Técnicas de conservação de alimentos

    
   
Existem várias técnicas de conservação de alimentos para evitar que eles estraguem e não percam o seu valor nutritivo; nem sofram nenhum tipo de alteração. As principais são: fervura, resfriamento, congelamento, salgamento, defumação e liofilização.


Fervura

  Os alimentos cozidos se conservam por mais tempo que os crus, pois a fervura mata os microrganismos contidos no alimento. 


Resfriamento e congelamento


    Para resfriar os alimentos normalmente é utilizado o refrigerador ou a geladeira, onde os alimentos são submetidos à baixas temperaturas, porém superior a 0 ºC. Esse processo conserva-os por poucos dias, variando o prazo de um alimento para o outro.   O congelamento ocorre em temperatura abaixo de 0 ºC. No congelador ou freezer, os alimentos são submetidos, comumente, entre -10 ºC e -30 ºC. Os congelados, em virtude da diferença de temperatura, se conservam por mais tempo que os alimentos apenas resfriados. As baixas temperaturas apresentam condições ambientais desfavoráveis. Isso dificulta o desenvolvimento dos microorganismos responsáveis pela decomposição, ou seja, pelo apodrecimento dos alimentos.

Defumação
  
  Apesar de haver atualmente tecnologias avançadas empregadas para conservação dos alimentos, citaremos alguns processos tradicionais que podem tanto ser realizados em grande escala industrial, quanto em pequenas produções artesanais. A defumação é, comumente, utilizada na conservação de peixes, carnes e lingüiças. Nesse processo seca-se o alimento usando fumaça.

Salgamento

   O salgamento é a forma mais simples de conservar carnes de boi, porco e peixe. Uma alternativa é salgá-la e colocá-la para secar ao sol. O bacalhau e a carne-seca ou charque, muito conhecidos na nossa culinária, são conservados desse modo.


Isolamento

  O isolamento é outra forma de conservar os alimentos. Essa técnica consiste em manter os alimentos na embalagem a vácuo, de onde se retira o ar. Isso contribui para a conservação dos alimentos por um longo tempo, pois os microorganismos não sobrevivem à falta de oxigênio, que é necessário à vida de muitos deles.

Liofilização

  A liofilização é uma técnica de desidratação em que o produto é congelado sob vácuo e o gelo formado, sublimado.Entre os alimentos que passam por este processo estão tomates, bananas, maçãs, carnes, ovos, entre outros. Agora uma curiosidade: você sabia que a técnica de liofilização é usada no preparo dos alimentos para astronautas em missões espaciais? A facilidade no transporte foi o quesito fundamental nesta escolha. Alimentos desidratados perdem grande parte do peso, além da melhor conservação em razão da retirada de água. Alimentos se estragam pela presença de bactérias que necessitam de umidade para sobreviverem. A ausência de água resulta numa prevenção ao aparecimento de micro-organismos indesejáveis.

Aditivos Químicos

   Na indústria alimentícia, ainda é muito comum o uso de aditivos, que são substâncias adicionadas aos alimentos para conservar, adoçar, realçar o sabor, a cor e o aroma. Os corantes, por exemplo, são muito utilizados em doces e refrigerantes.

Irradiação

  A irradiação é uma técnica eficiente na conservação dos alimentos pois reduz as perdas naturais causadas por processos fisiológicos (brotamento, maturação e envelhecimento), além de eliminar ou reduzir microrganismos, parasitas e pragas, sem causar qualquer prejuízo ao alimento, tornando-os também mais seguros ao consumidor.

Cebolas irradiadas há seis meses (direita) e cebolas não irradiadas (esquerda)

     A irradiação de alimentos é o tratamento dos mesmos com radiação ionizante. O processo consiste em submetê-los, já embalados ou a granel, a uma quantidade minuciosamente controlada dessa radiação, por um tempo prefixado e com objetivos bem determinados. A irradiação pode impedir a multiplicação de microrganismos que causam a deterioração do alimento, tais como bactérias e fungos, pela alteração de sua estrutura molecular, como também inibir a maturação de algumas frutas e legumes, através de alterações no processo fisiológico dos tecidos da planta.
A irradiação pode ser usada para inibir a maturação em algumas frutas

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/alimentos6.php
       http://www.cena.usp.br/irradiacao/irradiacaoalimentos.htm

Primavera


    A primavera é uma das quatro estações do ano, que acontecem divididas de três em três meses, em razão das variações promovidas pelo movimento de translação da Terra.

  Em virtude da inclinação em que a Terra se encontra, algumas de suas regiões recebem a radiação solar em quantidades e inclinações diferentes, sendo que em determinadas épocas recebem mais luz e em outras, menos luz, a que são denominadas estações do ano.

  No hemisfério norte, a primavera acontece entre os meses de março e junho, recebendo o nome de primavera Boreal. No hemisfério sul, onde está localizado o Brasil, a estação ocorre após o dia 23 de setembro, tendo o seu fim no dia 21 de dezembro.

   A estação favorece a elevação da umidade do ar, e as chuvas são abundantes. As temperaturas são moderadas e seus dias são mais longos que as noites.

 Com isso, ocorre o aumento na reprodução das espécies da flora, que necessitam da água para a fecundação das sementes, além da reprodução da fauna em virtude do aumento das temperaturas.

  Para a reprodução, as plantas contam com agentes polinizadores, como o vento, as aves e os insetos. Após chegar ao estigma (parte do órgão reprodutor feminino da planta), o grão de pólen cresce, indo ao encontro dos gametas masculinos, para que seja fecundado e o óvulo se transforme em semente.

  A reprodução das plantas acontece, na maioria das vezes, através da germinação das sementes em solo úmido ou na água.

  A característica mais marcante do período primaveril é o aparecimento das flores. O Brasil é possuidor de uma flora abundantemente diversificada, com mais de 55 mil espécies, desde as mais simples (pragas) como as mais raras e difíceis de ser encontradas.

  As bromeliáceas são as mais comuns, chegando a uma variação de mil e duzentas espécies. Além dessas, temos plantas exóticas, plantas medicinais, espécies arbóreas, palmáceas (palmito, açaí e coco), restingas, mangues, florestas de araucária e campos de altitude, orquídeas, mirtáceas, etc.
   Porém, devido à poluição do meio ambiente, várias espécies da flora brasileira encontram-se ameaçadas de extinção e mesmo com a chegada da primavera não é possível encontrá-las em maiores quantidades. O homem precisa criar consciência de que não existe vida sem natureza, pois a natureza é a própria vida!

É hora de estudar!


O que fazer quando seu filho não gosta de uma matéria?

Quando a criança vai mal em uma matéria, pais e escolas devem se reunir para analisar os motivos e encontrar soluções.

                                                                                              Texto Adriana Carvalho

É possível fazer com que seu filho passe a gostar de determinadas matérias. Atividades lúdicas e exemplo dos pais aproximam os pequenos dos conteúdos. Seu filho torce o nariz para Matemática? Diz que não vê nenhuma graça em História? Não suporta Ciências? Quando a criança mostra dificuldades ou resistências com uma ou mais matérias, prejudicando o seu rendimento escolar, a primeira ideia que pode passar pela cabeça dos pais é que é necessário procurar ajuda de um professor particular ou do reforço escolar. Porém, antes de recorrer a essa solução, primeiro é necessário investigar os motivos da dificuldade do aluno. 


A raiz do problema pode estar nas mais diversas causas, desde a dificuldade de compreensão do conteúdo, passando por falta de disciplina para estudar e até mesmo por problemas de relacionamento com o professor. “Pais e escola devem ter sempre o olhar atento para perceber quando o aluno apresenta problema com uma matéria. Quando isso acontece, é necessário que ambas as partes se reúnam para analisar causas e possíveis soluções”, afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. Ela acrescenta que não se pode deixar de ter uma boa conversa com a criança, para entender seus motivos. Esse diálogo não será o momento de cobrar da criança bons resultados, mas sim de procurar oferecer ajuda para superar o problema. “O papel do professor também é muito importante e por vezes é necessário dedicar uma atenção individual maior ao aluno quando ele apresenta baixo rendimento”, explica Valéria.

Além disso, há a questão das aptidões: desde cedo dá para notar as preferências e a vocação das crianças para determinadas disciplinas. “Ter preferências é normal em qualquer dimensão nossa vida: temos uma cor preferida, um livro, um amigo. E isso é comum nos estudos também, onde os alunos mostram suas preferências e habilidades em determinadas áreas. Mas cabe aos adultos aproximá-los de todas as áreas para que eles tenham um amplo repertório de conhecimentos. Muitas vezes o estímulo pode até fazer com que eles passem a gostar da área que diziam não gostar”, afirma. 


Seja qual for o motivo de o seu filho não gostar de uma matéria, o importante é mostrar para a criança que ela está em uma fase em que precisa se desenvolver em todas as áreas para que tenha uma base sólida de conhecimentos. Segundo Valéria Galego, despertar o interesse das crianças por cada uma das disciplinas ensinadas na escola pode ser mais simples do que se pensa. “Há muita coisa em nosso cotidiano que pode aproximar as crianças dos estudos. Nem precisamos sair de casa para encontrar pistas de biologia, da física, da matemática. O que precisamos é mudar o foco do olhar”, diz Valéria. Uma simples chuva que cai pode ser um objeto de estudo de ciências. “Da mesma forma, ao montar a mesa para o jantar podemos falar sobre as influências da cultura no modo como nos alimentamos ou podemos entrar nas questões matemáticas do tempo e das quantidades utilizadas para o preparo”, explica ela. 

Há também uma série de atividades que podem despertar o gosto por disciplinas diversas, conforme ressalta Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix: “Os pais também podem levar os filhos a museus, a teatros, ao cinema, para que garantam uma maior percepção da realidade e do mundo. Também podem ler livros, ouvir música. Com essas atividades a criança vai despertar sua criatividade e vivência em várias áreas de estudo”.

Para romper as resistências que os filhos possam ter com uma matéria, outro ponto crucial é que os pais não deem o mau exemplo. “Quase sempre escuto pais dizendo ‘meu filho não gosta de Matemática, eu não gostava, minha esposa muito menos’. Quando os pais mudam o discurso, tudo fica mais simples e claro para os filhos”, diz Valéria Galego. Segundo ela, é preciso direcionar o olhar das crianças para o que está acontecendo a sua volta. “Dessa forma elas vão descobrir que além dos muros da escola também se aprende”, afirma a orientadora.

1. O que fazer quando seu filho não gosta de Matemática

Para gostar de qualquer disciplina, inclusive da Matemática, considerada assustadora para muita gente, é preciso entender a sua utilidade e a sua lógica. Quando uma matéria é imposta como algo que demanda apenas decorar um sem número de fórmulas e cálculos sem sentido, não é possível aprender com prazer. Segundo Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix, em São Paulo, os pais podem estimular a criança a gostar da Matemática, fazendo-a perceber onde ela está presente em seu dia a dia em atividades bem simples. Podem, por exemplo, ensinar os conceitos de fração ao pedir que o filho corte 1/4 do pedaço do bolo ou ajudem a conferir se o caixa da loja entregou o troco correto. "Eles também podem fazer com que os filhos participem do orçamento familiar. Por exemplo, podem mostrar aos filhos quanto se gasta no mercado ou com atividades de lazer. Ao dar a mesada ao filho, podem falar que ele poderia guardar 10% e ajudar a criança a fazer o cálculo", diz ela.

2. O que fazer quando seu filho não gosta de Língua Portuguesa

Uma arma muito importante para gostar da Língua Portuguesa é a leitura, conforme pontua afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. "A leitura aproxima todos nós da língua de forma prazerosa. Se seu filho resiste a ler, leia para ele. Deixe que a leitura faça parte da sua rotina diária. Ou ainda, escolha um dia e um horário para que todos em sua casa parem o que estão fazendo para ler, assim como param para assistir um programa de TV", orienta ela. Mas atenção: leitura não deve ser imposição, deve ser um prazer. Como diz a escritora Adélia Prado, "livros devem ser oferecidos como uma caixa de bombons". Por isso, deixe que ele escolha seus "sabores preferidos". Um passeio à livraria ou à biblioteca de sua cidade pode abrir a ele um leque de oportunidades de leitura. Já para estimular a escrever bem, que tal ajudar seu filho a montar um blog na internet? Ele pode escolher o assunto que quiser e exercitar escrever textos e fazer argumentações sobre o tema eleito.

3. O que fazer quando seu filho não gosta de Idiomas estrangeiros

Saber se comunicar em um idioma estrangeiro como inglês ou espanhol é muito importante não só para o futuro profissional como também em atividades do dia a dia das crianças. "Os pais podem ajudar o filho a perceber a utilidade e o prazer de aprender um idioma estrangeiro mostrando as situações em que ele se depara com esses idiomas", afirma Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix. Mostre para seus filhos cartazes, propagandas, rótulos de produtos com palavras ou expressões em inglês ou espanhol. Pesquise com ele na internet em quantos países no mundo se fala inglês ou espanhol e a influência desses idiomas em nossas vidas. Você também pode fazer atividades divertidas para exercitar o estudo dos idiomas, como assistir a filmes e ouvir músicas. Escolha um artista ou banda que seu filho goste, pesquise com ele a letra da música. Cante junto para exercitar a pronúncia e procure fazer a tradução para entender a letra. Ele gosta de vídeo games e jogos de computador? Eis outra grande oportunidade para que ele exerça o domínio do idioma inglês, já que muitos desses passatempos demandam conhecer expressões estrangeiras.

4. O que fazer quando seu filho não gosta de História

Para estimular o gosto pela História, a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego sugere que os pais comecem por analisar junto com o filho sua própria história e a de sua família. "Mostre fotos antigas, conte histórias da família, mostra a importância de objetos que pertenceram a seus antepassados. Comece a resgatar a história que está próxima de seu filho. Deixe que ele conheça episódios da infância dos pais ou dos avós", orienta ela. Depois disso, vocês podem explorar juntos a História que está além da sua casa e da sua família. Isso pode ser feito fazendo visitas a lugares históricos da cidade onde você mora. Também vale programar visitas a museus e assistir filmes baseados em histórias reais.

5. O que fazer quando seu filho não gosta de Geografia

O estudo e a importância da Geografia vão muito além de decorar nomes de países e suas capitais. A geografia está presente quando percebemos as diferenças de vegetação em diferentes paisagens, como na cidade ou na praia. Está quando observamos as características diferentes entre as áreas mais ricas e mais pobres de uma cidade. Quando a família vai viajar, por exemplo, os pais podem mostrar ao filho um mapa do local, indicar a ele a localização da cidade em relação a sua casa, sua posição dentro do país. "Podem também refletir juntos sobre a economia local, como vivem os habitantes, qual o tipo de relevo, etc", diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego.

6. O que fazer quando seu filho não gosta de Ciências

Assim como as demais disciplinas, as Ciências também englobam uma série de conhecimentos essenciais para nosso dia a dia. É por meio do estudo dela que podemos entender como e porque a chuva cai. Da mesma forma, se não estudássemos Ciências não poderíamos entender a maneira correta de nos alimentar ou a importância de proteger e preservar o meio ambiente. 

Para estimular o filho no estudo de Ciências os pais devem aguçar a curiosidade que já é natural entre as crianças sobre os fenômenos que acontecem a sua volta. "Por que às vezes chove granizo?", "Para onde vai o Sol depois que ele se põe"?, "Por que alguns animais nascem de ovos e outros da barriga da mãe?". "O estudo das Ciências é muito envolvente e vai bem além das lições de casa", diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego.






















http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/filho-nao-gosta-materia-783066.shtml?utm_source=redesabril_educar&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_educar

QUÍMICA - Ligações Químicas

Na natureza, todos os sistemas tendem a adquirir a maior estabilidade possível. Os átomos ligam-se uns aos outros para aumentar a sua estabilidade. Os gases nobres são as únicas substâncias formadas por átomos isolados.
Conclusão: os átomos dos gases nobres são os únicos estáveis.
Os átomos dos gases nobres são os únicos que possuem a camada da valência completa, isto é, com oito elétrons (ou dois, no caso da camada K).
Conclusão: a saturação da camada da valência com oito elétrons (ou dois, no caso da camada K) aumenta a estabilidade do átomo.
A configuração eletrônica com a camada da valência completa é chamada configuração estável. Os átomos dos gases nobres são os únicos que já têm a camada da valência completa.
Teoria do octeto

Surgiu com a associação entre estabilidade dos gases nobres e o fato de possuíram 8 elétrons na última camada.
Para atingir uma situação estável, os átomos tendem a buscar uma estrutura eletrônica cuja camada de valência contenha 8 elétrons igual ao gás nobre que tenha o número atômico mais próximo.
Os átomos menores em número de elétrons tendem a alcançar o dueto, ou seja, procuram conseguir dois elétrons na camada de valência como o hélio: (Z = 2), logo 1s2. É o caso do hidrogênio e do lítio.
Por ser a última camada, quando dois átomos se encontram a camada de valência de um toca a camada de valência do outro. A observação dos átomos já conhecidos, permite estabelecer algumas regras para a ligação eletrônica:
1º quando um átomo tiver 8 elétrons na camada de valência, existira uma “estabilidade” e ele não se ligará a outros átomos. Por isso não se pode formar nenhum composto químico com os gases nobres hélio (He); neônio (Ne); argônio (Ar); criptônio (Kr); xenônio (Xe); e randônio (Rn).
2º Quando um átomo possuir menos de 8 elétrons na camada de valência, ele tende a “associar-se” a outros átomos para completar ou eliminar a camada incompleta.
3º Com 1, 2 ou 3 elétrons na última camada, o átomo procura eliminar.
4º Com 5, 6, 7 elétrons na camada de valência, a tendência é completar.
5º Com 4 elétrons na última camada, tanto faz eliminar ou completar, dependerá do elemento químico em questão.Existe, então, uma regra prática para verificar a distribuição eletrônica de um átomo. No entanto, é importante saber que essa regra tem muitas exceções.
Levando-se em conta a representação universal das camadas (K L M N O P Q), distribui-se os elétrons do elemento químico, levando-se em conta a quantidade máxima de elétrons em cada camada, até chegar à camada de valência do elemento em questão.
Observe
Lembrando mais uma vez que o número atômico Z = nº de prótons, e que um átomo neutro possui nº de prótons = nº de elétrons, para um elemento cujo nº atômico é 20 (Z = 20) temos a seguinte representação:

Nº máximo
de e-
28183232182
CamadasKLMNOPQ
20 Ca (Z=20)2
8
?
?

Colocando 2 na 1ª camada; mais 8 na segunda, na terceira camada, onde cabe 18 elétrons, você poderia colocar 10, dessa forma completaria a quantidade de elétrons que os átomos do cálcio possuem. No entanto, na última camada cabem apenas 8 elétrons. Se isso bastasse, talvez você pudesse escrever assim:

Nº máximo
de e-
28183232182
CamadasKLMNOPQ
20 Ca (Z=20)2
8
9
1

No entanto, o mínimo de elétrons que pode ter em uma camada é 2, sendo assim, o correto no caso do cálcio (20Ca) é escrever:

Nº máximo
de e-
28183232182
CamadasKLMNOPQ
20 Ca (Z=20)2
8
82


Ligações Químicas
Ligação iônica ou eletrovalente é a atração eletrostática entre íons de cargas opostas num retículo cristalino. Esses íons formam-se pela transferência de elétrons dos átomos de um elemento para os átomos de outro elemento.
Para se formar uma ligação iônica, é necessário que os átomos de um dos elementos tenham tendência a ceder elétrons e os átomos do outro elemento tenham tendência a receber elétrons.
Quando os átomos de dois elementos A e B têm ambos tendência a ceder ou a receber elétrons, não pode se formar uma ligação iônica entre eles.
Os átomos com tendência a ceder elétrons apresentam um, dois ou três elétrons na camada da valência; são todos átomos de metais, com exceção dos átomos de H e He. Os átomos com tendência a receber elétrons apresentam quatro, cinco, seis e sete elétrons na camada da valência; são os átomos dos não-metais e do H.
Uma ligação iônica forma-se entre um metal e um não-metal ou entre um metal e o H. Os elétrons são transferidos dos átomos dos metais para os dos não-metais ou do H.
Os átomos dos metais, cedendo elétrons, transformam-se em íons positivos ou cátions, e os átomos dos não-metais ou do H, recebendo elétrons, transformam-se em íons negativos ou ânions.
Todo ânion monoatômico tem configuração estável, semelhante à de um gás nobre, porque, na formação do ânion, o átomo recebe exatamente o número de elétrons que falta para ser atingida a configuração estável.
Nem todo cátion monoatômico tem configuração estável. O átomo, ao ceder os elétrons de sua camada da valência , nem sempre fica com configuração estável.
Os cátions dos metais alcalinos e alcalino-terrosos, bem como o cátion de alumínio, têm configurações estáveis. Os cátions dos metais de transição não têm, em sua maioria, configuração estável.
Exemplo: A configuração eletrônica do Sódio e do Cloro segundo o diagrama de Linus Pauling fica do seguinte modo:
11Na 1s2 2s2 2p6 3s1
17Cl 1s2 2s2 2p6 3s2 3p5
O sódio possui 1 elétron na última camada. Basta perder este elétron para que ele fique estável com 8 elétrons na 2ª camada.
O cloro possui 7 elétrons na última camada. É bem mais fácil ele receber 1 elétron e ficar estável do que perder 7 elétrons para ficar estável, sendo isto o que acontece.
Agora tudo está perfeito. O sódio quer doar 1 elétron e o cloro quer receber 1 elétron. Eles se aproximam e o sódio doa seu elétron que está em excesso e o cloro o recebe.
Veja o esquema abaixo:
Ligação Química

Valência É o número de ligações que um átomo precisa fazer para adquirir uma configuração estável, como a configuração de um gás nobre.
Com exceção do hélio, os gases nobres (listados na coluna 8ª da Tabela Periódica) apresentam oito elétrons na camada de valência, observe:

KLMNOPQ
He(Z = 2)2
Ne(Z = 10)28
Ar(Z = 18)28188
Kr(Z = 36)2818188
Xe(Z = 54)281832188
Rn(z = 86)28183232188
Eletrovalência é a valência do elemento na forma iônica. É igual à carga do seu íon monoatômico.
Ligação covalente ou molecular É aquela onde os átomos possuem a tendência de compartilhar os elétrons de sua camada de valência, ou seja, de sua camada mais instável. Neste tipo de ligação não há a formação de íons, pois as estruturas formadas são eletronicamente neutras.
Ligação Química
Note que há o compartilhamento de elétrons entre os átomos de hidrogênio e os de oxigênio. Os elétrons da nuvem eletrônica não pertencem exclusivamente ao hidrogênio nem ao oxigênio; pertencem aos dois átomos simultaneamente.~

A ligação covalente pode ser: simples, dupla ou tripla de acordo com o nº de pares de electrões compartilhados.
  • Ligação covalente simples: ligação química onde participa um par de elétrons  Simboliza-se por um traço entre os átomos ligados. Por exemplo H-H.
  • Ligação covalente dupla: ligação química onde participa dois pares de elétrons  Simboliza-se por dois traços entre os átomos ligados. Por exemplo O=O.
  • Ligação covalente tripla: ligação química onde participa três pares de eléctrons  Simboliza-se por três traços entre os átomos ligados. Por exemplo N≡N.

Ligação dativa ou coordenada Este tipo de ligação ocorre quando os átomos envolvidos já atingiram a estabilidade com os oito ou dois elétrons na camada de valência.
Ligação Química
Note que as setas vermelhas indicam as ligações dativas; onde o átomo de enxofre "doa" um par de elétrons para cada átomo de oxigênio; e os traços indicam o compartilhamento de elétrons que ocorre normalmente entre o enxofre e o oxigênio.
Ligação metálica é constituída pelos elétrons livres que ficam entre os cátions dos metais (modelo do gás eletrônico ou do mar de elétrons). Os metais são constituídos por seus cátions mergulhados em um mar de elétrons.
A ligação metálica explica a condutividade elétrica, a maleabilidade, a ductilidade e outras propriedades dos metais.
Eletronegatividade de um elemento é uma medida da sua capacidade de atrair os elétrons das ligações covalentes das quais ele participa.
Quanto maior for a capacidade de um átomo de atrair os elétrons das ligações covalentes das quais ele participa, maior será a sua eletronegatividade.
Ligação covalente polar é aquela que constitui um dipolo elétrico. Forma-se quando as eletronegatividades dos elementos ligados são diferentes.
Ligação covalente apolar é aquela que não constitui dipolo elétrico. Neste caso, as eletronegatividades dos átomos ligados são iguais.

TIPOS DE SUBSTÂNCIAS

Substância iônica ou eletrovalente é toda substância que apresenta pelo menos uma ligação iônica. Mesmo as substâncias que apresentam ligações iônicas e covalentes são classificadas como iônicas.
Substância molecular apresenta somente ligações covalentes e é formada por moléculas discretas.
Substância covalente apresenta somente ligações covalentes e é formada por macromoléculas.
Propriedade das substâncias iônicas
Alto ponto de fusão (PF) e ponto de ebulição (PE).
Sólidas à temperatura ambiente.
Conduzem a corrente elétrica no estado fundido e não no estado sólido.
Cristais duros e quebradiços.
As substâncias moleculares não apresentam as propriedades acima. As substâncias covalentes, ao contrário das moleculares, têm PF e PE altíssimos (analogia com as iônicas).

FÓRMULAS ELETRÔNICAS E ESTRUTURAIS

Estruturas de Lewis ou fórmulas eletrônicas são representações dos pares de elétrons das ligações covalentes entre todos os átomos da molécula, bem como dos elétrons das camadas da valência que não participam das ligações covalentes.
Estruturas de Couper ou fórmulas estruturais planas são representações, por traços de união, de todas as ligações covalentes entre todos os átomos da molécula.
Simples ligação é uma ligação covalente entre dois átomos (A - B).
Ligação dupla são duas ligações covalentes entre dois átomos (A = B).
Ligação tripla são três ligações covalentes entre dois átomos (A º B).


Fontes: www.geocities.com
            www.mundoeducação.com.br

http://tudodeconcursosevestibulares.blogspot.com.br/2013/03/ligacoes-quimicas-resumo-com-questoes.html

Dentição dos Mamíferos


Adaptações da dentição dos mamíferos aos diferentes tipos de regimes alimentares

Quase todos os mamíferos têm dentes que se diferenciam em vários tipos. Conforme a sua forma e o seu desenvolvimento, assim é a sua função. Podemos reconhecer três tipos de dentes:

- Incisivos - dentes da frente, com forma de lâmina, que têm como função cortar os alimentos;

- Caninos - dentes laterais, compridos e afiados, usados para espetar e rasgar;

- Molares - dentes de trás, largos e rugosos, usados para triturar.


Identificação dos tipos de dentes. Somente alguns dos dentes são visíveis na imagem!


A imagem anterior mostra parte da dentição humana (embora sejam visíveis os três diferentes tipos de dentes). Como deves saber nós, humanos, somos mamíferos omnívoros.

Características da dentição de um mamífero omnívoro:
a) Dentição completa (incisivos, caninos e molares);
b) Os caninos são ligeiramente mais compridos que os restantes dentes;
c) Os molares são arredondados e achatados.


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DENTIÇÃO DOS MAMÍFEROS CARNÍVOROS:

Crânio de um cão


A dentição dos mamíferos carnívoros, tal como o cão, apresenta diferenças relativamente à dos omnívoros. Vejamos...
Características da dentição dos mamíferos carnívoros:
a) Dentição completa;
b) Caninos aguçados e muito maiores que os restantes dentes;
c) Molares com cristas pontiagudas.

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DENTIÇÃO DOS MAMÍFEROS HERBÍVOROS:




Crânio de ovelha


Características da dentição dos mamíferos herbívoros:
a) Dentição (quase sempre) incompleta. Não têm dentes caninos;
b) Existência de uma barra (diastema);
c) Dentes molares achatados.

Você sabia que peixe tem dente?

    

     Se de tanto observar peixinhos no aquário você achava que os peixes eram banguelas, está em tempo de se informar melhor e mudar de opinião, afinal quase todas as espécies de peixes possuem dentes.


   
    No caso dos tubarões, os dentes são todos pontiagudos para segurar e rasgar melhor a presa. 


    Já o baiacu - que se alimenta de animais duros, como moluscos com conchas e ouriços do mar - tem dentes em forma de bico e achatados na parte anterior para triturar bem o que for comer.




    Os dentes do peixe-papagaio, que é um herbívoro, formam placas que servem para raspar o fundo das partes mais rasas do oceano em busca de alimento, que incluem algas e detritos.



   Peixes que se alimentam somente de algas, por exemplo, costumam ter dentes em forma de lâminas com serrinhas que servem para cortar.

Banguelas? Não!

  Anote aí uma curiosidade: muitas espécies - como raias, peixes-papagaio e outras - apresentam dentes na faringe, que são usados para triturar os alimentos.

    E os dentes de leite? Será que os peixes também têm esses dentes temporários, como nós? Bem, apesar de a maioria dos peixes começar a desenvolver ainda na fase larval, os dentes que vão acompanhá-los por toda a vida toda, alguns peixes trocam de dentição.

   Algumas espécies de predadores, que possuem esqueletos feitos de cartilagem e não de ossos, como tubarões, têm dentes que crescem como unhas. Assim, como esses animais precisam lutar com suas presas e acabam perdendo muitos dentes, eles voltam a crescer naturalmente.



http://plox.com.br/?q=caderno/bichos/voc%C3%AA-sabia-que-peixe-tem-dente

Dietas, Alimentação e Dentição.

Como os hábitos alimentares podem influenciar na qualidade de sua dentição.

O que você come pode denunciar a condição da sua saúde bucal. A sua alimentação, aliada à higienização bucal, é a grande responsável pelas condições perfeitas ou não dos seus dentes. Muitos passam a maior parte do tempo, preocupados com dietas e ginásticas para manter o corpo durinho e bonito, mas muitos se esquecem que os dentes também precisam de cuidados, ''exercício físico'' e também de uma boa alimentação para ter um sorriso de estrela: saudável, bonito e branco.

Isso significa que as dietas, os alimentos e a manutenção de dentes bonitos possuem uma incrível relação entre si. Tudo o que é consumido pelo corpo reflete na qualidade dos dentes, tanto para o bem quanto para o mal. ''Se sua dieta contiver poucos nutrientes essenciais ao corpo, a boca estará mais vulnerável a infecções'', salienta o Dentista-Cirurgião e Diretor-Executivo da Dentalpar, Dr. Armando Rodrigues Filho. ''Do que adianta um corpo esbelto, se a pessoa não consegue sorrir com segurança, esbaldando beleza estética e saúde?'', completa Dr. Armando.


O poder da mastigação

Dietas à base de sopa e líquido versus dietas com alimentos fibrosos

A mastigação é importantíssima para a saúde da mandíbula e da arcada dentária. Alimentar-se apenas com alimentos moles, que não exigem o trabalho dos dentes pode contribuir para a deteriorização dos dentes, pois consequentemente, os dentes não terão uma nutrição adequada se os mesmos não forem usados durante a mastigação.

Os alimentos propícios a estimular o exercício dos dentes são os alimentos crus. Uma dieta baseada em alimentos duros e fibrosos não só fortalece a mandíbula e os dentes, como também, ajuda a higienizar os dentes, entre eles estão: vegetais crus e frutas, como a maçã. Mas, vale ainda ressaltar que não vale se prender ao consumo da maçã, por exemplo, e esquecer da escovação, afirma Dr. Armando. Além disso, alimentos bem triturados auxiliam no sucesso das dietas. ''Para ter uma boa nutrição é preciso uma boa estrutura dentária e, para uma boa nutrição é essencial uma excelente dentição. Dessa forma, é essencial consumir bons alimentos que contém principalmente cálcio, para fortalecer a estrutura óssea do corpo, bem como os dentes'', justifica o Diretor-Executivo da Dentalpar.

Dietas à base de alimentos ácidos

As causas da erosão no esmalte do dente

Imagem relacionadaAs dietas que trazem alimentos e bebidas ácidas podem ser perigosas, pois estão relacionados à erosão dos dentes e/ou a retirada do esmalte que protege a estrutura interna dos dentes. Frutas ácidas, como limão, laranja, abacaxi, carambola, bebidas como vinhos tinto e branco, café e refrigerantes, em geral podem ser perigosos se não forem consumidos de forma balanceada e acompanhados pelo consumo de alimentos responsáveis pelo fortalecimento da estrutura dentária. 

No entanto, o Dr. Armando dá uma dica para o pós-consumo desses produtos: ''enxague a boca após o consumo de alimentos ácidos e espere 30 minutos para então escovar os dentes. Dessa forma, evita-se um maior desgaste do esmalte responsável para proteção dos dentes e evita-se a sensibilização da arcada dentária'', afirma. O Dr. Armando também alerta para a importância da higienização bucal após alimentar-se. Ao consumir chás, cafés e bebidas escuras, sem o cuidado adequado, o acúmulo de substâncias escuras podem também manchar o esmalte do dente, tornando-os mais amarelos e até enegrecidos.

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Entre as principais conseqüências da erosão são hipersensibilidade, descoloração do dente, desgaste e deformação estrutural do dente. Na contramão, dietas em que constam alimentos integrais - massas, cereais e arroz -, legumes, vegetais, frutas variadas em destaque às fibrosas - como maçã e pêra - além de peixes, castanhas, grãos e sementes, queijo, iogurte, leite - fontes de cálcio e vitamina D - fortalecem os dentes e suas estruturas, auxiliando no combate à erosão.


Dietas com ausência de vitaminas e minerais

A saúde bucal sofre com a falta de nutrientes capazes de proteger contra doenças bucais

As vitaminais e os sais minerais são substâncias importantíssimas para a ''regularização'' do seu organismo. Suas funções são de proteger a pele, a visão e os dentes. Essas substâncias têm o poder de aumentar a resistência do organismo contra infecções e doenças. Entre os alimentos podemos citar frutas - maçã, laranja, banana, e verduras - alface, agrião, espinafre, couve. A desnutrição, principalmente a infantil, pode provocar problemas periodentais. ''Isso significa que as dietas pobres em minerais e vitaminas, como cálcio, vitamina D e fósforo pode também causar a hipoplasia* do esmalte. 
Resultado de imagem para cariesO resultado é representado pelos defeitos e irregularidades na superfície do dente'', explica o Dr. Armando.
*Hipoplasia dental, como explica Dr. Armando, é um defeito na formação dos dentes. Pessoas que possuem a hipoplasia dental apresentam manchas no esmalte do dente e estética dental danificada. Essas pessoas se tornam mais vulneráveis à contrair cáries.


A melhor dieta para a boa formação dos dentes

Alimentos benéficos - e maléficos - que auxiliam numa excelente saúde bucal

As conseqüências de uma má alimentação e uma dieta insuficiente é a formação de cáries e gengivite. Segundo as orientações do Dr. Armando Rodrigues Filho, uma boa dieta que favorece o fortalecimento dos dentes e suas estruturas são aquelas formadas por alimentos ricos em nutrientes, como: carboidratos, ácidos graxos essenciais (encontrados em produtos gordurosos), aminoácidos (existentes nas proteínas), vitaminas e muita água. Dessa forma, o especialista recomenda ingerir rotineiramente pães, cereais, verduras, frutas, derivados do leite, carne, aves, peixes, feijão, ovos e nozes.

É importante ressaltar que alimentos com elevado teor de carboidratos, açúcar e amidos devem ser evitados, pois são eles os responsáveis pela produção dos ácidos que formam a placa bacteriana que, por sua vez, ataca o esmalte dos dentes, formando no seu processo final, a cárie. Outra dica é evitar alimentos que grudam nos dentes, pois, estes também são grandes aliados à formação da placa bacteriana. ''Evitando estes alimentos, você estará expondo menos os dentes aos ácidos da placa bacteriana e estes terão menor força para atacar o esmalte, garantindo em maior porcentagem a saúde bucal'', afirma Dr. Armando.


Fonte: Dr. Armando Rodrigues Filho - Cirurgião Dentista e Diretor-Executivo da Dentalpar, operadora de assistência odontológica.

Dr. Armando Rodrigues Filho é Cirurgião Dentista e Diretor Executivo da Dentalpar; graduado em Odontologia pela Universidade de Santo Amaro (UNISA); especializado em Ortodontia e Pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP).

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