NUTRIÇÃO - Vitaminas

As vitaminas são nutrientes essenciais ao corpo, pois regulam as diversas atividades que ocorrem no organismo.

A falta de vitaminas pode ocasionar doenças.

As vitaminas são encontradas em diferentes tipos de alimentos, como no leite e seus derivados, nas frutas, nas folhas verdes e nos óleos em geral, entre outros. Desempenham papéis importantes em reações metabólicas, atuando inclusive como cofatores enzimáticos. Ou seja, sem a presença delas, algumas reações metabólicas, essenciais para vida, simplesmente não ocorrem.

Os benefícios são incontáveis quando consumidas na medida certa, até porque, o bom senso e moderação é a palavra de ordem para qualquer alimentação saudável. E com as vitaminas não é diferente, pois seu consumo de maneira excessiva por meio da suplementação inadequada pode ser tóxico.

Existem dois grandes grupos de vitaminas: as lipossolúveis e hidrossolúveis. Começaremos pelo grupo das lipossolúveis, que compreendem as vitaminas A, D, E e K.

Vitamina A

Na realidade, vitamina A é um termo que engloba o retinol e os carotenóides, substâncias conhecidas como pro-vitamina A. Sendo o betacaroteno, a pro-vitamina A mais importante para a nutrição humana. É ele quem confere cores amareladas, alaranjadas ou vermelhas em frutas, verduras e legumes.

Alguns nutrientes podem afetar a absorção dos carotenóides e são necessários pelo menos 5g de gorduras* diários para uma absorção bacana. O álcool, por exemplo, dificulta a bioconversão do betacaroteno em vitamina A.

Na retina, o retinol se liga a proteína opsina, formando a rodopsina, essencial para a absorção da luz, necessárias para a visão. Além disso, a integridade da córnea depende do fornecimento de vitamina A.

A deficiência causa a xeroftalmia, que se caracteriza pela cegueira noturna (decorrente da síntese deficiente de rodopsina), ressecamento da conjuntiva até ulceração da córnea.

Outras manifestações em função da deficiência de vitamina A são a anorexia e alteração de paladar e diminuição da resistência a infecções.

O excesso também pode ser tóxico, causando náuseas, vômitos, fadiga, fraqueza, cefaléia, unhas fracas e quebradiças, dor nos ossos, alterações das funções do fígado, etc.

Encontrada na gema do ovo, leite integral, fígado bovino, vegetais folhosos verdes, cenoura, mamão, manga, nozes, germe de trigo.

Vitamina D

A vitamina D pode ser ingerida na dieta (Vitamina D2 – Ergosterol) ou ser formada no organismo (Vitamina D3 – Calcitriol) pela pele sob exposição ao sol. A produção diária de vitamina D é alcançada após 30 minutos de irradiação solar.

Ambas as vitaminas são metabolizadas de maneira similar em nosso organismo: são transportadas ao fígado e convertidas em uma substância intermediária. Em seguida, esta substância é enviada ao rim. É exatamente no rim onde ocorre a conversão para a forma biologicamente ativa da vitamina D: o calcitriol, propriamente dito. Esse processo é regulado por um hormônio denominado paratormônio (PTH), sintetizado em nossas paratireóides (que são “pontinhos” localizados em nossa tireóide). principal função fisiológica dela é manter as concentrações de cálcio em equilíbrio.

Deficiências em vitamina D causam raquitismo na infância e osteomalácia em adultos. O raquitismo ocorre por uma deposição de cálcio (e outros minerais) deficiente na matriz óssea, tornando os ossos fracos e amolecidos. O resultado são deformidades ósseas como pernas arqueadas, déficit na estatura, entre outras. A osteomalácia, por si, caracteriza-se pelo amolecimento dos ossos, causando dor óssea generalizada e deformidades ósseas na coluna, tórax e pelve.

Quanto ao excesso, o consumo de suplementos sem a devida orientação, pode levar a hipercalcemia. Ou seja, níveis elevados de cálcio. Este, quando em demasia, pode levar a formação de cálculos renais e de acordo com algumas literaturas, esclerose coronariana. Entretanto, a intoxicação pela vitamina D não é muito comum.

Encontrada no óleo de fígado de bacalhau, atum, salmão, sardinhas, gema de ovo, manteiga e própria exposição ao sol.



Vitamina E

Na realidade, é uma família de substâncias denominadas tocoferois e tocotrienóis (α,β, γ,δ), sendo o α-tocoferol mais abundante na natureza. Todo o metabolismo desta vitamina está intimamente ligado ao das gorduras: após a absorção no intestino delgado, é transportada ao fígado na corrente sanguínea e depois encaminhada para os demais órgãos e tecidos, como cérebro, músculos.

Mas é o tecido adiposo (gordura) o principal responsável pelo armazenamento da vitamina E. A principal função da vitamina E, sem dúvida, é como antioxidante. Ou seja, protege as células das ações de radicais livres, que são substâncias muito reativas e também de agentes tóxicos. Devido a essa função, alguns estudos atuais afirmam que a vitamina E pode inibir a formação do câncer.

Além disso, a vitamina ajuda na manutenção do tecido epitelial (pele), melhora câimbras musculares juntamente com o magnésio e fósforo, reduz sintomas de tensão pré-menstrual junto à vitamina B6, entre outras.

Apesar de a deficiência ser rara, devido à ampla distribuição desse nutriente na natureza, pode-se destacar dores musculares, anemia hemolítica em prematuros (pela ruptura de hemácias), esteatose*, alterações durante o processo de formação dos espermatozoides, como sintomas devido às baixas concentrações da vitamina no sangue.

Todavia, altas concentrações de vitamina E podem provocar náuseas, fadiga, cefaléia, diminuição de fatores de coagulação e conseqüentemente, hemorragias, etc.

* Acúmulo de triglicerídeos (gordura) no sangue

É encontrado nos vegetais de folhas verdes, sementes, óleo de noz, nozes, amendoim, soja, milho, girassol, gérmen de trigo.

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Vitamina K


Representa uma família se substâncias que podem ser classificadas em filoquinona (K1) presente naturalmente nos alimentos; menquinona (K2) sintetizadas por bactérias do intestino e a menadiona (K3) de origem sintética. A principal função da vitamina K está ligada à síntese de uma proteína denominada protrombina, uma forma inativa e precursora da trombina, uma enzima envolvida nos processos de coagulação sanguínea. Ou seja, na ausência da vitamina K, não há síntese dos fatores de coagulação. Estudos recentes também apontam a participação desta vitamina na produção de proteínas específicas dos ossos, denominadas osteocalcina e proteína específica da matriz. Outra função interessante é a inibição da produção ácida de bactérias salivares atuando na prevenção de cáries.

Quanto à deficiência, em adultos, geralmente está associada a doenças gastrointestinais, como por exemplo, a síndrome de mal absorção. Entretanto, um dos sinais mais evidentes de deficiência é a tendência ao aumento de hemorragias. No caso de recém-nascidos o risco de hemorragia por deficiência de vitamina K é maior devido à dificuldade de absorção de gorduras nos primeiros dias de vida (essenciais para a absorção de vitaminas lipossolúveis). A administração de uma dose de 1mg de filoquinona (K1) logo ao nascer evita a doença hemorrágica do recém-nascido. Em muitos países já uma medida de rotina neonatal.

O excesso desta vitamina pode ser tóxico apenas para a menadiona (K3), podendo nestes casos provocar anemia heomolítica (Anemia devido à hemólise, ou seja, rompimento anormal de hemácias nos vasos sanguíneos (hemólise intravascular)).

Principais fontes: vegetais folhosos verdes como brócolis, espinafre, agrião, couve-de-Bruxelas, salsa, alface, repolho e chá verde. Óleos vegetais (principalmente canola e soja), leite, gema de ovo e fígado.

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Vitamina C

Também conhecida como ácido ascórbico, é uma das 13 principais vitaminas que fazem parte de um grupo de substâncias químicas complexas necessárias para o funcionamento adequado do organismo. É uma das vitaminas hidrossolúveis, o que significa que seu organismo usa o que necessita e elimina o excesso. A vitamina C ajuda as células do organismo, incluindo os ossos, os dentes, as gengivas os ligamentos e os vasos sanguíneos, a crescer e permanecer sadias. Também ajuda o organismo a responder à infecção e ao estresse, além de auxiliar a utilização eficiente de ferro. Se o seu organismo não receber quantidades diárias suficientes de vitamina C, você ficará mais propenso a apresentar equimoses na pele, sangramento nas gengivas, má cicatrização das feridas, perda de dentes, dores nas articulações e infecções. Ingerir quantidades excessivas de vitamina C (mais do que 100mg por dia, aproximadamente) pode causar náuseas, cólicas estomacais, diarreia e, possivelmente, cálculos renais.

A vitamina C é encontrada em alimentos como frutas cítricas, tomates, morangos, pimentão-doce, brócolis, kiwi, couve-de-bruxelas, couve, laranja, batata, manga e ervilha.

NUTRIÇÃO - Carboidratos

  


O que são CARBOIDRATOS

    Os carboidratos são moléculas orgânicas formadas por carbono, hidrogênio e oxigênio encontrados que fornecem energia ao organismo. Dentro deste grupo energético estão os cereais (arroz, trigo, milho, aveia, etc), os tubérculos (batatas, mandioca, mandioquinha, etc) e os açúcares (mel, frutose, etc). São as principais fontes de energia para os seres vivos.

 Grupos 

    Eles são divididos em três grupos principais, sendo eles os monossacarídeos, dissacarídeos e polissacarídeos. Os dois primeiros são conhecidos como carboidratos simples, já os polissacarídeos são denominados carboidratos complexos.
    Em geral, o grupo dos carboidratos simples é formado pelos açúcares. Ao contrário do que muitos acreditam, ele não está presente somente em doces, mas também nas massas, arroz, etc.
    No caso dos carboidratos complexos, estes são compostos em sua maior parte por fibras solúveis (podem ser dissolvidas em água) e insolúveis (não podem ser dissolvidas em água).

 Função 

    De forma geral, os carboidratos desempenham um papel extremamente importante em nosso organismo, pois é através deles que nossas
células obtêm energia para realizar suas funções metabólicas.

 Monossacarídeos
        Possuem como fórmula geral (CH2O)n, sendo o “n” o número de átomos de carbono. São, geralmente, de sabor adocicado e podem ser trioses, tetroses, pentoses, hexoses ou heptose, quando constituídas de três, quatro, cinco, seis ou sete átomos de carbono. A glicose, monossacarídeo extremamente importante para a nossa vida como fonte de energia, é uma hexose de fórmula C6H12O6. A frutose e a galactose são, também, hexoses. 

Dissacarídeos
       São moléculas solúveis em água, resultantes da união de dois monossacarídeos, por uma ligação denominada glicosídica. Quando ocorre esse evento, há a liberação de uma molécula de água (desidratação). Sacarose (glicose + frutose), lactose (glicose + galactose) e maltose (glicose + glicose) são três exemplos bastante conhecidos.

Polissacarídeos
      São formados pela união de diversos monossacarídeos, sendo a celulose, amido e glicogênio os mais conhecidos e os de maior importância biológica. São formados por cadeias longas e podem apresentar moléculas de nitrogênio ou enxofre. Não são solúveis em água.

Alimentação

      Os carboidratos são responsáveis pelo fornecimento de energia ao organismo. Portanto, devem estar em maior quantidade na dieta ou plano alimentar. 50 ou 60% das calorias consumidas por dia são proveniente deles. Os açucares são carboidratos simples. Amidos em batatas e cereais precisam ser quebrados antes de poderem ser absorvidos pelo corpo.

     Os carboidratos são uma fonte importante de energia na sua dieta.

     Procure comer mais alimentos com carboidratos e diminuir a gordura.

     Os carboidratos complexos (amidos e fibras) fazem você se sentir satisfeito.

    Os alimentos ricos em carboidratos : arroz, trigo, milho, aveia, etc), os tubérculos (batatas, mandioca, mandioquinha, etc) e os açúcares (mel, frutose, etc)


NUTRIÇÃO - Calorias

Resultado de imagem para quimica CALORIAS 

O que é a Caloria?

Caloria é uma medida de energia, que equivale à quantidade de calor necessário para se elevar de um grau centígrado um grama de água. Como esta unidade de energia é muito pequena utiliza-se, a prática, uma unidade mil vezes maior, ou seja, a quilo-caloria, abreviada pelas letras Kcal.

O maior trabalho do nosso corpo é manter-nos na temperatura de 36,7 graus Celsius. É nesta atividade, de manter a temperatura corporal que uma pessoa normal gasta as energias que consome por dia, em média de 2500 calorias para os homens e 2200 calorias para as mulheres.

Quando queimamos um grama de gordura produz em torno de nove calorias.

Calculamos o número de calorias de um alimento somando todas calorias produzidas pelas gorduras, proteínas e hidratos de carbono. A mesma quantidade de proteína ou hidrato de carbono gera quatro calorias.

As necessidades diárias de calorias variam com a idade, o sexo e o estilo de vida. Para manter o peso ideal, precisamos equilibrar as calorias consumidas com a energia gasta. Observe a lista abaixo:


Homens 18-34 anos

Sedentários - 2.510 kcal

Ativos - 2.900 kcal

Muito ativos - 3.350 kcal


Homens 35-64 anos

Sedentários - 2.400 kcal

Ativos - 2.750 kcal

Muito ativos - 3.350 kcal


Homens 65-74 anos

Sedentários - 2.330 kcal


Homens de + 75 anos

Sedentários - 2.100 kcal


Mulheres 18-54 anos

Sedentárias - 1.940 kcal

Ativas - 2.150 kcal

Muito ativas - 2.500 kcal

Gestantes - 2.400 kcal

Lactantes - 2.750 kcal


Mulheres  55-74 anos

Sedentárias - 1.900 kcal

Ativas - 2.000 kcal


Mulheres  + de 75 anos

Sedentárias - 1.810 kcal 


SAÚDE - Comer bem para ficar bem




      Ter mais qualidade de vida, praticar hábitos saudáveis, comer bem e prevenir doenças. Afinal, ninguém quer ficar doente, não é mesmo? Quem não quer ter bem-estar? Mas, a dúvida que não calar: e aí, doutor? Como fazer isso? A resposta, aparentemente, chegou à TV aberta – seja por meio de programas específicos ou quadros nas mais variadas atrações. Mas, falar de saúde é falar de doenças? Não necessariamente. Falar de doença é importante, quando se quer promover a conscientização. Mas, falar apenas de doenças não é falar de saúde.

    O alimento é uma necessidade básica. Somos o que comemos. O alimento é também, na atual sociedade, um objeto de consumo. Ele nos dá prazer mas também causa ansiedade porque pode nos fazer engordar. É notório que uma boa alimentação é fundamental para se obter muito mais do que apenas um corpo esbelto, ela é um meio para se adquirir saúde e bem-estar. O que no entanto muitas pessoas fazem para conseguir alcançar este objetivo é seguir dietas de moda que prometem reduções de peso miraculosas, dietas extremamente restritivas com efeito à jato. Isto pode levar a sérias conseqüências para nosso organismo.

    Precisamos acabar com o conceito de que para se obter um físico saudável é importante passar fome, quando um dos maiores prazeres da vida é comer bem, poder aproveitar um churrasco ou mesmo uma saborosa feijoada acompanhada de uma caipirinha. As pessoas se esquecem que o ato de se alimentar bem vai muito além de um simples prato de comida colorido que siga as teorias da nutrição que ensinam como misturar carboidratos, proteínas, fibras, vitaminas, minerais e gorduras, mas que é preciso lembrar que a isto deve-se unir prazer e satisfação adequando-se
às diversas situações do dia a dia .
    
      A educação nutricional prevê que o hábito alimentar ideal seja seguido por toda a vida e não apenas até se alcançar o corpo sonhado para entrar no biquíni no verão. É inadmissível que se passe a vida inteira só comendo folhas. No nosso entender a palavra regime deve ser abolida no que concerne à alimentação.

     Regime não funciona, porque é sinônimo de privação extrema e de temporariedade. O importante é aprender a comer para o resto da vida! Comer bem é comer de tudo um pouco, encontrar harmonia entre quantidade e qualidade podendo preencher satisfatoriamente as necessidades biológicas de nutrientes, bem como as psicológicas e sociais ligadas à alimentação. A nutrição deve ser vista como um caminho para melhorar sua qualidade de vida e não como um bem necessário à saúde, felicidade e realização.

     Assim sendo, comer bem significa ter prazer em se alimentar e ao mesmo tempo satisfazer as necessidades do organismo para viver mais e melhor. O que significa isto? Em poucas palavras: coma pouca gordura. Dê preferência aos óleos vegetais. Abuse de verduras, legumes e frutas, tome pelo menos dois litros de água por dia.

    Prefira as carnes brancas e consuma laticínios e derivados magros. Mexa-se! Inclua em seu cardápio alimentos funcionais, ou seja, alimentos que além da função de nutrir exercem uma segunda função benéfica ao organismo, como peixes ricos em ômega-3 (exemplo: salmão), tomate e cenoura (licopeno e beta-caroteno), nozes, castanhas, etc. mas beba também de vez em quando um bom copo de vinho tinto, e saúde!


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Alfredo Halpern, endocrinologista e professor livre-docente da Faculdade de Medicina de São Paulo, é autor dos livros Pontos para o Gordo e Desta vez Eu Emagreço. Mônica Beyruti é nutricionista da Clínica Alfredo Halpern

Medidas preventivas para uma boa saúde

Práticas Preventivas
 

Práticas Preventivas recomendadas entre o nascimento e os 10 anos de vida:

 
-         Realizar puericultura nas Unidades Básicas de Saúde, onde o crescimento e o desenvolvimento da criança serão acompanhados;

-         Realizar o teste do pezinho para rastreamento de doenças como hipotireoidismo congênito e fenilcetonúria;

-         Vacinação;

-         Visitas periódicas ao dentista;

-         Cuidado com acidentes em casa e no trânsito (use sempre cinto de segurança e capacete).

  
Práticas Preventivas recomendadas entre os 11 e os 24 anos de vida:
 

-         Controle da pressão arterial;

-         Preventivo de câncer de colo de útero (Papanicolau) anual;

-         Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (principalmente aconselhamento do uso de preservativos);

-         Vacinação;

-         Aconselhamento para prevenção do uso de drogas lícitas (álcool e tabagismo) e ilícitas;

-         Visitas periódicas ao dentista;

-         Cuidado com de trânsito (use sempre cinto de segurança e capacete);

-         Indicação de ácido fólico de 0,5 a 1 mg em mulheres férteis que desejam engravidar.
 

Práticas Preventivas recomendadas entre os 24 e os 64 anos de vida:


-         Controle da pressão arterial e do peso;

-         Controle dos níveis de colesterol e triglicerídeos;

-         Auto exame de mamas mensal;

-         Mamografia em mulheres de 40 a 69 anos a cada 2 anos e anual para mulheres acima de 35 anos cuja mãe ou irmãs tiveram câncer de mama;

-         Preventivo de câncer de colo de útero (Papanicolau) anual;

-         Pesquisa de sangue oculto nas fezes anual em maiores de 50 anos;

-         Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (principalmente aconselhamento do uso de preservativos);

-         Vacinação;

-         Aconselhamento para prevenção do uso de drogas lícitas (álcool e tabagismo) e ilícitas;

-         Cuidado com acidentes de trânsito (use sempre cinto de segurança e capacete);

-         Visitas periódicas ao dentista;

-         Indicação de ácido fólico de 0,5 a 1 mg em mulheres férteis que desejam engravidar;

-         Realização de teste ergométrico nos sedentários que desejam realizar atividade física vigorosa;

 
Práticas Preventivas recomendadas para maiores de 65 anos de vida:


-         Controle da pressão arterial e do peso;

-         Controle dos níveis de colesterol e triglicerídeos;

-         Pesquisa de sangue oculto nas fezes anual em maiores de 50 anos ou retossigmoidoscopia;

-         Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (principalmente aconselhamento do uso de preservativos);

-         Vacinação;

-         Aconselhamento para prevenção do uso de drogas lícitas (álcool e tabagismo) e ilícitas;

-         Cuidado com acidentes em casa e no trânsito (use sempre cinto de segurança);

-         Visitas periódicas ao dentista;

-         Controle da acuidade visual e auditiva;

-         Nas mulheres maiores de 69 mamografia bianual até os 74 anos;

-         Descontinuar o Papanicolau aos 65 anos se os dois últimos foram normais;

-         Atenção para a prevenção de acidentes.



Fonte: Programa de Educação Médica a Distância de Medicina familiar e Ambulatorial, 2002, Buenos Aires.

Vacinação - Importante

 
IMPORTANTE! Uma interrupção no calendário de imunizações não requer o reinício de toda a série. O importante é o número total das doses e não o intervalo entre elas. Assim, deve-se somente completar as doses que faltam.
OBSERVAÇÕES
Vacina tetravalente (DTP + Hib)
(1) A partir de 2002, a vacina tetravalente (DTP+Hib) passa a substituir as vacinas DTP e Hib para as crianças menores de 1 ano de idade que estão iniciando esquema de vacinação. Assim, a criança receberá aos 2, 4 e 6 meses de idade uma dose da vacina tetravalente e aos 15 meses faz o reforço com a DTP.
Vacina contra hepatite B
(2) Até 2003, a vacina contra hepatite B estará sendo oferecida aos menores de 20 anos. Em todo o país vacina-se grupos de risco em qualquer idade.
9 meses - Vacina contra febre amarela
(3) A vacinação para os residentes e viajantes à área endêmica (estados do Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) deverá ser realizada a partir dos 6 meses de idade. Para residentes e viajantes à área de transição (alguns municípios da Bahia, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) a vacina está indicada a partir dos 9 meses de idade. Uma dose de reforço é necessário a cada 10 anos.
SRC (tríplice viral)
(4) Deve ser vacinada toda a população entre 1 e 11 anos de idade.
BCG - ID
(5) Em alguns estados, esta dose ainda não foi implantada.
DT (dupla adulto)
(6) A dT requer um reforço a cada 10 anos, antecipado para 5 anos em caso de gravidez ou acidente com lesões graves.
Mulheres de 12 a 49 anos
(7) Mulheres ainda não vacinadas. Além disso, as mulheres desta faixa etária devem manter em dia o esquema de vacinação com a dT (dupla adulto), ver observação 6.
A partir de 60 anos
(8) As vacinas são oferecidas durante a campanha nacional do idoso, em geral no primeiro quadrimestre de cada ano. A vacina contra pneumococos é administrada nos indivíduos que convivem em instituições fechadas, tais como casas geriátricas, hospitais, asilos, casas de repouso, etc. na ocasião da campanha. A vacina contra influenza requer uma dose a cada ano e a vacina contra pneumococos uma única dose, com reforço após 5 anos.

Vacinação

Prevenção

        Prevenir é o ato pelo qual se procura evitar que algo aconteça. É missão essencial dos serviços de saúde evitar ou prevenir o aparecimento de doenças.

  Níveis de Prevenção:

-   Prevenção Primária: compreende a proteção e a promoção da saúde. Caracteriza-se por medidas de saúde que barram o aparecimento das doenças. Exemplos: a vacinação impede o aparecimento de algumas doenças infecciosas como o sarampo, a rubéola, a poliomielite, etc; a fluoração das águas previne o aparecimento das cáries.

-   Prevenção Secundária: compreende o diagnóstico precoce das doenças, ou seja, a doença é descoberta o mais cedo possível, o que permite seu tratamento imediato, diminuindo as complicações e a mortalidade. Neste caso, a doença já está presente, porém, geralmente, de forma assintomática (a pessoa ainda não sente nada). Exemplos: mamografia e exame preventivo de câncer do colo do útero (Papanicolau).

-  Prevenção Terciária: aqui a doença já causou o dano, compreendendo, então, a reabilitação. Exemplos:

  No entanto, nem todas as doenças podem ser prevenidas primariamente...

Isso vai depender das características da doença, do tratamento existente e dos testes para identificá-la.

Estes parâmetros vêm sendo determinados por estudos científicos sérios e que vêm apontando como deve ser a atuação do médico frente às diferentes doenças.

 
Fonte: Programa de Educação Médica a Distância de Medicina familiar e Ambulatorial, 2002, Buenos Aires.

   
Vacinação

  Cheque se suas vacinas estão em dia:

Calendário Básico de Vacinação
IDADE
VACINAS
DOSES
DOENÇAS EVITADAS
Ao nascer
BCG - ID
Dose única
Formas graves de tuberculose
Vacina contra hepatite B
1ª. dose
Hepatite B
1 mês
Vacina contra hepatite B
2ª. dose
Hepatite B
2 meses
VOP (vacina oral contra pólio)
1ª. dose
Poliomielite ou paralisia infantil
Vacina tetravalente (DPT + Hib) (1)
1ª. dose
Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.
4 meses
VOP (vacina oral contra pólio)
2ª. dose
Poliomielite ou paralisia infantil
Vacina tetravalente (DPT + Hib) (1)
2ª. dose
Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.
6 meses
VOP (vacina oral contra pólio)
3ª. dose
Poliomielite ou paralisia infantil
Vacina tetravalente (DPT + Hib) (1)
3ª. dose
Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.
Vacina contra hepatite B (2)
3ª. dose
Hepatite B
9 meses (3)
Vacina contra febre amarela
Dose única
Febre amarela
12 meses
SCR (tríplice viral) (4)
Dose única
Sarampo, rubéola, síndrome rubéola congênita e caxumba.
15 meses
VOP (vacina oral contra pólio)
reforço
Poliomielite ou paralisia infantil
DTP (tríplice bacteriana)
reforço
Difteria, tétano e coqueluche.
6 a 10 anos
BCG – ID (5)
reforço
Formas graves de tuberculose
10 a 11 anos
dT (dupla adulto) (6)
reforço
Difteria e tétano
Vacina contra febre amarela
reforço
Febre amarela
Mulheres de 12 a 49 anos (7)
SR (dupla viral)
Dose única
Sarampo, rubéola
e síndrome rubéola congênita.
A partir de 60 anos (8)
Vacina contra influenza
Dose única
Gripe (Influenza)
Vacina contra pneumococos
Dose única
Pneumonias

 

 

ELEIÇÕES 2026 X ESCOLA LAICA

  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...