.com/2010/04/pessanka-os-ovos-pintados-da-cultura.html#ixzz2OCn5dRhB

     E nada melhor para uma aula de artes, próxima da páscoa, do que fazer pêssankas!!! Abaixo segue as fotos do alunos da Escola Municipal José Júlio fazendo arte!



 








Páscoa

A Páscoa e seu significado

    A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem. Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
    Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
    Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão. 
     Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
    Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.

A História do coelhinho da Páscoa e os ovos 
  
    A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
    Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
     A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII. A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!


 "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas:

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