Halloween - 31 de Outubro




    O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos, sendo que não existe ao certo referências precisas de onde surgiram essas celebrações.

     A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma tradição contraída do dia 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos, é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo Céltico. Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra "Hallowinas" - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).

       Mas os estudiosos dizem que a palavra Halloween surgiu da seguinte forma:

      O nome é, na realidade, uma versão encurtada de "All Hallows' Even"(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows' Day). 
"Hallow" é uma palavra do inglês antigo para "pessoa santa" e o dia de todas as "pessoas santas" é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, "All Hallows' Even", como "Hallowe'en", e mais tarde simplesmente "Halloween".

      O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis.

     Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en. Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.


      Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati). 
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
    
  O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passou ser conhecido como o "Dia das Bruxas".

     A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas (ou Finados aqui no Brasil), os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha. Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.


Abóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna)


    A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de Outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transformasse em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda.

      Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade.  Mas a mudança não dura muito tempo, não.

     No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore. Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre, e em seguida tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno.

    Chegando lá, encontra o diabo, o qual ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada, e como castigo, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Devido à esse acontecimento, sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).
 
      Os nabos na Irlanda eram usados como "lanternas do Jack" originalmente, mas quando os imigrantes vieram para a América, eles descobriram que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então começaram à utilizar abóboras iluminadas com uma brasa por dentro ao invés de nabos. Por isso a tradição de se fazer caricaturas em abóboras e iluminá-las por dentro com uma vela na época de Halloween.

    Segundo a lenda, quem presta atenção e consegue ver uma pequena luz fraca na noite de 31 de outubro, é porque conseguiu ver a passagem de Jack procurando uma saída do limbo em que está preso.




Atividade 7° ano - Fungos e Bactérias

Aê galerinha que está querendo aumentar seu conhecimento e melhorar seu conceito em Ciências. Realizem estas atividades sobres o Reino dos Fungos e Bactérias!




Reino dos Fungos

Os fungos são popularmente conhecidos por bolores, mofos, fermentos, levedos, orelhas-de-pau, trufas e cogumelos-de-chapéu. É um grupo bastante numeroso, formado por cerca de 200.000 espécies espalhadas por praticamente qualquer tipo de ambiente.

Características gerais apresentadas pelos fungos:

- Se desenvolvem, principalmente, em locais com grande presença de material orgânico e umidade. A ausência de luminosidade também facilita o desenvolvimento dos fungos.

- Podem ser pluricelulares (compostos por mais de uma célula) ou unicelulares (composto por apenas uma célula). Os fungos pluricelulares, que são a maioria, possuem o talo que é denominado micélio. Este micélio é composto por filamentos (hifas).

- Os fungos não possuem clorofila.

- A nutrição dos fungos é heterotrófica, ou seja, os nutrientes que necessitam para viver são obtidos através de matéria orgânica. Porém, os fungos não ingerem as matérias orgânicas, mas obtém seus nutrientes através de um processo de absorção. A digestão ocorre fora do corpo, ou seja, eles liberam enzimas que digerem a matéria orgânica e só depois deste processo os nutrientes são absorvidos.

- Podem se reproduzir de forma sexuada ou assexuada.

- A reprodução através de esporos também é muito comum em várias espécies de fungos.

- Possuem a capacidade de armazenar material reserva que, assim como muitos animais, é o glicogênio.


Fungos Unicelulares

À primeira vista, parece que todo o fungo é macroscópico. Existem, porém, fungos microscópicos, unicelulares. Entre estes, pode ser citado o Saccharomyces cerevisiae. Esse fungo é utilizado para a fabricação de pão, cachaça, cerveja etc., graças à fermentação que ele realiza.



Saccharomyces: fungos unicelulares. Note que os pequenos brotos são novos indivíduos que estão sendo formados por reprodução assexuada.

Fungos Pluricelulares

Os fungos pluricelulares possuem uma característica morfológica que os diferencia dos demais seres vivos. Seu corpo é constituído por dois componentes: o corpo de frutificação é responsável pela reprodução do fungo, por meio de células reprodutoras especiais, os esporos, e o micélio é constituído por uma trama de filamentos, onde cada filamento é chamado de hifa.

Na maioria dos fungos, a parede celular é complexa e constituída de quitina, a mesma substância encontrada no esqueleto dos artrópodes.


O carboidrato de reserva energética da maioria dos fungos é o glicogênio, do mesmo modo que acontece com os animais.

Tipos de Hifas

Dependendo do grupo de fungos, as hifas podem apresentar diferentes tipos de organização. Nas hifas cenocíticas, presentes em fungos simples, o fio é contínuo e o citoplasma contém numerosos núcleos nele inserido. 

Fungos mais complexos, possuem hifas septadas, isto é, há paredes divisórias (septos) que separam o filamento internamente em segmentos mais ou menos parecidos. Em cada septo há poros que permitem o livre trânsito de material citoplasmático de um compartimento a outro. Pelos poros das hifas septadas ocorre trânsito de citoplasma e de núcleos de uma célula para outra. Nos fungos, os núcleos são haploides.



Nutrição dos Fungos 

Fungos crescem melhor em habitats úmidos e escuros, porém são encontrados universalmente onde quer que exista matéria orgânica disponível. Eles necessitam de umidade para crescer e podem obter água da atmosfera, bem como do meio sobre o qual vivem. Quando o ambiente torna-se muito seco, os fungos sobrevivem entrando num estado de repouso ou produzindo esporos, que são resistentes à aridez. Embora o pH ótimo para a maioria das espécies seja ± 5,6, alguns fungos podem tolerar e crescer em ambientes onde o pH varia de 2 a 9. Muitos fungos são menos sensíveis à altas pressões osmóticas que as bactérias, e podem crescer em soluções de sais concentradas ou soluções de açúcares, que inibem ou previnem o crescimento bacteriano. Os fungos também crescem num amplo intervalo de temperatura. 

Os fungos não possuem clorofila, como nas plantas, por isso não podem realizar fotossíntese, e consequentemente, não produzem seu próprio alimento. Eles soltam ao seu redor uma substância chamada exoenzima, que é praticamente igual à uma enzima digestiva. Essas enzimas digerem moléculas orgânicas do ambiente, e então o fungo absorve o seu alimento que foi digerido pelas exoenzimas. 


Existem dois nichos ecológicos para os fungos: decompositores e parasitas. A diferença entre os dois é que os parasitas se fixam em organismos vivos, enquanto os decompositores se fixam em organismos mortos. Os parasitas ainda podem serinsectívoros ou helmintívoros, respectivamente, comedores de insetos ou minhocas. O primeiro, libera uma substância pegajosa à sua volta, onde moscas e pequenos insetos ficam presos e são digeridos pelas exoenzimas. O segundo, o fungo libera substâncias tranquilizantes que imobilizam as minhocas. 


Reprodução nos fungos

Reprodução Assexuada

Fragmentação

A maneira mais simples de um fungo filamentoso se reproduzir assexuadamente é por fragmentação: um micélio se fragmenta originando novos micélios.

Brotamento

Leveduras como Saccharomyces cerevisae se reproduzem por brotamento ou gemulação. Os brotos (gêmulas) normalmente se separam do genitor mas, eventualmente, podem permanecer grudados, formando cadeias de células.

Esporulação

Nos fungos terrestres, os corpos de frutificação produzem, por mitose, células abundantes, leves, que são espalhadas pelo meio. Cada células dessas, um esporo conhecido como conidiósporo (do grego, kónis = poeira), ao cair em um material apropriado, é capaz de gerar sozinha um novo mofo, bolor etc.

Para a produção desse tipo de esporo a ponta de uma hifa destaca-se do substrato e, repentinamente, produz centenas de conidiósporos, que permanecem unidos até serem liberados. É o que acontece com o fungo penicillium, que assim foi chamado devido ao fato de a estrutura produtora de esporos - o conídio - se assemelhar a um pincel.

Micografia eletrônica de varredura mostrando o corpo de frutificação do Penicillium sp. frequente bolor encontrado em frutas. Os pequenos e leves esporos esféricos (conidiósporos) brotam de conídios que surgem na extremidade de uma hifa especializada, o conidióforo. 
Laranja contaminada com Penicillium sp , vista a olho nú.













Em certos fungos aquáticos, os esporos são dotados de flagelos, uma adaptação à dispersão em meio líquido. Por serem móveis e nadarem ativamente, esses esporos são chamados zoósporos.


Reprodução Sexuada

No ciclo reprodutivo de alguns fungos aquáticos, há a produção de gametas flagelados, que se fundem e geram zigotos que produzirão novos indivíduos. Nos fungos terrestres, existe um ciclo de reprodução no qual há produção de esporos por meiose. Desenvolvendo-se, esses esporos geram hifas haploides que posteriormente se fundem e geram novas hifas diploides, dentro dos quais ocorrerão novas meioses para a produção de mais esporos meióticos. A alternância de meiose e fusão de hifas (que se comportam como gametas) caracteriza o processo como sexuado.

De modo geral, a reprodução sexuada dos fungos se inicia com a fusão de hifas haploides, caracterizando aplasmogamia (fusão de citoplasmas). Os núcleos haploides geneticamente diferentes, provenientes de cada hifa parental, permanecem separados (fase heterocariótica, n + n).

Posteriormente, a fusão nuclear (cariogamia) gera núcleos diploides que, dividindo-se por meiose, produzem esporos haploides. Esporos formados por meiose são considerados sexuados (pela variedade decorrente do processo meiótico).


Classificação dos Fungos

Classificar fungos não é tarefa fácil. Trata-se de um grupo muito antigo (mais de 540 milhões de anos) e existem muitas dúvidas a respeito de sua origem e evolução.

Os quitridiomicetos, constituídos por cerca de 790 espécies, são os prováveis ancestrais dos fungos. Vivem em meio aquático e em solos úmidos próximos a represas, rios e lagos. Vivem da absorção da matéria orgânica que decompõe e, muitas vezes, parasitam algas, protozoários, outros fungos, plantas e animais. Algumas espécies causam considerável prejuízo em plantas de cultivo (alfafa e milho).

Os ascomicetos, com cerca de 32.000 espécies, são os que formam estruturas reprodutivas sexuadas, conhecidas como ascos, dentro das quais são produzidos esporos meióticos, os ascósporos. Incluem diversos tipos de bolores, as trufas, as Morchellas, todos filamentos, e as leveduras (Saccharomyces sp.), que são unicelulares.

Os basidiomicetos, com cerca de 22.000 espécies, são os que produzem estruturas reprodutoras sexuadas, denominadas de basídios, produtores de esporos meióticos, os basidiósporos. O grupo inclui cogumelos, orelhas-de-pau, as ferrugens e os carvões, esses dois últimos causadores de doenças em plantas.

Os zigomicetos, com cerca de 1.000 espécies, são fungos profusamente distribuídos pelo ambiente, podendo atuar como decompositores ou como parasitas de animais. Os mais conhecidos é o Rhizobux stolonifer, bolor que cresce em frutas, pães e doces - seu corpo de frutificação é uma penugem branca que lembra filamentos de algodão, recheados de pontos escuros que representam os esporângios.

Os deuteromicetos, ou fungos conidiais, que já foram conhecidos como fungos imperfeitos, constituem um grupo de fungos que não se enquadra no dos anteriores citados. Em muitos deles, a fase sexuada não é conhecida ou pode ter sido simplesmente perdida ao longo do processo evolutivo. De modo geral, reproduzem-se assexuadamente por meio da produção de conidiósporos. A esse grupo pertencem diversas espécies de Penicillium (entre as quais a que produz penicilina) e Aspergillus (algumas espécies produzem toxinas cancerígenas).

Liquens

A microscopia eletrônica mostra as hifas de fungo entrelaçadas com a alga.
Os liquens são associações simbióticas de mutualismo entre fungos e algas. Os fungos que formam liquens são, em sua grande maioria, ascomicetos (98%), sendo o restante, basidiomicetos. As algas envolvidas nesta associação são as clorofíceas e cianobactérias. Os fungos desta associação recebem o nome de micobionte e a alga, fotobionte, pois é o organismo fotossintetizante da associação.

A natureza dupla do liquen é facilmente demonstrada através do cultivo separado de seus componentes. Na associação, os fungos tomam formas diferentes daquelas que tinha quando isolados, grande parte do corpo do liquen é formado pelo fungo.


Morfologia 

Normalmente existem três tipos de talo:

  • Crostoso: o talo é semelhante a uma crosta e encontra-se fortemente aderido ao substrato.








  • Folioso: o talo é parecido com folhas














  • Fruticoso: o talo é parecido com um arbusto e tem posição ereta.
















Reprodução

Os líquens não apresentam estruturas de reprodução sexuada. O micobionte pode formar conídios,ascósporos ou basidiósporos. As estruturas sexuadas apresentam forma de apotécio. Os esporos formados pelos fungos do líquen germinam quando entram em contato com alguma clorofícea ou cianobactéria.

O fotobionte se reproduz vegetativamente. O liquen pode se reproduzir assexuadamente por sorédios, que são propágulos que contém células de algas e hifas do fungo, e por isídios, que são projeções do talo, parecido com verrugas. O liquen também pode se reproduzir por fragmentação do talo.


Habitat 

Os líquens possuem ampla distribuição e habitam as mais diferentes regiões. Normalmente os líquens são organismos pioneiros em um local, pois sobrevivem em locais de grande estresse ecológico. Podem viver em locais como superfícies de rochas, folhas, no solo, nos troncos de árvores, picos alpinos, etc. Existem líquens que são substratos para outros líquens.

A capacidade do líquen de viver em locais de alto estresse ecológico deve-se a sua alta capacidade de dessecação. Quando um líquen desseca, a fotossíntese é interrompida e ele não sofre pela alta iluminação, escassez de água ou altas temperaturas. Por conta desta baixa na taxa de fotossíntese, os líquens apresentam baixa taxa de crescimento.


Os Fungos e sua Importância

Ecológica

Os fungos apresentam grande variedade de modos de vida. Podem viver como saprófagos, quando obtêm seus alimentos decompondo organismos mortos; como parasitas, quando se alimentam de substâncias que retiram dos organismos vivos nos quais se instalam, prejudicando-o ou podendo estabelecer associações mutualísticas com outros organismos, em que ambos se beneficiam. Além desses modos mais comuns de vida, existem alguns grupos de fungos considerados predadores que capturam pequenos animais e deles se alimentam.
Em todos os casos mencionados, os fungos liberam enzimas digestivas para fora de seus corpos. Essas enzimas atuam imediatamente no meio orgânico no qual eles se instalam, degradando-o à moléculas simples, que são absorvidas pelo fungo como uma solução aquosa.



Os fungos saprófagos são responsáveis por grande parte da degradação da matéria orgânica, propiciando a reciclagem de nutrientes. Juntamente com as bactérias saprófagas, eles compõem o grupos dos organismos decompositores, de grande importância ecológica. No processo da decomposição, a matéria orgânica contida em organismos mortos é devolvida ao ambiente, podendo ser novamente utilizada por outros organismos.

Apesar desse aspecto positivo da decomposição, os fungos são responsáveis pelo apodrecimento de alimentos, de madeira utilizada em diferentes tipos de construções de tecidos, provocando sérios prejuízos econômicos. Os fungos parasitas provocam doenças em plantas e em animais, inclusive no homem. 

A ferrugem do cafeeiro, por exemplo, é uma parasitose provocada por fungo; as pequenas manchas negras, indicando necrose em folhas, como a da soja, ilustrada a seguir, são devidas ao ataque por fungos.

Folha da soja com sintomas da ferrugem asiática.


Em muitos casos os fungos parasitas das plantas possuem hifas especializadas - haustórios - que penetram nas células do hospedeiro usando os estomas como porta de entrada para a estrutura vegetal. Das células da planta captam açúcares para a sua alimentação.

Dentre os fungos mutualísticos, existem os que vivem associados a raízes de plantas formando asmicorrizas (mico= fungo; rizas = raízes). Nesses casos os fungos degradam materiais do solo, absorvem esses materiais degradados e os transferem à planta, propiciando-lhe um crescimento sadio. A planta, por sua vez, cede ao fungo certos açucares e aminoácidos de que ele necessita para viver.


Algumas plantas que formam as micorrizas naturalmente são o tomateiro, o morangueiro, a macieira e as gramíneas em geral.

As micorrizas são muito freqüentes também em plantas típicas de ambientes com solo pobre de nutrientes minerais, como os cerrados, no território brasileiro. Nesses casos, elas representam um fator importante de adaptação, melhorando as condições de nutrição da planta.

Certos grupos de fungos podem estabelecer associações mutualísticas com cianobactérias ou com algas verdes, dando origem a organismos denominados líquens. Estes serão discutidos posteriormente.


Econômica

Muito fungos são aeróbios, isto é, realizam a respiração, mas alguns são anaeróbios e realizam afermentação.

Camembert 
Destes últimos, alguns são utilizados no processo de fabricação de bebidas alcoólicas, como a cerveja e o vinho, e no processo de preparação do pão. Nesses processos, o fungo utilizado pertence à espécie Saccharomyces cerevisiae, capaz de transformar o açúcar em álcool etílico e CO2 (fermentação alcoólica), na ausência de O2. Na presença de O2 realizam a respiração. Eles são, por isso, chamados de anaeróbios facultativos.

Na fabricação de bebidas alcoólicas o importante é o álcool produzido na fermentação, enquanto, na preparação do pão, é o CO2. Neste último caso, o CO2 que vai sendo formado se acumula no interior da massa, originando pequenas bolhas que tornam o pão poroso e mais leve. 


Roquefort 

O aprisionamento do CO2 na massa só é possível devido ao alto teor de glúten na farinha de trigo, que dá a "liga" do pão. Pães feitos com farinhas pobres em glúten não crescem tanto quanto os feitos com farinha rica em glúten.

Imediatamente antes de ser assado, o teor alcoólico do pão chega a 0,5%; ao assar, esse álcool evapora, dando ao pão um aroma agradável.

Alguns fungos são utilizados na indústria de laticínios, como é o caso do Penicillium camemberti e do Penicillium roqueforte, empregados na fabricação dos queijos Camembert e Roquefort, respectivamente. 

Algumas espécies de fungos são utilizadas diretamente como alimento pelo homem. É o caso da Morchella e da espécie Agaricus brunnescens, o popular cogumelo ou champignon, uma das mais amplamente cultivadas no mundo.

Morchella

Agaricus


Doenças Causadas por Fungos


As micoses que aparecem comumente nos homens são doenças provocadas por fungos. As mais comuns ocorrem na pele, podendo-se manifestar em qualquer parte da superfície do corpo.

São comuns as micoses do couro cabeludo e da barba (ptiríase), das unhas e as que causam as frieiras (pé-de-atleta).

As micoses podem afetar também as mucosas como a da boca. É o caso do sapinho, muito comum em crianças. Essa doença se manifesta por múltiplos pontos brancos na mucosa.

Existem, também, fungos que parasitam o interior do organismo, como é o caso do fungo causador da histoplasmose, doença grave que ataca os pulmões. 


Importância Econômica

Os líquens produzem ácidos que degradam rochas e ajudam na formação do solo, tornando-se organismos pioneiros em diversos ambientes. Esses ácidos também possuem ação citotóxica e antibiótica.

Quando a associação é com uma cianobactéria, os líquens são fixadores de nitrogênio, sendo importantes fontes de nitrogênio para o solo.

Os líquens são extremamente sensíveis à poluição, sobrevivendo de bioindicadores de poluição, podendo indicar a qualidade do ar e até quantidade de metais pesados em áreas industriais.

Algumas espécies são comestíveis, servindo de alimento para muitos animais.














Fontes: 


http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biofungos.php


http://www.todabiologia.com/microbiologia/caracteristicas_fungos.htm




Técnicas de conservação de alimentos

    
   
Existem várias técnicas de conservação de alimentos para evitar que eles estraguem e não percam o seu valor nutritivo; nem sofram nenhum tipo de alteração. As principais são: fervura, resfriamento, congelamento, salgamento, defumação e liofilização.


Fervura

  Os alimentos cozidos se conservam por mais tempo que os crus, pois a fervura mata os microrganismos contidos no alimento. 


Resfriamento e congelamento


    Para resfriar os alimentos normalmente é utilizado o refrigerador ou a geladeira, onde os alimentos são submetidos à baixas temperaturas, porém superior a 0 ºC. Esse processo conserva-os por poucos dias, variando o prazo de um alimento para o outro.   O congelamento ocorre em temperatura abaixo de 0 ºC. No congelador ou freezer, os alimentos são submetidos, comumente, entre -10 ºC e -30 ºC. Os congelados, em virtude da diferença de temperatura, se conservam por mais tempo que os alimentos apenas resfriados. As baixas temperaturas apresentam condições ambientais desfavoráveis. Isso dificulta o desenvolvimento dos microorganismos responsáveis pela decomposição, ou seja, pelo apodrecimento dos alimentos.

Defumação
  
  Apesar de haver atualmente tecnologias avançadas empregadas para conservação dos alimentos, citaremos alguns processos tradicionais que podem tanto ser realizados em grande escala industrial, quanto em pequenas produções artesanais. A defumação é, comumente, utilizada na conservação de peixes, carnes e lingüiças. Nesse processo seca-se o alimento usando fumaça.

Salgamento

   O salgamento é a forma mais simples de conservar carnes de boi, porco e peixe. Uma alternativa é salgá-la e colocá-la para secar ao sol. O bacalhau e a carne-seca ou charque, muito conhecidos na nossa culinária, são conservados desse modo.


Isolamento

  O isolamento é outra forma de conservar os alimentos. Essa técnica consiste em manter os alimentos na embalagem a vácuo, de onde se retira o ar. Isso contribui para a conservação dos alimentos por um longo tempo, pois os microorganismos não sobrevivem à falta de oxigênio, que é necessário à vida de muitos deles.

Liofilização

  A liofilização é uma técnica de desidratação em que o produto é congelado sob vácuo e o gelo formado, sublimado.Entre os alimentos que passam por este processo estão tomates, bananas, maçãs, carnes, ovos, entre outros. Agora uma curiosidade: você sabia que a técnica de liofilização é usada no preparo dos alimentos para astronautas em missões espaciais? A facilidade no transporte foi o quesito fundamental nesta escolha. Alimentos desidratados perdem grande parte do peso, além da melhor conservação em razão da retirada de água. Alimentos se estragam pela presença de bactérias que necessitam de umidade para sobreviverem. A ausência de água resulta numa prevenção ao aparecimento de micro-organismos indesejáveis.

Aditivos Químicos

   Na indústria alimentícia, ainda é muito comum o uso de aditivos, que são substâncias adicionadas aos alimentos para conservar, adoçar, realçar o sabor, a cor e o aroma. Os corantes, por exemplo, são muito utilizados em doces e refrigerantes.

Irradiação

  A irradiação é uma técnica eficiente na conservação dos alimentos pois reduz as perdas naturais causadas por processos fisiológicos (brotamento, maturação e envelhecimento), além de eliminar ou reduzir microrganismos, parasitas e pragas, sem causar qualquer prejuízo ao alimento, tornando-os também mais seguros ao consumidor.

Cebolas irradiadas há seis meses (direita) e cebolas não irradiadas (esquerda)

     A irradiação de alimentos é o tratamento dos mesmos com radiação ionizante. O processo consiste em submetê-los, já embalados ou a granel, a uma quantidade minuciosamente controlada dessa radiação, por um tempo prefixado e com objetivos bem determinados. A irradiação pode impedir a multiplicação de microrganismos que causam a deterioração do alimento, tais como bactérias e fungos, pela alteração de sua estrutura molecular, como também inibir a maturação de algumas frutas e legumes, através de alterações no processo fisiológico dos tecidos da planta.
A irradiação pode ser usada para inibir a maturação em algumas frutas

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/alimentos6.php
       http://www.cena.usp.br/irradiacao/irradiacaoalimentos.htm

Primavera


    A primavera é uma das quatro estações do ano, que acontecem divididas de três em três meses, em razão das variações promovidas pelo movimento de translação da Terra.

  Em virtude da inclinação em que a Terra se encontra, algumas de suas regiões recebem a radiação solar em quantidades e inclinações diferentes, sendo que em determinadas épocas recebem mais luz e em outras, menos luz, a que são denominadas estações do ano.

  No hemisfério norte, a primavera acontece entre os meses de março e junho, recebendo o nome de primavera Boreal. No hemisfério sul, onde está localizado o Brasil, a estação ocorre após o dia 23 de setembro, tendo o seu fim no dia 21 de dezembro.

   A estação favorece a elevação da umidade do ar, e as chuvas são abundantes. As temperaturas são moderadas e seus dias são mais longos que as noites.

 Com isso, ocorre o aumento na reprodução das espécies da flora, que necessitam da água para a fecundação das sementes, além da reprodução da fauna em virtude do aumento das temperaturas.

  Para a reprodução, as plantas contam com agentes polinizadores, como o vento, as aves e os insetos. Após chegar ao estigma (parte do órgão reprodutor feminino da planta), o grão de pólen cresce, indo ao encontro dos gametas masculinos, para que seja fecundado e o óvulo se transforme em semente.

  A reprodução das plantas acontece, na maioria das vezes, através da germinação das sementes em solo úmido ou na água.

  A característica mais marcante do período primaveril é o aparecimento das flores. O Brasil é possuidor de uma flora abundantemente diversificada, com mais de 55 mil espécies, desde as mais simples (pragas) como as mais raras e difíceis de ser encontradas.

  As bromeliáceas são as mais comuns, chegando a uma variação de mil e duzentas espécies. Além dessas, temos plantas exóticas, plantas medicinais, espécies arbóreas, palmáceas (palmito, açaí e coco), restingas, mangues, florestas de araucária e campos de altitude, orquídeas, mirtáceas, etc.
   Porém, devido à poluição do meio ambiente, várias espécies da flora brasileira encontram-se ameaçadas de extinção e mesmo com a chegada da primavera não é possível encontrá-las em maiores quantidades. O homem precisa criar consciência de que não existe vida sem natureza, pois a natureza é a própria vida!

É hora de estudar!


O que fazer quando seu filho não gosta de uma matéria?

Quando a criança vai mal em uma matéria, pais e escolas devem se reunir para analisar os motivos e encontrar soluções.

                                                                                              Texto Adriana Carvalho

É possível fazer com que seu filho passe a gostar de determinadas matérias. Atividades lúdicas e exemplo dos pais aproximam os pequenos dos conteúdos. Seu filho torce o nariz para Matemática? Diz que não vê nenhuma graça em História? Não suporta Ciências? Quando a criança mostra dificuldades ou resistências com uma ou mais matérias, prejudicando o seu rendimento escolar, a primeira ideia que pode passar pela cabeça dos pais é que é necessário procurar ajuda de um professor particular ou do reforço escolar. Porém, antes de recorrer a essa solução, primeiro é necessário investigar os motivos da dificuldade do aluno. 


A raiz do problema pode estar nas mais diversas causas, desde a dificuldade de compreensão do conteúdo, passando por falta de disciplina para estudar e até mesmo por problemas de relacionamento com o professor. “Pais e escola devem ter sempre o olhar atento para perceber quando o aluno apresenta problema com uma matéria. Quando isso acontece, é necessário que ambas as partes se reúnam para analisar causas e possíveis soluções”, afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. Ela acrescenta que não se pode deixar de ter uma boa conversa com a criança, para entender seus motivos. Esse diálogo não será o momento de cobrar da criança bons resultados, mas sim de procurar oferecer ajuda para superar o problema. “O papel do professor também é muito importante e por vezes é necessário dedicar uma atenção individual maior ao aluno quando ele apresenta baixo rendimento”, explica Valéria.

Além disso, há a questão das aptidões: desde cedo dá para notar as preferências e a vocação das crianças para determinadas disciplinas. “Ter preferências é normal em qualquer dimensão nossa vida: temos uma cor preferida, um livro, um amigo. E isso é comum nos estudos também, onde os alunos mostram suas preferências e habilidades em determinadas áreas. Mas cabe aos adultos aproximá-los de todas as áreas para que eles tenham um amplo repertório de conhecimentos. Muitas vezes o estímulo pode até fazer com que eles passem a gostar da área que diziam não gostar”, afirma. 


Seja qual for o motivo de o seu filho não gostar de uma matéria, o importante é mostrar para a criança que ela está em uma fase em que precisa se desenvolver em todas as áreas para que tenha uma base sólida de conhecimentos. Segundo Valéria Galego, despertar o interesse das crianças por cada uma das disciplinas ensinadas na escola pode ser mais simples do que se pensa. “Há muita coisa em nosso cotidiano que pode aproximar as crianças dos estudos. Nem precisamos sair de casa para encontrar pistas de biologia, da física, da matemática. O que precisamos é mudar o foco do olhar”, diz Valéria. Uma simples chuva que cai pode ser um objeto de estudo de ciências. “Da mesma forma, ao montar a mesa para o jantar podemos falar sobre as influências da cultura no modo como nos alimentamos ou podemos entrar nas questões matemáticas do tempo e das quantidades utilizadas para o preparo”, explica ela. 

Há também uma série de atividades que podem despertar o gosto por disciplinas diversas, conforme ressalta Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix: “Os pais também podem levar os filhos a museus, a teatros, ao cinema, para que garantam uma maior percepção da realidade e do mundo. Também podem ler livros, ouvir música. Com essas atividades a criança vai despertar sua criatividade e vivência em várias áreas de estudo”.

Para romper as resistências que os filhos possam ter com uma matéria, outro ponto crucial é que os pais não deem o mau exemplo. “Quase sempre escuto pais dizendo ‘meu filho não gosta de Matemática, eu não gostava, minha esposa muito menos’. Quando os pais mudam o discurso, tudo fica mais simples e claro para os filhos”, diz Valéria Galego. Segundo ela, é preciso direcionar o olhar das crianças para o que está acontecendo a sua volta. “Dessa forma elas vão descobrir que além dos muros da escola também se aprende”, afirma a orientadora.

1. O que fazer quando seu filho não gosta de Matemática

Para gostar de qualquer disciplina, inclusive da Matemática, considerada assustadora para muita gente, é preciso entender a sua utilidade e a sua lógica. Quando uma matéria é imposta como algo que demanda apenas decorar um sem número de fórmulas e cálculos sem sentido, não é possível aprender com prazer. Segundo Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix, em São Paulo, os pais podem estimular a criança a gostar da Matemática, fazendo-a perceber onde ela está presente em seu dia a dia em atividades bem simples. Podem, por exemplo, ensinar os conceitos de fração ao pedir que o filho corte 1/4 do pedaço do bolo ou ajudem a conferir se o caixa da loja entregou o troco correto. "Eles também podem fazer com que os filhos participem do orçamento familiar. Por exemplo, podem mostrar aos filhos quanto se gasta no mercado ou com atividades de lazer. Ao dar a mesada ao filho, podem falar que ele poderia guardar 10% e ajudar a criança a fazer o cálculo", diz ela.

2. O que fazer quando seu filho não gosta de Língua Portuguesa

Uma arma muito importante para gostar da Língua Portuguesa é a leitura, conforme pontua afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. "A leitura aproxima todos nós da língua de forma prazerosa. Se seu filho resiste a ler, leia para ele. Deixe que a leitura faça parte da sua rotina diária. Ou ainda, escolha um dia e um horário para que todos em sua casa parem o que estão fazendo para ler, assim como param para assistir um programa de TV", orienta ela. Mas atenção: leitura não deve ser imposição, deve ser um prazer. Como diz a escritora Adélia Prado, "livros devem ser oferecidos como uma caixa de bombons". Por isso, deixe que ele escolha seus "sabores preferidos". Um passeio à livraria ou à biblioteca de sua cidade pode abrir a ele um leque de oportunidades de leitura. Já para estimular a escrever bem, que tal ajudar seu filho a montar um blog na internet? Ele pode escolher o assunto que quiser e exercitar escrever textos e fazer argumentações sobre o tema eleito.

3. O que fazer quando seu filho não gosta de Idiomas estrangeiros

Saber se comunicar em um idioma estrangeiro como inglês ou espanhol é muito importante não só para o futuro profissional como também em atividades do dia a dia das crianças. "Os pais podem ajudar o filho a perceber a utilidade e o prazer de aprender um idioma estrangeiro mostrando as situações em que ele se depara com esses idiomas", afirma Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix. Mostre para seus filhos cartazes, propagandas, rótulos de produtos com palavras ou expressões em inglês ou espanhol. Pesquise com ele na internet em quantos países no mundo se fala inglês ou espanhol e a influência desses idiomas em nossas vidas. Você também pode fazer atividades divertidas para exercitar o estudo dos idiomas, como assistir a filmes e ouvir músicas. Escolha um artista ou banda que seu filho goste, pesquise com ele a letra da música. Cante junto para exercitar a pronúncia e procure fazer a tradução para entender a letra. Ele gosta de vídeo games e jogos de computador? Eis outra grande oportunidade para que ele exerça o domínio do idioma inglês, já que muitos desses passatempos demandam conhecer expressões estrangeiras.

4. O que fazer quando seu filho não gosta de História

Para estimular o gosto pela História, a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego sugere que os pais comecem por analisar junto com o filho sua própria história e a de sua família. "Mostre fotos antigas, conte histórias da família, mostra a importância de objetos que pertenceram a seus antepassados. Comece a resgatar a história que está próxima de seu filho. Deixe que ele conheça episódios da infância dos pais ou dos avós", orienta ela. Depois disso, vocês podem explorar juntos a História que está além da sua casa e da sua família. Isso pode ser feito fazendo visitas a lugares históricos da cidade onde você mora. Também vale programar visitas a museus e assistir filmes baseados em histórias reais.

5. O que fazer quando seu filho não gosta de Geografia

O estudo e a importância da Geografia vão muito além de decorar nomes de países e suas capitais. A geografia está presente quando percebemos as diferenças de vegetação em diferentes paisagens, como na cidade ou na praia. Está quando observamos as características diferentes entre as áreas mais ricas e mais pobres de uma cidade. Quando a família vai viajar, por exemplo, os pais podem mostrar ao filho um mapa do local, indicar a ele a localização da cidade em relação a sua casa, sua posição dentro do país. "Podem também refletir juntos sobre a economia local, como vivem os habitantes, qual o tipo de relevo, etc", diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego.

6. O que fazer quando seu filho não gosta de Ciências

Assim como as demais disciplinas, as Ciências também englobam uma série de conhecimentos essenciais para nosso dia a dia. É por meio do estudo dela que podemos entender como e porque a chuva cai. Da mesma forma, se não estudássemos Ciências não poderíamos entender a maneira correta de nos alimentar ou a importância de proteger e preservar o meio ambiente. 

Para estimular o filho no estudo de Ciências os pais devem aguçar a curiosidade que já é natural entre as crianças sobre os fenômenos que acontecem a sua volta. "Por que às vezes chove granizo?", "Para onde vai o Sol depois que ele se põe"?, "Por que alguns animais nascem de ovos e outros da barriga da mãe?". "O estudo das Ciências é muito envolvente e vai bem além das lições de casa", diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego.






















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