ARTES - Desenho de ampliação livre

Desenhar

          O desenho muitas vezes é considerado um grande vilão em algumas historias. Muitas pessoas dizem não ter jeito algum para a pratica do desenho, ou dizem jamais conseguir. Algumas acreditam que para ser um bom desenhista deve-se possuir um dom especifico. Em minha trajetória percebi o desenho como uma atividade artística que requer algumas características próprias e do ambiente, porém nada de DOM. E os maiores inimigos que permeiam o desenho estão em nossa própria mente. São eles:

. Ansiedade;
. Impaciência;
. Intolerância;
. Ambiente inadequado;
. Barulho;
. Dispersão;
. Pouca observação;
. Pensamento negativo

         O desenho, como qualquer outra atividade artística, requer disciplina e sentimentos bons para que a subjetividade alcance a objetividade. Devemos eliminar de vez pensamentos como “eu não posso, eu não consigo”. Estes pensamentos bloqueiam o fluir natural do aprendizado. Nossa capacidade é ilimitada, desde que nos proponhamos usá-la de forma consciente e madura.

Então, vamos desenhar?
       
        Os alunos se propuseram a tentar desenhar realizando uma atividade de ampliação. Observando uma imagem qualquer, os alunos criaram as linhas que finalizaram no "mesmo" desenho, porém maior. E depois pintaram utilizando a técnica de pintura homogênea.















 
 


ARTES - Ralfe Braga

     Os alunos desenvolvem aos poucos suas habilidades artísticas através de estímulos diferentes e atividades motivacionais. Após visualizarem obras do artista Ralfe Braga, os alunos desenvolveram duas atividades diferentes com a mesma base de linhas geométricas. Uma turma pintou os espaços com a técnica de pintura homogênea e outra turma ficou livre para fazer uma releitura do trabalho de Ralfe Braga. 






















 








Boas Maneiras


O professor (Neste texto sempre substantivo neutro) com certeza sabe que Boas-maneiras na Escola consiste em dar tratamento cortês aos colegas, aos funcionários, e aos alunos, e que essa prática permitirá um convívio produtivo e prazeroso para todos. Sabe que isto inclui cumprimentar os alunos ao entrar na sala de aula e ao sair; pedir “por favor” ao aluno para vir ao quadro ou para responder a determinada questão; falar com clareza e calmamente, em boa altura, sem gritar; vestir-se bem – preferencialmente ao modo conservador; ter sapatos ou tênis bem conservados e limpos, barba feita, etc.
Se pretende passar por rebelde e de idéias avançadas e anti-convencionais, o professor deve lembrar-se de que não tem o direito de induzir seus alunos a uma atitude igual à sua, e portanto sua aparência deve ser neutra, sem espelhar ideologias, manias e opções pessoais. Não poderá, como ocorre em certos casos, considerar a sala de aula um feudo onde exercerá poder e influência a seu bel-prazer
Na classe deve ser assim – como de resto em todo relacionamento social: o professor jamais ofenderá a auto-estima de um aluno. Com certeza ele poderá lecionar a sua matéria e tratar a todos de modo gentil, ainda que, em certos casos,  seus alunos não tenham o mínimo de maturidade pessoal e inteligência para notar a consideração que recebem e, inclusive, pareçam não merecê-la. O mestre reconhecerá em tudo que puder os dons do aluno, e elogiará sua aptidão para a matéria, e seu bom aproveitamento na disciplina que estuda. Infelizmente, o tratamento cortês e sincero que o professor dispensa ao aluno não é garantia de que receberá igual atenção da parte dele e que o respeito mútuo se estabelecerá. 
Boas-maneiras são a fonte de sentimentos de auto-estima, tanto pela consideração que a pessoa dá a si mesma como pela sua nobreza em elevar a auto-estima do outro. Daí se conclui o alto poder que têm para evitar ou para sanar conflitos, e porque são importantes para a Escola. Porém, essa disciplina poderá muito mais se estiver aliada à Psicologia Social, que ensina a compreender a motivação alheia e o que é importante para o outro. Compete ao Orientador uni-las na Formação Comportamental como uma força ainda maior para alcançar seu objetivo.
A atividade Formação Comportamental compreenderia palestras, Teatro Pedagógico, visitas educativas, redação de textos, ou que outros instrumentos de ensino e demonstração possa utilizar. Quanto a Boas-maneiras e Etiqueta, o programa poderia ser assim dividido:
1)Comportamentos apropriados e inapropriados em público: oportunidades e modos de mostrar consideração com as pessoas tornando isso um prazer para sua própria auto-estima;
2) Cuidados com a limpeza própria e do ambiente. Higiene gripal, equilíbrio de postura, roupas, etc.;  
3) Como evitar conflitos através de estratégias de apaziguamento. Evitar irritar o outro, desrespeitar seus direitos, etc;
4) Reconhecimento de seus próprios sentimentos, e como lidar com eles no sentido da equanimidade e de evitar excessiva dependência da consideração e atenção alheias, ou de se impor aos outros;
5) Maneiras educadas e conhecimento da Etiqueta para servir-se à mesa. 
O item "1" se prestaria como tema de palestras ou a exposições feitas pelo próprio Orientador. Os itens “2” e “5” talvez sejam mais facilmente tratados através de diálogo e com demonstrações práticas,  exemplificações de influências culturais na higiene, nas formas de saudação, nos modos à mesa,  etc. Os itens “3” e “4” são os mais susceptíveis de aproveitar o Teatro Pedagógico. Uma peça em três atos (apresentação, desafio, solução) é talvez o melhor modo para tratar o problema dos conflitos e permite que se criem cenas de extravasamento de sentimentos como ciúme, raiva, compreensão e compadecimento, como controlá-los. A subordinação dos sentimentos a condições químicas do organismo seria um tema para uma conferência por um psiquiatra.

Boa educação na Escola
1.     Não tentar convencer colegas e professores de que não se preocupa com Boas-maneiras e Etiqueta, ou de que suas normas dependem apenas do bom senso e são de fácil dedução, e estão fora de moda. Ao contrário, mostre interesse no assunto junto ao diretor, ao orientador ou ao seu professor, a fim de que na reunião dos professores seja aprovado um pequeno curso extracurricular nessas disciplinas. Deve lembrar-se de que o conhecimento de Boas-maneiras e Etiqueta contribuirá para o êxito em sua vida tanto quanto os conhecimentos técnicos que dominar e de que o ambiente usualmente tolerante no seio da família não favorece esse aprendizado.

2.      Não rir de como se veste, ou como fala, ou de um defeito físico ou tique nervoso de um colega.
3.      Não estar a rir sem motivo, por pura excitação, ou apenas para acompanhar risadas de outros.
4. Não colocar apelidos, bons ou maus, gentis ou não, nos colegas, ou chamá-los apenas pela primeira parte mais comum de um nome composto: não apenas José, mas José Henrique; não apenas Maria, mas Maria do Socorro.
5.  Não demonstrar impaciência, rir ou fazer piadas com a dificuldade de um colega em entender o óbvio, ou se ele faz uma colocação ingênua.
6. Não estar a todo instante querendo responder antes dos outros, levantando a mão para que o professor o escute e não aos outros. Não dominar um debate na classe ao ponto de tirar dos demais a oportunidade de falar.
7. Não cochichar nem enviar bilhetinhos durante a aula, trocar mensagens pelo celular, ou comunicar-se por mímica.
8. Diante da tentativa de um colega de conversar e contar anedotas na sala, espalmar uma das mãos sinalizando que pare, e dizer com discrição que conversará no intervalo ou recreio. O gesto com a mão é importante para o professor perceber que aquele aluno não está conversando, mas justamente o contrário, procurando evitar ter sua atenção desviada pelo companheiro.
9. Não usar sobre o uniforme símbolos religiosos e esotéricos, de gangues ou de seitas, partidários ou de clube, nem sobre a pele qualquer tipo de tatuagem.
10.  Tomar a iniciativa de organizar um grupo colegas para visitar um colega doente ou acidentado.
11.  Não fazer convites exclusivos para uma festa estando na escola, e sim por telefone ou e-mail, para não provocar sentimentos nos colegas que não forem convidados, e se sintam excluídos. Responder com a mesma discrição, tão prontamente quanto possível a um convite recebido nessa condição.
12.  Educar a voz para cantar e conversar. Não cantar de modo estridente, fazendo a voz sobressair à das demais pessoas. Conversar com a altura de voz necessária para ser ouvido a um metro e meio de distância. Para uma distância maior, procurar aproximar-se para falar.  Não gritar por outra pessoa no corredor ou no pátio da escola, ou de um extremo a outro da sala de aula. Falar sem pressa, e evitar gírias.



13.  Evitar polemizar com o professor em sala de aula, ou argumentar com ele de modo desrespeitoso. Discordando de alguma coisa que considere importante esclarecer, procure por ele na sala dos professores, ou ligue para ele em casa, ou passe um e-mail explicando seu ponto de vista e pedindo que ele esclareça melhor a questão que lhe suscitou dúvidas, ou reconsidere alguma atitude que o aluno julga injusta.
14.  Não deixar de cumprimentar com um aceno de cabeça ou uma curta saudação qualquer dos professores pelos quais passar no corredor ou na entrada da Escola, ainda que não seja aluno dele. No recinto da escola não se cumprimenta com beijinhos, abraços ou apertos de mão, mas apenas com palavras e uma leve inclinação de cabeça para uma pessoa mais velha.
15.  Não chegar atrasado, afim de não ter problemas com o disciplinário. Deve fazer um cálculo do tempo que gastará no trajeto até a escola e acrescentar um tempo extra como margem de segurança. Essa margem pode equivaler ao intervalo entre dois ônibus, no caso de poder perder o primeiro, ou ao tempo que provavelmente perderá em um engarrafamento habitual no seu trajeto, etc.
16.  Ao chegar à escola, dirigir-se ao banheiro para lavar as mãos, recompor os cabelos e o uniforme, se necessário. Verificar se as unhas estão limpas.
17.  Evitar posturas que indiquem indolência e desatenção na sala de aula. Não colocar um pé sobre uma cadeira, não se apoiar na mesa ou carteira escolar do colega sentado à sua frente. Não correr ou andar demasiado apressado e desatento, provocando encontrões com as pessoas. Não pare para conversar em passagens estreitas, nas portas e escadas.
18.  Deixar o som do aparelho celular desligado durante a aula, e ligar no intervalo para os números que encontrar no menu de “ligações não atendidas”. Informar aos pais o horário do intervalo entre as aulas mais próprio para receber ligações.
19.  Levar na mochila uns três lenços ou guardanapos de papel que poderá utilizar para limpar o nariz após um espirro, descartar chicletes, enxugar suor do rosto e das mãos onde não dispuser de água e sabão, e outros empregos que se façam necessários.
20.  Estar atento(a) ao modo como deve tratar cada um com cortesia, sem se deixar envolver ou se tornar dependente, ou objeto de interesse e abuso em qualquer relacionamento.
21.  Estudar ainda que superficialmente a personalidade dos colegas e ouvir as queixas das colegas “coitadinhas de mim”, aceitar as interrupções do que está dizendo pelos “professorzinhos”, concordar com algum aspecto do que diz um “contestador” habitual, elogiar os que praticam “o meu é melhor que o seu”, etc. Ter algumas frases adequadas para mostrar simpatia por cada um desses tipos e ao mesmo tempo poder se afastar dele.
22.  Não competir, porem fazer o melhor que puder em qualquer atividade. Primeiros lugares trazem muitos problemas psicológicos, a menos que sejam alcançados sem a preocupação de superar outras pessoas e simplesmente pelo prazer de alcançar o máximo de êxito no que faz.
 23.  Se houver lanche ou almoço na escola, aprenda e aplique todas as normas de Etiqueta e bom comportamento social à mesa, sem afetação e sem comentários, mesmo com amigos mais próximos. Demonstrar sua preocupação com essas normas ou tocar nesse assunto pode azedar o relacionamento para sempre. Praticar, dar o exemplo, mas não mencionar nem discutir o assunto com ninguém, exceto com a professora da matéria, se houver.
24.  Não ignorar propositadamente nenhum colega. Aprender que o preconceito contra outra pessoa na maioria das vezes é resultado da falta de aproximação e melhor conhecimento..  
25.  Ter na mochila um saquinho de plástico onde recolher papel amassado, lenço usado, lascas do apontamento de lápis, e outro lixinho eventual.
26.  Zelar pelo patrimônio da Escola; não bater as portas, não escrever nas paredes ou cravar o nome nas mesas ou carteiras escolares, não acionar com violência interruptores, fechaduras, ou qualquer outro equipamento.
27.  Não fechar os cadernos e livros, recolher o material de estudo e correr o fecho da mochila antes que a aula esteja terminada. Apronte-se para sair sem mostras notórias de alívio pelo final da aula.
28.  Deitar cedo para levantar-se bem disposto e não dormir durante as aulas.
29.  Não mascar goma, comer ou beber durante a aula, reservando para os intervalos o lanche.
30.  Não tentar personalizar sua resposta à chamada de presença feita pelo professor. Dizer simplesmente “presente” e responder ao seu “Bom-dia” em coro com os colegas, com voz natural e na altura própria.
31.  Não usar palavrão, nem gíria, nem os bordões que os humoristas da Televisão têm orgulho em inventar e fazer virar moda.
32.  Não incomodar os colegas pedindo todo o tempo alguma coisa emprestada: caneta, régua, borracha, etc. Ou pior, pegar coisas por empréstimo sem pedir primeiro.
33.  Não segurar lugar para colegas retardatários no auditório, na lanchonete ou restaurante da escola
34. Assinar e colocar comentários gentis no caderno de recordações que lhe for apresentado por um colega.

Conflitos
Para muitos alunos a Escola pode ser a primeira oportunidade de conhecerem o comportamento social que irão aperfeiçoar mais tarde, em sua vida adulta. Os conflitos entre estudantes são como edições resumidas dos conflitos que ocorrem entre adultos em geral – entre empregados de uma grande empresa, na política, na repartição pública, e até no corpo docente e administrativo da própria Escola. Vão desde a maledicência, a intimidação, a ridicularização, a arrogância e o preconceito, até fatos mais graves como formação de quadrilhas ou de gangs, desacato à autoridade, roubo, uso de drogas, gravidez indesejada, aborto, e agressão física. Também as conseqüências são as mesmas: depressão, suicídio, assassinato, hospitalização e prisão. Basicamente, os mais fortes agridem os mais fracos, e estes tentam descobrir um ainda mais vulnerável sobre quem exercer algum tipo de poder. Em cada caso, os conflitos indicam como a pessoa procura alimentar ou defender o seu Ego, e manter a auto-estima que sustenta sua motivação.
O intimidador pode não ser o maior e o mais forte dos alunos. Muito freqüentemente é um sujeito de menor compleição física mas com talento para se fazer rodear de outros que lhe emprestam potência. Unidos, fazem chacota aos colegas na lanchonete, empurram e esbofeteiam em alguma sala vazia, no banheiro ou no vestiário, aqueles que entendem que podem intimidar e agredir. Seja como for, é do tipo provocador que os meninos mais fracos e tímidos procuram fugir. O perigo pode ser afastado pela provável vítima se esta consegue seduzir aquele que parece o mais ameaçador, ou um de seus amigos. Uma gentileza feita antecipadamente, que pareça casual e desinteressada, e que não signifique enturmar ou se ligar ao grupo delinquente  pode ser uma boa estratégia. Por ex:. “Notei sua ausência ontem na aula de Geografia. Se você quiser, eu lhe passo a matéria lecionada”. Esta técnica copia o treinamento de cães, que consiste em fazer que reconheçam a palavra “amigo” repetida junto com o reforço de um torrão de açúcar. 



Se para os meninos e rapazes a intimidação é a pior forma de hostilidade na Escola, para as meninas a pior é serem rejeitadas por  grupinhos de colegas, e o descaso de rapazes pelos quais gostariam de ser cortejadas. Jovens zombadores que se pretendem charmosos escolhem entre as jovens mais ansiosas por amizade e aceitação, aquela que será objeto de risos e cochichos maliciosos.. Esta, devido à sua ansiedade por reconhecimento, simula bom humor no papel de vítima, para ela melhor que estar totalmente excluída. Mas, se na Escola consegue sustentar uma aparência feliz, fora dela cai em depressão, agride os pais nos quais põe a culpa pela inferioridade em que se sente, incapaz de perceber que a verdadeira causa da situação não é que seja diferente, mas sim a sua má interpretação da própria situação. Na verdade o grupo dominante reúne somente aquelas meninas ou rapazes afinados com o sistema criado por eles para lidarem com sua própria ansiedade. Todo o esforço que uma estranha fizer para se integrar será causa de mais zombaria e humilhações. Compreender qual é a verdadeira situação fará cair o encanto e a sedução de que é vítima. Poderá amar o seu isolamento e fazer render melhor o seu tempo, ou criar com outras colegas um sistema independente de mútua consideração e respeito.
Solução de conflitos
Contrato escolar. A única autoridade legítima do professor deveria ser sobre a matéria que ele ensina. Não cabe a ele a responsabilidade sobre o comportamento do aluno. Portanto o professor não daria ordens como, por exemplo, para o aluno se retirar da sala de aula. Não pune com notas baixas, mas apenas avalia.
O comportamento do aluno deve ser objeto de um contrato entre ele – o aluno, representado por seus pais, se for menor –, e a Escola, É, portanto, essencial que um contrato com cláusulas sobre o comportamento do estudante – cobrindo inclusive o uso correto do material de informática da Escola –, seja assinado no ato da matrícula, mais do que uma simples declaração de conhecer e aceitar as Normas de Funcionamento do Estabelecimento.
O contrato assinado pelo aluno e por seus pais com a Escola deve fazer alusão clara ao relacionamento conflituoso, detalhar preconceito, humilhação, agressão, zombaria, colocação de apelidos e, depois de nomear todas as formas de atazanar mento entre colegas, dizer as medidas a serem aplicadas aos infratores, tudo de modo claro e explícito, para que a Direção possa agir prontamente em função dessa cláusula contratual.
Como em geral a origem desse comportamento agressivo vem do próprio lar dos delinquentes  e representa algo vital para ele no universo do suas carências, é pouco provável que haja um discurso eficaz que possa por fim à situação. Por isso as soluções mais drásticas como apelar para a polícia devem ser mencionadas e tem mais probabilidade de suspender a ação do malfeitor que a ameaça de expulsão do estabelecimento. Os pais da vítima devem acionar a Escola no caso do descumprimento da clausula de vigilância e disciplinamento a que a Escola estará obrigada pelo mesmo contrato.
Se necessário, e este pode ser o caso de escolas localizadas em áreas de risco, a Direção manterá um Assistente presente em cada sala de aula. Sua atividade, porém, não se estende fora da Escola.  com direito a uma guarita blindada, Um segurança armado deve estar postado do lado de fora da entrada, a fim de proteger os alunos contra gangues,  vendedores de droga, aliciadores de menores, sequestradores  etc. Ao “Assistente Escolar” que tenha as mesmas funções do antigo "Disciplinário", compete controlar a disciplina e a movimentação de alunos no âmbito da escola e desempenhar as atividades disciplinares e de segurança que lhe forem atribuídas pela Direção e referidas no contrato de matrícula do aluno. Deve acorrer prontamente a qualquer ponto onde um problema disciplinar se apresente. 






Rubem Queiroz Cobra

Direitos reservados. 
Para citar este texto: Cobra, Rubem Q. - Boas-maneiras e Etiqueta na Escola. Site www.cobra.pages.nom.br, INTERNET, Brasília, 2008 
("www.geocities.com/cobra_pages" é "Mirror Site" de www.cobra.pages.nom.br).

Formação do Solo



 O solo é uma mistura de diferentes materiais, tanto inorgânicos como orgânicos.

  Os materiais inorgânicos do solo são aqueles que resultam da desintegração das rochas. A água e o ar que existem entre as partículas que o constituem também são substâncias inorgânicas do solo.

  Os materiais orgânicos do solo são aqueles que vieram dos seres vivos, como folhas e galhos de vegetais, excrementos de animais e restos de seres mortos, dentre outros. Todos eles, quando se decompõem, originam o húmus. O húmus é responsável pela fertilidade do solo e sua textura macia favorece o enraizamento das plantas e a retenção de água no solo.

  Os materiais do solo são aqueles que vieram dos seres vivos, como folhas e galhos de vegetais, excrementos de animais e restos de seres mortos, dentre outros. Todos eles, quando se decompõem, originam o húmus. O húmus é responsável pela fertilidade do solo e sua textura macia favorece o enraizamento das plantas e a retenção de água no solo.
 
  A formação do solo ocorre devido a um fenômeno chamado intemperismo. O intemperismo é um conjunto de processos devido à ação de agentes atmosféricos e antrópicos que ocasiona a desintegração das rochas. Ele ocorre lentamente, podendo durar centenas de milhares de anos. Há dois tipos de intemperismo, físico e químico, sendo que ambos podem ocorrer simultaneamente.

  HÚMUS: matéria de coloração escura resultante da decomposição e transformação química e biológica dos restos dos seres vivos.

     ANTRÓPICO: relativo à ação do ser humano.

  O intemperismo físico é aquele que ocorre devido a fenômenos físicos, isto é, quando as rochas são desintegradas pelas variações de temperatura e pela ação do gelo e das chuvas. O calor que o Sol irradia aquece as rochas, fazendo com que se dilatem. Quando as rochas esfriam, devido ao vento, à chuva ou à queda da temperatura, elas se contraem. Esse fenômeno, repetido durante longos períodos, faz com que as rochas se quebrem em pequenos fragmentos. As menores partículas provenientes das rochas podem ser de três tipos: areia, silte e argila.


  O intemperismo químico acontece quando a rocha é decomposta pela penetração da água, alterando a sua estrutura, ou sofre desgaste pela ação de substâncias produzidas pelas raízes das plantas.


   É importante considerar que os solos nem sempre são encontrados sobre a rocha-mãe, ou rocha que lhes deu origem. Os fragmentos formados pelo desgaste da rocha-mãe em um lugar podem ser transportados, tanto pela água quanto pelo vento, até outros locais, onde as partículas se acumulam.
 

RALFE BRAGA

    Artista plástico, ilustrador, designer gráfico e diretor de arte, nascido no estado do Amapá em 1959 e radicado em Brasília. É formado em Educação Artística com Licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes de Brasília/DF e atualmente, cursa Pós-Graduação em Artes Visuais/Cultura&Criação pela Faculdade SENAC. Aos 19 anos, pouco tempo depois de sua que chegada em Brasília, teve diante de si uma escolha difícil: propaganda ou artes. Como a maioria de seus contemporâneos artistas, escolheu a direção que dava uma resposta mais imediata, a publicidade. Por mais de 20 anos, emprestou seu talento para a criação de campanhas publicitárias, mas nunca sem perder o foco de seu desenvolvimento artístico. Durante o período em que atuou como publicitário desenvolveu o traço geométrico, rápido e fluido que vê-se hoje. Da prancheta e cavalete ao tablet, assim criou sua linguagem visual que mescla composições clássicas com a técnicas modernas de criação. Nunca deixando de lado a tela e a tinta, sendo um pintor por excelência. Frequentemente, é chamado de colorista. Suas obras tem grande influência das terras de ares úmidos e quentes, com a exuberância nativa da floresta amazônica em seu quintal. A paleta de cores ilimitada com tons tropicais impregna seus meninos, canoas, pipas, animais. Não há como ficar impassível diante de tantas luz e beleza que emanam calor nas explosões de cores decompostas em fragmentos geométricos.
     A paixão por sua terra natal é uma das característica marcantes de suas composições, há nelas lembranças de sua infância feliz em Macapá. É importante ressaltar ainda sua habilidade na convivência, sem conflitos entre afeto e a lógica, sonho e realidade; dualismo estes, representados no modo espelhado de pintar; como quem quer reafirmar e guardar suas histórias para além da emoção ao enquadrá-la no desenho racional da geometria representativa.        


 Abaixo  um vídeo que produzi para apresentar Ralfe Braga aos alunos.



Na aula os alunos tiveram como objetivo fazer uma releitura da obra da Arara de Ralfe Braga, partindo das linhas e formas geométricas principais.




      Na sala de informática, alunos do 9°ano da E.M. José Júlio utilizaram uma ferramenta digital nos computadores da escola para recriar uma das obras de Ralfe Braga. Abaixo, alguns dos resultados.
 Trabalho de Tallita e Larissa do 9° ano C                                               

Trabalho de João Victor e Taís Santana do 9° ano C

Trabalho de Antônio Augusto e Paulo do 9° ano C

Trabalho de Davi e Antônio do 9° ano C

Trabalho de Diogo do 9° ano C

ELEIÇÕES 2026 X ESCOLA LAICA

  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...