HISTÓRIA - Período Neolítico



      Uma das mais importantes conquistas na formação das primeiras civilizações humanas estabelece-se em um novo período da Pré-História. Durante o Neolítico ou Idade da Pedra Polida ocorreram grandes transformações no clima e na vegetação. O continente europeu passou a contar com temperaturas mais amenas e observamos a formação do Deserto do Saara, na África.
A prática da caça e da coleta se tornaram opções cada vez mais difíceis. A agricultura e o consequente processo de sedentarização do homem se estabeleceram gradualmente. Além disso, a domesticação animal se tornou uma prática usual entre os grupos humanos que se formavam nesse período. A estabilidade obtida por essas novas técnicas de domínio da natureza e dos animais também possibilitou a formação de grandes aglomerados populacionais.


Réplica de habitações típicas do final do Neolítico.
Réplica de habitações típicas do final do Neolítico.
Novas formas de organização social surgiam e, assim, as primeiras instituições políticas do homem podem ter sido formadas nessa mesma época. A criação e o abandono de formas coletivas de organização socioeconômicas podem ser vislumbrados no Neolítico. Conforme alguns pesquisadores, as primeiras sociedades complexas, criadas em torno da emergência de líderes tribais ou a organização de um Estado, são frutos dessas transformações.





No fim do período Neolítico também ocorreu a chamada Idade dos Metais. Nessa época, o desenvolvimento de armas e utensílios criados a partir do cobre, do bronze e, posteriormente, de ferro se tornaram usuais. Com o desenvolvimento dos primeiros Estados e o aparecimento da escrita, o período Neolítico finalizou o recorte de tempo da Pré-História e abriu portas para o estudo das primeiras civilizações da Antiguidade.


http://www.brasilescola.com/historiag/neolitico.htm

TRABALHO DOS ALUNOS









Frederico 6D

João Vitor 6D
Gabriel Santana 6C

Natalia 6C

Gabrielly 6C


138 anos do arqueólogo Howard Carter


Howard Carter

O arqueólogo e egiptólogo britânico Howard Carter, que caso estivesse vivo completaria 138 anos nesta quarta-feira. Ele ficou conhecido por ter descoberto a tumba do faraó Tutankhamon no Vale dos Reis - localizado no Egito - e por inovar os métodos de análise dos túmulos.
Conhecedor de vários dialetos árabes, aos 27 anos tornou-se inspetor-chefe dos monumentos do Alto Egito e Núbia.
Sua primeira missão foi em Bani Hassan, onde foi incumbido de gravar e copiar as cenas nas paredes dos túmulos dos príncipes do Médio Egito. Dizem que ele trabalhava ao longo do dia e dormia com os morcegos nos túmulos durante a noite.

Em 1922, Carter encontrou os degraus que o levou ao túmulo de Tutankhamon. O arqueólogo descobriu o túmulo faraónico melhor preservado que já havia sido encontrado. Os meses seguintes foram dedicados a catalogar o conteúdo de antiguidades do Egito. Já em 1923, ele encontrou uma casa mortuária e o sarcófago de Tutankhamon.



APARELHO DIGESTÓRIO - Digestão II



Etapas da Digestão II
     
     
     A principal enzima do estômago é a pepsina, que digere as proteínas. A pepsina age somente em meio ácido. Parte da digestão das proteínas, portanto, ocorre no estômago, pela ação do suco gástrico.
      O bolo alimentar passa para o estômago através da cárdia, uma válvula que regula a passagem de alimentos do esôfago para o estômago.
       O estômago é uma bolsa que armazena alimentos sólidos e líquidos. Internamente, ele apresenta uma camada rosada parecida com a que temos na boca, a mucosa, que secreta o muco, cuja função é proteger o estômago. Em suas paredes, de consistência muscular e elástica, existem glândulas capazes de produzir o suco gástrico. O suco gástrico, composto de água, ácido clorídrico, muco e enzimas digestivas, é responsável pela digestão dos alimentos. No estômago, ele se mistura ao bolo alimentar por meio dos movimentos peristálticos.


    Após algum tempo sofrendo a ação do suco gástrico, o bolo alimentar é transformado em uma pasta chamada quimo. O quimo é conduzido para o intestino através de outra válvula, o piloro.
  No intestino delgado, a digestão ocorre principalmente no duodeno. As enzimas do suco entérico, produzido pela mucosa intestinal, digerem proteínas, sacarose e maltose, entre outras substâncias.
      A bile, produzida pelo fígado, facilita a ação das enzimas sobre os lipídios. Já o suco pancreático, produzido pelo pâncreas, contém vários tipos de enzimas, que digerem amido, gorduras, açúcares e proteínas.
     Terminada a digestão no duodeno, o quimo se transforma em um líquido viscoso chamado quilo.
     A absorção dos nutrientes do quilo ocorre pela passagem das substâncias nutritivas para o sangue por meio das vilosidades do intestino delgado (jejulo e íleo): os nutrientes, já "quebrados" em moléculas menores e mais simples, atravessam as paredes do intestino, passam para os capilares sanguíneos, entram na circulação e são distribuídos  todas as células do corpo.
      Cerca de 90% da absorção dos nutrientes ocorre o intestino delgado. Os outros 10% ocorrem no estômago e no intestino grosso. No intestino grosso, completam-se as funções digestivas: ocorre a absorção da água presente no material que chega do intestino delgado, e os resíduos que sobram se compactam formado as fezes, as quais são eliminadas pelo ânus.

PÂNCREAS - Insulina e Glucagon


     O pâncreas é uma glândula mista (anfícrina), com função secretora endócrina e exócrina. Sua porção endócrina é formada por um conjunto de células (ilhotas de Langerhans) especializadas na secreção dos hormônios insulina e glucagon.

   Neste aglomerado de células, existe uma distinção, tendo o pâncreas uma região de células betas, responsáveis pela produção de insulina e outra região de células alfas, produtoras de glucagon, lançados na corrente sanguínea. 
 
     Esses dois hormônios possuem efeitos antagônicos, ou seja, atividade fisiológica inversa.

    Enquanto a insulina tem sua atuação voltada para a absorção de glicose pelas células do fígado, músculos esqueléticos e tecido adiposo, diminuindo sua concentração em razão da retirada de glicose do sangue. o glucagon, com atividade estimulante oposta, faz aumentar o teor de glicose na corrente sanguínea a partir da quebra do glicogênio (substância de reserva energética).

    Desta forma, conforme a necessidade do organismo, o pâncreas é requisitado a secretar insulina ou glucagon, dependendo da atividade metabólica a ser desenvolvida, utilizando energia das ligações químicas liberadas pelo catabolismo da glicose durante a respiração celular ou processo de fermentação lática.

   Fatores genéticos transcricionais, bem como fatores ambientais relacionados ao estilo de vida das pessoas (obesidade, sedentarismo e infecções), provocam distúrbios na síntese desses hormônios, comprometem o organismo causando Diabetes Mellitus tipo I ou tipo II, desregulando a taxa de glicose no sangue.
 
Por Krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia
Equipe Brasil Escola

APARELHO DIGESTÓRIO

Aparelho ou Sistema Digestório

Resultado de imagem para SISTEMA DIGESTÓRIO

       O Sistema Digestório é responsável pela absorção de nutrientes dos elementos pelas células do corpo. É nele que ocorre a quebra das moléculas grandes que compõem o alimento, as quais, mais simples e com seu tamanho reduzido, podem ser absorvidas pelas células.
      O Sistema Digestório é formado pelo tubo digestório e pelas glândulas anexas.

O Tubo Digestório
      O tubo digestório é constituído pelos seguintes órgãos: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso. 


    A boca é o orifício de entrada do tubo digestório. nela, encontram-se estruturas relacionadas à mastigação, que são os dentes e a língua.
     A faringe é o canal situado na região da garganta, que liga a boca ao esôfago. É comum às vias respiratórias e digestórias.
       O esôfago é um tubo que vai da faringe até o estômago. O esôfago empurra o alimento por meio de movimentos peristálticos.
     O estômago é uma dilatação do tubo digestório, em forma de bolsa, que tem capacidade para armazenar cerca de 2 litros de alimento. É revestido internamente por tecido epitelial com grande quantidade de glândulas produtoras de suco gástrico.
    O intestino delgado é um tubo com cerca de 6 metros de comprimento e 3 centímetros de diâmetro, que apresenta dobras sobre si mesmo, de modo a ficar acomodado no abdome. Nele, há um grande número de glândulas que secretam o suco intestinal. além disso, sua parede interna é revestida por minúsculos prolongamentos em forma de dedos, chamados vilosidades intestinais, que ampliam sua capacidade de absorção. O intestino delgado é constituído de três partes: o duodeno, o jejeuno e o íleo.
      O intestino grosso mede meio metro de comprimentos e 6 centímetros de diâmetro. Divide-se em três porções: ceco, colo e reto. O ceco mede cerca de 5 centímetros, tem a forma de um saco e comunica-se com o colo, que é a maior parte do intestino grosso. Em seguida ao colo, encontram-se o reto, região final do intestino grosso que termina no ânus.

Glândulas Anexas
        As glândulas anexas ao tubo digestório produzem substâncias imprescindíveis à digestão. São elas: as glândulas salivares, o fígado e o pâncreas. As glândulas salivares apresentam forma de cachos de uva. Encontram-se na boca e produzem saliva, que umedece o alimento, facilitando a mastigação. O fígado é a maior glândula do corpo, com até 1,5 kg. O fígado armazena nutrientes, converte substâncias tóxicas em substâncias inofensivas ao organismo e produz a bile, secreção esverdeada que atua na digestão dos lipídios. A bile é armazenada na vesícula biliar, uma bolsa e forma oval situada embaixo do fígado e aderente a ele.  O pâncreas é uma glândula localizada abaixo do estômago. Essa glândula realiza duas funções: a produção de suco pancreático, que contém enzimas digestivas, e a produção de dois hormônios: o glucagon e a insulina, fundamentais para a regulação da quantidade de glicose no sangue.
FONTE: Livro Do Professor, Sistema Uno de Ensino 8 - Ensino Fundamental, Unidade 2, Capítulo 2 - Grupo Santillana - Editora Moderna - 2007

COLETA SELETIVA


Muita gente fica na dúvida e não sabe direito o que é reciclagem, o que é coleta seletiva, o que quer dizer minimização de resíduos.
Para evitar confusões, abaixo há uma pequena descrição de cada um dos termos: 

Coleta seletiva - É a atividade de separar o lixo, para que ele seja enviado para reciclagem. Separar o lixo é não misturar os materiais passíveis de serem reaproveitados ou reciclados (usualmente plásticos, vidros, papéis, metais) com o resto do lixo (restos de alimentos, papéis sujos, lixo do banheiro) . A coleta seletiva tanto pode ser realizada por uma pessoa sozinha, que esteja preocupada com o montante de lixo que estamos gerando (desde que ela planeje com antecedência para onde vai encaminhar o material separado) , quanto por um grupo de pessoas (condomínio, escola, cidade, etc.). Organizar um programa de coleta seletiva não é tão complicado, MAS EXIGE PLANEJAMENTO CUIDADOSO. Entre em contato com o GEA antes de implantar um programa, para obter mais informações: é grátis! 

Reciclagem - É uma atividade - na maior parte dos casos, industrial - que transforma os materiais já usados em outros produtos que podem ser comercializados. Através da reciclagem, papéis velhos transformam-se em novas folhas ou caixas de papelão; os vidros se transformam em novas garrafas ou frascos; os plásticos podem se transformar em vassouras, potes, camisetas; os metais tranformam-se em novas latas ou recipientes.

Minimização de resíduos - É um conceito que abrange mais do que a simples coleta seletiva e envio do lixo para reciclagem. Pressupões três regrinhas básicas que devem ser seguidas : primeiro pensar em todas as maneiras de REDUZIR o lixo, depois, REAPROVEITAR tudo o que for possível, e só depois pensar em enviar materiais para RECICLAR. Essa forma de atuação é chamada de 3 R, que é a letra inicial de cada uma das palavras-chave.

LIXO

LIXO - Problema de TODOS



     Todos temos ouvido falar muito que o lixo é um problema. Mas ao cidadão comum parece o problema do lixo só existe quando há interrupção na coleta do lixo e os lixeiros deixam de passar na sua porta. É de arrepiar, não é verdade? Sacos e sacos amontoando-se nas calçadas, exalando mau cheiro, atraindo insetos e outros animais. Em resumo: poluindo e sujando a porta da sua casa.      O que é preciso entender é que, mesmo quando o lixo é recolhido pelos lixeiros, ele não desaparece, apenas é levado para outro lugar. E é preciso muito cuidado para que ele não cause os problemas que estava causando na porta de sua casa em outro lugar. Afinal, a cidade também é nossa casa, assim como o país, o continente e ... o Planeta. 
    O lixo é responsável por um dos mais graves problemas ambientais de nosso tempo. Seu volume é excessivo e vem aumentando progressivamente, principalmente nos grandes centros urbanos, atingindo quantidades impressionantes, como os 14 milhões de quilos coletados diariamente na Cidade de São Paulo. Além disso, os locais para disposição de todo esse material estão se esgotando rapidamente, exigindo iniciativas urgentes para a redução da quantidade enviada para os aterros sanitários, aterros clandestinos ou lixões. O lixo, como os demais problemas ambientais, tornou-se uma questão que excede à capacidade dos órgãos governamentais e necessita da participação da sociedade para sua solução. 
    Uma das possibilidades para reduzir o problema do lixo é a implantação da coleta seletiva de lixo - que consiste na segregação de tudo o que pode ser reaproveitado, como papéis, latas, vidro, plástico, entre outros - enviando-se esse material para reciclagem. A implantação de programas de coleta seletiva de lixo não só contribui para a redução da poluição causada pelo lixo, como também proporciona economia de recursos naturais - como matérias-primas, água e energia - e, em alguns casos, pode representar a obtenção de recursos, advindos da comercialização do material. 
    Apesar do crescente número de municípios em que a coleta seletiva de lixo é implantada - uma vez que toda a coleta de lixo é atribuição dos governos municipais - verifica-se também um grande número de programas desenvolvidos por iniciativa da sociedade civil, em escolas, empresas, condomínios, etc., que apresentam maior chance de continuidade, pois não estão vinculados a mudanças e interesses políticos.

     Até a metade do século 20 o lixo não significava um problema. A maior parte dele era formada por materiais orgânicos, como restos de frutas e verduras, assim como de animais, e tudo isso é degradável pela ação da natureza. O lixo era menor e facilmente transformado pelo próprio Meio Ambiente em nutrientes para o solo.
     Muitas pessoas tinham o hábito de ter em suas casas uma horta ou uma criação de galinhas e outros animais domésticos, a quem elas davam seus restos de comida. O que restava era enterrado, retornando ao solo. Portanto, tudo ia muito bem. O pouco que sobrava era recolhido e a natureza fazia sua parte. Entretanto, com o passar dos anos, o modo de vida dos habitantes do planeta foi mudando. A maioria mudou-se das áreas rurais para as cidades. As cidades foram crescendo, reduzindo o espaço de moradia e o tempo disponível dos cidadãos. O resultado é que passou a fazer parte da vida cotidiana a compra de alimentos e outros produtos embalados, prontos para o consumo. Parecia que era a solução perfeita.Chegaram os supermercados, as comidas prontas, o leite longa vida, os vegetais já lavados.... ótimo! 
     Mas tudo isso passou a significar também montanhas e montanhas de embalagens, sacos plásticos, caixas, isopor, sacolas, sacolinhas, latas disso e daquilo.... E o que é pior: são materiais que a natureza custa muito - quando consegue! - degradar e incorporar novamente ao ciclo da vida. 
    Felizmente, grande parte desses materiais pode ser reaproveitada ou reciclada, evitando o acúmulo de lixo no solo de nossas cidades e reduzindo o desperdício de recursos naturais. 
    Mas esse movimento está apenas começando. É necessária a colaboração de todos para que esse problema seja amenizado.



http://www.institutogea.org.br/oproblemadolixo.html

ELEIÇÕES 2026 X ESCOLA LAICA

  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...