RALFE BRAGA

    Artista plástico, ilustrador, designer gráfico e diretor de arte, nascido no estado do Amapá em 1959 e radicado em Brasília. É formado em Educação Artística com Licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes de Brasília/DF e atualmente, cursa Pós-Graduação em Artes Visuais/Cultura&Criação pela Faculdade SENAC. Aos 19 anos, pouco tempo depois de sua que chegada em Brasília, teve diante de si uma escolha difícil: propaganda ou artes. Como a maioria de seus contemporâneos artistas, escolheu a direção que dava uma resposta mais imediata, a publicidade. Por mais de 20 anos, emprestou seu talento para a criação de campanhas publicitárias, mas nunca sem perder o foco de seu desenvolvimento artístico. Durante o período em que atuou como publicitário desenvolveu o traço geométrico, rápido e fluido que vê-se hoje. Da prancheta e cavalete ao tablet, assim criou sua linguagem visual que mescla composições clássicas com a técnicas modernas de criação. Nunca deixando de lado a tela e a tinta, sendo um pintor por excelência. Frequentemente, é chamado de colorista. Suas obras tem grande influência das terras de ares úmidos e quentes, com a exuberância nativa da floresta amazônica em seu quintal. A paleta de cores ilimitada com tons tropicais impregna seus meninos, canoas, pipas, animais. Não há como ficar impassível diante de tantas luz e beleza que emanam calor nas explosões de cores decompostas em fragmentos geométricos.
     A paixão por sua terra natal é uma das característica marcantes de suas composições, há nelas lembranças de sua infância feliz em Macapá. É importante ressaltar ainda sua habilidade na convivência, sem conflitos entre afeto e a lógica, sonho e realidade; dualismo estes, representados no modo espelhado de pintar; como quem quer reafirmar e guardar suas histórias para além da emoção ao enquadrá-la no desenho racional da geometria representativa.        


 Abaixo  um vídeo que produzi para apresentar Ralfe Braga aos alunos.



Na aula os alunos tiveram como objetivo fazer uma releitura da obra da Arara de Ralfe Braga, partindo das linhas e formas geométricas principais.




      Na sala de informática, alunos do 9°ano da E.M. José Júlio utilizaram uma ferramenta digital nos computadores da escola para recriar uma das obras de Ralfe Braga. Abaixo, alguns dos resultados.
 Trabalho de Tallita e Larissa do 9° ano C                                               

Trabalho de João Victor e Taís Santana do 9° ano C

Trabalho de Antônio Augusto e Paulo do 9° ano C

Trabalho de Davi e Antônio do 9° ano C

Trabalho de Diogo do 9° ano C

KOZ PALMA


     
      Koz Palma, analista de sistemas, formado pelo Mackenzie, aprendeu tudo sobre cores e composição com o avô, José Palma Cuadros. Em 1996, devido às crises da época, precisou escolher outra profissão, quando teve contato com o primeiro software de imagem. Levou a arte em paralelo até 2007, quando percebeu que não podia fugir do seu legado. E começou a se aprofundar na arte digital, buscando um estilo que mantém as texturas do clássico com as características e sugestões da arte contemporânea.
      O artista plástico Koz Palma expõe pela primeira vez na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos, e traz para o público 26 obras em pintura digital e 2 obras em metal gravado, além de um biombo e um painel, obras luminosas e impressionantes. Não há razão para arrependimento. Quem passar pela Pinacoteca Benedicto Calixto, nas próximas semanas, vai ter a oportunidade de conhecer a obra de um dos jovens artistas mais criativos da atualidade.       
Com uma temática marcante e técnica inovadora, Koz Palma representa uma geração de criadores que eleva a arte brasileira a patamares internacionais.
   Todas as peças foram produzidas, desenhadas e pintadas, no computador utilizando softwares que emulam as ferramentas tradicionais de pintura e posteriormente imprimem em canvas – tradicionais telas de pintura – em alta definição. A coletânea inclui as séries Kozmismo e Contornos, que traduzem sentimentos e acontecimentos vividos pelo autor.


Aberta ao público de 12 de abril a 12 de maio de 2013, de terça a domingo, das 9h00 às 18h00, no Casarão Branco
Visitação livre e gratuita



http://www.usp.br/agen/?p=121730
http://www.saatchionline.com/kozpalma
http://www.pinacotecadesantos.org.br/dia/

Imagem Invertida

    As aulas de Artes devem propiciar aos alunos o desenvolvimento de habilidades manuais no uso da régua, lápis, tesoura e cola, além de orientar o desenvolvimento de técnicas de pintura com lápis de cor, aquarela, guache entre outras. Com material escolar básico, o professor de Artes deve exercitar a sua criatividade para elaborar atividades interessantes a seus alunos.
     Objetivando apenas o uso de lápis, régua, tesoura e cola, eu apresentei aos alunos a atividade "Imagem Invertida" e abaixo estão alguns dos trabalhos.

     

 








Astronomia - Estações do Ano

  


O planeta Terra não permanece estático, realizando, portanto, uma série de movimentos. A rotação, por exemplo, é responsável pela alternância entre dias e noites. Já a translação (deslocamento da Terra em torno do Sol) provoca uma variação da radiação solar que atinge a superfície terrestre durante o ano.

No movimento de translação, o eixo da Terra apresenta uma inclinação de 23°27’ em relação ao plano orbital. Esse fenômeno, juntamente com a translação, é responsável pelas quatro estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.

Cada estação apresenta características peculiares, sendo que o verão é marcado por dias mais longos que as noites; e o inverno, por noites mais longas que os dias. No início do outono e durante a primavera, os dias e as noites têm a mesma duração.

Essa diferenciação na radiação solar durante o ano influencia diretamente na reprodução dos animais, nos aspectos da cobertura vegetal, na temperatura, nas chuvas, na agricultura entre outros fatores. Esse ciclo é de fundamental importância para a manutenção da vida na Terra, proporcionando uma variação dos elementos climáticos e belas paisagens.

Se a Terra não se inclinasse em seu eixo, não existiriam as estações. Cada dia teria 12 horas de luz e 12 horas de escuridão. E como o eixo do planeta terra forma um ângulo com seu plano orbital, existe o verão e o inverno, dias longos e dias curtos. Durante o Verão, os dias amanhecem mais cedo e as noites chegam mais tarde. Ao longo dos três meses desta estação, o sol se volta, lentamente para a direção norte e os raios solares diminuem sua inclinação. No início do Outono, os dias e as noites têm a mesma duração: 12 horas. Isso é porque a posição do sol está exatamente na linha do Equador.

Porém, o sol, vai continuar se distanciando aparentemente para norte. A partir daí, os raios solares atingem o mínimo de inclinação no início do Inverno, e, ao contrário do Verão, os dias serão mais curtos e as noites mais longas.

Então, o Sol vai começar a se deslocar na direção sul. Começando então a Primavera e os dias e as noites terão a mesma duração.

Portanto, as estações do ano e a inclinação dos raios solares variam com a mudança da posição da Terra em relação ao Sol. Quando o Pólo Norte se inclina em direção ao Sol, o hemisfério Norte se aquece ao calor do verão. Seis meses mais tarde, a Terra percorreu metade de sua órbita. Agora o Pólo Sul fica em ângulo na posição do Sol. É verão na Austrália e faz frio na América do Norte.
















Bilbiografia:


BRANCO, S. M.;Um passeio pelas estações do ano. Editora Moderna. 48p.


http://www.smartkids.com.br/pergunte/estacoes/


http://planeta.terra.com.br/arte/observatoriophoenix/k_ensaios/24_k04.htm


http://astro.if.ufrgs.br/tempo/mas.htm


http://www.techs.com.br/meimei/historias/historia55.htm


Maria Sibylla Merian

    

    A página inicial do Google homenageia nesta terça-feira (2), a ilustradora científica e naturalista Maria Sibylla Merian, no seu 366º aniversário. Ela estudou insetos e plantas fazendo pinturas detalhadas sobre eles.


   Maria Sibylla Merian nasceu no dia 2 de abril de 1647, na cidade de Frankfurt. Ela é filha do gráfico suíço Matthäus Merian The Elder, que acabou falecendo com Maria ainda criança. Após a morte de seu pai, a mãe da naturalista se casou com o pintor Marrel Jacob. Depois de aprender a desenhar com seu padastro e passar dois anos em Amsterdã, Maria Sibylla viajou ao Suriname, onde observou a metamorfose das borboletas e as desenhou em detalhes, publicando "Metamorphosis insectorum Surinamensium" na volta à Europa - a obra exibia outros insetos latino-americanos. Durante o tempo na colônia holandesa, a entomologista também criticou a escravatura e a maneira como índios e negros eram tratados no Suriname.







Ovos Pintados




    Na história do povo ucraniano sempre esteve presente uma tradição de colorir ovos na época em que o Sol voltava triunfante, eliminando a neve que cobria a rica terra negra da Ucrânia. Em escavações arqueológicas, foram encontrados indícios desta arte a mais de 3.000 anos antes de Cristo, sendo que naquela época, eram utilizadas ferramentas muito rústicas para se confeccionar uma pêssanka. A explicação para o interesse do ser humano antigo pelo ovo, está no fato do mesmo possuir uma magia incrível, pois de uma forma simples e rude, surgiria a vida.

    Com o passar dos anos, as ferramentas gradativamente evoluíram e com elas o homem conseguiu melhorar suas condições materiais e também os resultados da suas pinturas em ovos, surgindo melhores definições daquilo que desejava expressar.
 
    Os ucranianos, em paridade com todos os povos antigos, veneravam a natureza e os regentes dos elementos. Assim como outros povos antigos veneravam o Sol com Apolo e seu carro puxado por leões, os ucranianos reconheciam no mesmo astro, o Dajbóh, e à ele ofereciam homenagens, pois novamente traria luz e calor para a Terra. O verde substituiria o branco da neve, as flores voltariam a desabrochar, as árvores ofereceriam seus frutos novamente e o povo poderia trabalhar a terra para obter seu sustento.

    A antiga e tradicional Festa da Primavera, transformou-se na Páscoa cristã, por se tratar da mesma época. O povo continuava com os antigos festejos, mas mudava-se gradativamente o sentido da ocasião festiva. As pêssankas, continuaram existindo, o povo não deixou o costume de colorir ovos para expressar seus sentimentos, mas o clero religioso fez com que se abandonassem as crenças nos entes da natureza, deviam ser extintos os costumes tidos como pagãos.

    As pessoas passaram então a fazer pêssankas para dar aos parentes e amigos respeitados, na época da Páscoa, para demonstrar tudo aquilo que desejavam para seus entes queridos. As pequenas obras de arte também passaram a aparecer em datas importantes, como casamentos e nascimentos, como materialização das boas intenções que se queria expressar.

Leia mais: http://historiofobia.blogspot.com/2010/04/pessanka-os-ovos-pintados-da-cultura.html#ixzz2OCn5dRhB

     E nada melhor para uma aula de artes, próxima da páscoa, do que fazer pêssankas!!! Abaixo segue as fotos do alunos da Escola Municipal José Júlio fazendo arte!



 








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