Calendários

Calendários Antigos - Brasil Escola

O calendário é nada menos que um sistema onde é possível contar os dias, meses e anos. Além de nos fazer ficar mais situados no tempo, ele também nos ajuda em necessidades civis e religiosas e também padroniza a contagem de tempo no mundo inteiro. Sem ele, as atividades diárias seriam uma verdadeira confusão, e seria bem mais difícil cumprir com compromissos e coisas afins. Entenda como ele surgiu e foi evoluindo com o passar do tempo.

Os Astecas foram um dos primeiros povos a criarem um calendário. Saiba qual a origem do calendário que usamos e de outros ao redor do mundo.

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Calendários primitivos
As antigas civilizações, antes de criarem o calendário e os nomes “dia”, “mês” e “ano” utilizavam o sol e a lua para guiar-se no tempo. Foi criado então o calendário da lua, onde as pessoas utilizavam o satélite natural terrestre para fazer a contagem de dias, e as suas fazes os ajudavam também a ter mais noção de em que época do ano estava, o que facilitava um reconhecimento primitivo das estações sazonais, que eram extremamente importantes para eles, pois interferia na agricultura, pesca e outras formas que eles tinham de sobreviver.

Outros povos começaram a desenvolver seus próprios calendários, mesclando os conhecimentos sobre o sol e a lua. Os maias, por exemplo, criaram um sistema de calendário bem diferente, sofisticado e que mesmo assim é de fácil compreensão. Este é também o calendário que termina no dia 21 de dezembro de 2012, o que acabou gerando todas as teorias de que este seria o fim do mundo.

Os calendários romanos
O calendário que nós utilizamos hoje é uma adaptação e evolução dos calendários romanos. O primeiro foi feito por Rômulo e possuía apenas 304 dias, divididos em 10 meses. Depois Numa Pompilio fez outro calendário, possuindo 12 meses e cada mês deveria ter 29 ou 31 dias, pois os romanos eram extremamente supersticiosos e acreditavam que números pares davam azar. Mas para completar o ano solar ainda faltavam 10,25 dias, então eles criaram o mês Mercedonius, que era acrescentado no final do calendário, de 4 em 4 anos, para completar os dias que faltavam.

Esse mês Mercedonuis ficava no meio de Febrerius, que era o último mês do calendário deles. Então o mês de Febrerius contava-se apenas até o dia 23, e então iniciava-se o mês Mercedonius, e ao fim deste volta-se a contagem para 24 de Febrerius. Este sistema de calendários era o mais próximo das quantidades de dias solares e meses lunares, mas era bastante confuso para o povo, por isso necessitava de aprimoramentos.

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Origem do Calendário Juliano
Foi o imperador de Roma Júlio Cesar quem criou o sistema de calendários que nós utilizamos hoje. Fez com que o ano iniciasse em 1º de janeiro para fazer com que coincidisse com a primeira lua nova após o solstício de inverno. O ano continuaria com 12 meses, mas teria 365 dias. Cada mês iria possuir 30 ou 31 dias, com exceção de fevereiro, que teria apenas 28 dias, com um dia acrescentado de 4 em 4 anos para assim então completar a quantidade de dias necessárias para a terra completar uma volta ao redor do sol, o que equivale a um ano solar.

O calendário que nós utilizados aqui no Brasil é padrão em quase todo o mundo. Apenas os judeus e os muçulmanos seguem um calendário diferente, referente às suas religiões. Nosso calendário tem como ano 1, aquele em que Cristo nasceu, e como nenhuma das duas religiões citadas segue o cristianismo, criaram seus próprios sistemas de calendário. Os islâmicos utilizam datas estabelecidas por seu profeta Maomé para o sistema de seu calendário.


Como fazer um bom trabalho escolar

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UM BOM TRABALHO ESCOLAR


Para que se tenha um trabalho que seja nota 10 é preciso que ele seja praticamente perfeito e não tenha nenhum erro, quando for fazer algum trabalho da escola deve escreve-lo com suas próprias palavras.

Um erro que quase todo mundo comete é por copiar o trabalho da internet, quando for pesquisar alguma coisa que seja da internet nunca copie porque é muito fácil descobrir se o trabalho é uma cópia. A internet é de grande ajuda na parte estudantil por dar dicas de como incrementar mais seu trabalho.

Em primeiro lugar, é necessário que o conteúdo escrito seja de boa qualidade e que prenda a atenção do receptor na hora de realizar o entendimento. Então, você precisa reunir todas as fontes encontradas sobre a pesquisa, e ler todas elas. Após a leitura e entendimento de todo o material adquirido, faça um esboço, com as anotações das informações que achar mais importante. É muito bom criar críticas ou polemica sobre o assunto.

Enfim organize o texto escrito por você, e monte ele com uma maneira lógica, sem cometer erros. Passe a limpo o trabalho escolar caso ele não esteja legível, limpo ou correto.

Ilustre-o bastante, pois, coisas como esta que faz a estética do trabalho ganhar um novo patamar.

A capa de um trabalho escolar deve ser feita contendo alguns conceitos básicos de estética. Deve apresentar o conteúdo em que é abordado por entre o mesmo, assim também como o nome de quem fez e que professor o este é direcionado. Para facilitar mais ainda o trabalho do professor, coloque também o seu número de chamada assim também como a serie em que ingressa. Esses são os conteúdos básicos em que a sua capa deve ter, em relação ao visual da mesma fica ao seu critério, realmente com o auxílio do computador dá para fazer coisas bem legais!

BIBLIOGRAFIA:
Um autor, dois autores, até três autores.
Sequência – sobrenome todo em letras maiúsculas, o nome somente com inicial maiúscula. Título do livro em itálico. Se houver subtítulo escrever com letra normal. Local de publicação: nome da editora, seguido pelo ano de publicação.
Exemplo:
- Um autor
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1991.
- Dois autores
LOURENÇO, Eva; MARCONI, Maria. Ensino Superior. 5 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.
- Três autores
TAFNER, Malcon Anderson; TAFNER, José; FISHER, Juliane. Metodologia do trabalho acadêmico. Curitiba: Juruá, 1998.
OBSERVAÇÃO:
No caso mais de um autor, usa-se o nome do autor na mesma ordem do livro, não é obrigado ser em ordem alfabética.
1.2 Mais de três autores
Seqüência – sobrenome em letra maiúscula, nome seguido et al. Título da obra em itálico. Local de publicação: editora, ano de publicação.
Exemplo:
BARROS, Helena Dias et al. Educação: escola especial. Porto alegre: Mirassol, 1999.

5.0 Documentos Eletrônicos
5.1 referencias obtidas na internet (rede eletrônica)
Seqüência – Autor, título, produto, indicações de responsabilidade, endereço eletrônico e data de acesso.
Exemplo:
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE. 4.ed. 1996. Recife. Anais eletrônico. Recife: UFPE, 1996. em: < http:// www.propesq.ufpe.br/ anais / anais. htm >. Acesso em 21 jan. 1997.

Invertebrados - Platelmintos e Nematódeos


PLATELMINTOS

Os platelmintos, também conhecidos popularmente como vermes, são animais pertencentes ao filo Platyhelminthes, reino Animália e subreino Metazoa. O corpo dos platelmintos é achatado, pois não possuem sistemas respiratório e circulatório. Vivem em locais úmidos e, algumas espécies, parasitam animais (principalmente mamíferos).

Não possuem sistema respiratório. Nos platelmintos de vida livre as trocas são feitas por difusão. Já nos parasitas ela é feita de forma anaeróbica, ou seja, não utiliza oxigênio.

A reprodução varia de acordo com a espécie. Muitos platelmintos são hermafroditas. Alguns se reproduzem por partenogênese (desenvolvimento do embrião sem fecundação, de forma assexuada). As planárias podem se reproduzir por fissão (ruptura de um pedaço do corpo gerando outro) ou, até mesmo, de forma sexuada .

Principais doenças provocadas por platelmintos:

- Teníase e a cisticercose causada pela Taenia solium.

- Esquistossomose causada pelo esquistossomo.

- Tremátodes provocam doenças no sangue e no fígado.


NEMATÓDEOS

Os nematódeos ou nemátodos (Nemathelminthes), também chamados de vermes cilíndricos, são considerados o grupo de metazoários mais abundante na biosfera, com estimativa de constituírem até 80% de todos os metazoários com mais de 20.000 espécies já descritas, de um número estimado em mais de 1 milhão de espécies atuais, que incluem muitas formas parasitas de plantas e animais.

Apenas os Arthropoda apresentam maior diversidade. 

O nome vem da palavra grega nema, que significa fio. Os nematódeos conquistaram com sucesso os habitats marinho, de água doce e terrestre. Embora a maioria seja de vida livre, há muitos representantes parasitas de praticamente todos os tipos de plantas e animais. Seu tamanho é muito variável, indo de aproximadamente 1 mm até cerca de oito metros de comprimento.

Doenças causadas por Nematódeos:

- Oxiuríase

- Filaríase

- Ascaridíase

- Ancilostomíase: Amarelão





Fonte: 
https://www.todabiologia.com/zoologia/platelmintos.htm
https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/bionematelmintos.php

SISTEMA NERVOSO - Os cinco sentidos

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Todo animal tem a capacidade de perceber estímulos provenientes do ambiente externo e interno. Esses estímulos são captados através de células altamente especializadas, chamadas de células sensoriais; ou através de simples terminações nervosas dos neurônios. Essas células ou terminações nervosas podem ser encontradas espalhadas pelo corpo e nos órgãos dos sentidos (olfato, paladar, tato, visão e audição), formando o sistema sensorial.

Embora cada órgão do sentido apresente um tipo de célula sensorial diferente, elas funcionam de maneira muito semelhante. Ao serem estimuladas, ocorre uma alteração na permeabilidade da membrana plasmática da célula sensorial, gerando impulsos nervosos que chegam até o sistema nervoso central, onde serão interpretados. Esses impulsos nervosos gerados pelas células sensoriais (através de uma luz que atinge os olhos ou de um odor que chega às narinas) são muito semelhantes. Somente quando chegam às áreas do cérebro responsáveis, nesse caso, pela visão e pelo olfato, é que os impulsos serão interpretados como sensações visuais e olfativas. Dessa forma, quem na verdade vê e cheira não são os olhos e o nariz, e sim o cérebro.

As células sensoriais que podem captar os estímulos do ambiente são chamadas de exteroceptores e estão distribuídas na superfície externa do corpo, podendo ser encontradas nos órgãos responsáveis pelo paladar, olfato, audição e visão.

O quimioceptor é um tipo de exteroceptor responsável pelo paladar e pelo olfato. Ele é estimulado quando moléculas de substâncias específicas se encaixam em proteínas receptoras presentes na membrana da célula, num processo chamado de chave-fechadura.

Existem células sensoriais chamadas de propioceptores e interoceptores que são especializadas na captação de estímulos internos do corpo. Os proprioceptores são encontrados nos músculos, tendões, juntas, cápsulas articulares e órgãos internos e têm a função de informar o sistema nervoso sobre a posição dos membros do corpo em relação ao restante do corpo. Os interoceptores estão localizados nas vísceras e vasos e têm a função de perceber as condições internas do organismo, permitindo-nos sentir sede, fome, náuseas, prazer sexual, etc., além de informar sobre as pressões de CO2 e O2 e pressão arterial.

TATO

A nossa pele é responsável pelo tato e nela podemos encontrar os corpúsculos de Pacini, um mecanoceptor que capta estímulos mecânicos, transmitindo-os ao sistema nervoso central.

GUSTAÇÃO

Em nossa língua estão as papilas gustativas, que são as responsáveis pelo nosso paladar. Nela podemos encontrar quimioreceptores que detectam a presença de substâncias químicas. Há papilas gustativas especializadas na percepção dos quatro sabores (azedo, salgado, doce e amargo). O olfato também tem papel importante na percepção dos sabores.

Os receptores gustativos são estimulados graças às substâncias químicas presentes nos alimentos que desencadeiam o impulso nervoso. Os gostos doce, amargo e umami são percebidos em virtude de receptores de membrana acoplados às proteínas G. Já o salgado e o ácido, para serem percebidos, dependem de canais iônicos. Percebe-se, portanto, que existem diferentes células especializadas para percepção de um determinado gosto.

Após a percepção desses sinais, o impulso nervoso deverá ser levado ao sistema nervoso central, onde será interpretado. Pesquisas recentes demonstram que cada sabor ativa uma região específica do córtex gustativo, com exceção do azedo, que aparentemente não é interpretado nesse local.

Algumas doenças podem prejudicar o paladar, assim como alguns medicamentos, principalmente aqueles usados de forma crônica. A quimioterapia e a radioterapia também estão relacionadas com a perda e alterações nesse sentido, porém esses efeitos podem ser revertidos após o tratamento.

Curiosidade: Você sabia que a temperatura pode influenciar no sabor do alimento? Quando temos alimentos mais frios, percebemos melhor o gosto azedo. Quando o alimento está com uma temperatura maior, percebemos ele mais doce. Sendo assim, chocolates que ficam guardados na geladeira apresentam-se menos doces que aqueles consumidos na temperatura ambiente.

OLFATO

Como sentimos os cheiros?

Em nosso nariz, o ar entra pelas fossas nasais e vai em direção à cavidade nasal, onde ele é umedecido, aquecido e purificado. No teto da cavidade nasal, encontramos a mucosa olfativa, também chamada de mucosa amarela, composta de células olfativas, cujos prolongamentos ficam mergulhados na camada de muco que cobre as cavidades nasais. As moléculas de cheiro que ficam dissolvidas no ar entram pelas fossas nasais, chegando até a cavidade nasal, onde se dissolvem no muco e atingem os prolongamentos das células olfativas. As células olfativas mandam impulsos para o sistema nervoso, onde as sensações olfativas serão interpretadas e produzidas.

Na região inferior da cavidade nasal, encontramos outra mucosa, chamada de mucosa vermelha. Essa mucosa é rica em vasos sanguíneos e possui glândulas secretoras de muco que umedecem a região. Quando estamos resfriados, a produção de muco por essas glândulas aumenta, deixando o nariz obstruído.

Existem pessoas que não conseguem sentir o cheiro de nada?

Assim como existem pessoas que perdem um dos sentidos e se tornam cegas ou surdas, também existem pessoas que podem perder o sentido do olfato e não conseguir mais distinguir o cheiro de absolutamente nada. Esta perda total do olfato é chamada de anosmia, que atinge cerca de 1% da população mundial – um número bastante pequeno.

Porém, existem outras doenças mais comuns que estão ligadas com a perda parcial deste sentido, como por exemplo o mal de Parkinson, onde a pessoa sente muita dificuldade de distinguir o cheiro das coisas.

AUDIÇÃO

Os ouvidos são os órgãos responsáveis pela audição e pelo equilíbrio. Nele encontramos mecanoreceptores que captam estímulos mecânicos retransmitindo-os ao sistema nervoso central.

VISÃO

Já nos olhos encontramos células sensoriais que são estimuladas pela luminosidade, chamadas de fotoceptores, responsáveis pelo sentido da visão. Essas células são encontradas na retina e podem ser do tipo cone ou bastonete. Os bastonetes são muito sensíveis a variações na luminosidade, mas não distinguem cores, enquanto que os cones as distinguem.









FONTE:

https://www.estudokids.com.br/olfato-funcao-nariz/
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-sensorial.htm

REPRODUÇÃO - Tipos de fertilização

Tipos de fertilização

Fertilização ou fecundação é o encontro do gameta masculino com feminino, espermatozoide com o óvulo.

As fertilizações podem ser: Externa ou Interna .

Fertilização externa ocorre quando os gametas se encontram fora do corpo da fêmea, ou seja, no ambiente. A exemplo de alguns peixes, as fêmeas deixam seus ovos na água e os machos eliminam seus espermatozoides também na água, e o encontro dos gametas ocorre na água.

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O custo energético da produção de gametas é especialmente grande nas espécies cuja fecundação é externa. Nesses casos formam-se muitos gametas masculinos e femininos, o que garante a chance de encontro casual entre eles, originando o maior número de zigotos. Porém, desses inúmeros zigotos, nem todos sobrevivem às adversidades do meio ambiente. Apenas um pequeno número forma indivíduos adultos, dando continuidade à espécie.

Fertilização interna ocorre quando o espermatozoide encontra o óvulo dentro do corpo da fêmea, o encontro dos gametas ocorre dentro do corpo da fêmea. Exemplo: ser humano.

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FERTILIZAÇÃO INTERNA NAS MINHOCAS

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Nos animais em que a fecundação é interna, o número de gametas produzidos é menor, com isso, o custo energético de sua produção também é menor. O custo com o desenvolvimento do embrião também depende do animal ser ovíparo, ovovivíparo ou vivíparo.

Animais ovíparos botam ovos e o desenvolvimento embrionário deles ocorre principalmente fora do corpo materno. Os embriões dependem de material nutritivo presente nos ovos. Como exemplo de animal ovíparo podemos citar as aves, insetos, répteis e mamíferos monotremados.

Ornitorrinco
Pinguim
   
Animais ovovivíparos retêm os ovos dentro do corpo até a eclosão, e os embriões também se alimentam das reservas nutritivas presentes nos ovos. Como exemplo de animal ovovivíparo temos os lebistes, que são peixes comuns em água doce, escorpiões, tubarões e cobras venenosas.

   
Lebiste e víbora

Nos vivíparos o embrião depende diretamente da mãe para a sua nutrição, que ocorre por meio de trocas fisiológicas entre mãe e feto. Não existe casca isolando o ovo. Como regra o desenvolvimento embrionário se completa dentro do corpo materno e os indivíduos já nascem formados. O custo energético é especialmente alto, pois as fêmeas investem energia na nutrição e no desenvolvimento do embrião dentro de seus corpos. Nos casos dessas espécies, forma-se um menor número de embriões, mas eles têm maiores chances de sobrevivência. É vivípara, por exemplo, os mamíferos placentários, como é o caso da espécie humana.


Muito mais informação neste linkLeia mais

FONTES:
https://sociencias.wordpress.com/2010/05/15/tipos-de-reproducao-dos-seres-vivos/
https://www.sobiologia.com.br/conteudos/embriologia/reproducao3.php

ASTRONOMIA - Dicas

Aê galerinha!!! Olha que bacana esta página do Facebook, FÍSICA NA VEIA. Muitas notícias e curiosidades sobre astronomia. naveguem lá!


HOMENAGEM - Georges Méliès

Georges Méliès é homenageado por doodle do Google, o primeiro com realidade virtual



O cineasta francês Georges Méliès (1861-1938), pioneiro no uso de efeitos especiais, foi homenageado pelo Google, com o primeiro doddle em realidade virtual do site.

A escolha desta quinta-feira (3) como data da homenagem é devido ao aniversário de lançamento de "À la conquête du pôle" ("A Conquista do Pólo"), filme lançado em 1912. A película foi apresentada por Méliès em 3 de maio de 1912. A filmografia do francês é repleta de temas de ficção científica com abordagens surreais e fantásticas mesmo para a época, e este tom também está presente no Doodle.

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Georges Méliès, o lendário ilusionista e cineasta francês, pioneiro em diversas técnicas cinematográficas e consagrado como um dos principais representantes da sétima arte. 

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Além de uma simples homenagem, o Doodle é também o primeiro em realidade virtual feito pela Google. A animação foi produzida pelas equipes Google Spotlight em pareceria com a Google Arts & Culture e a Cinémathèque Française. Então, se você estiver equipado com qualquer headseat de VR, pode usufruir de uma experiência bastante imersiva. No PC ou no celular, basta movimentar a tela para os lados em 360° para acompanhar qualquer trecho das cenas animadas.

O vídeo tributo a Méliès pode ser visto com smartphones, cardboards, daydream e o aplicativo Google Spotlight Stories. O conteúdo também pode ser assistido por meio do YouTube, em uma versão 360°.

O museu virtual da Google, inclusive, conta com uma exposição dedicada a Méliès (disponível em português). O canal do Google Spotlight Stories no YouTube traz um making of com os bastidores da produção, enquanto o site oficial do Doodle revela uma série de detalhes bem interessantes sobre a obra de Méliès e como ela inspirou a animação feita pela gigante da web.

ELEIÇÕES 2026 X ESCOLA LAICA

  As Eleições de 2026 representam um marco decisivo para o futuro socioeconômico e institucional do Brasil.     O pleito impacta diretament...